Tite anuncia retorno ao futebol

Adenor Leonardo Bachi, conhecido por todos como Tite, treinador que esteve no comando da seleção brasileira nas últimas duas Copas do Mundo, anunciou neste sábado (22) que está retornando para o futebol. Tite esteve afastado por sete meses – desde abril deste ano, devido a uma crise de ansiedade.

O treinador anunciou, através da sua assessoria, que está retornando depois de se cuidar, contudo, ainda não tem acordo fechado com nenhum clube. “Voltei! Cuidei de mim, fiquei com a minha família e estou pronto para retornar às atividades como técnico“, contou Tite.

O afastamento

Antes de se afastar do futebol, o último clube que Tite havia comandado tinha sido o Flamengo, no qual trabalhou de outubro de 2023 até setembro de 2024. Durante a passagem no clube carioca, o ex-treinador da seleção brasileira só ganhou uma taça, que foi a do campeonato carioca de 2024. Foi demitido do Flamengo em setembro de 2024 após derrota na Libertadores contra o Peñarol.

Tite estava sem clube quando, em abril de 2025, começaram negociações com o Corinthians, clube que o treinador comandou por muito tempo e conquistou muitos títulos. À frente do time paulista, o treinador levou as taças da Série A do Campeonato Brasileiro de 2011, da Copa Libertadores de 2012, da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2012 contra o Chelsea, o Campeonato Paulista de 2013 e a Recopa Sul-Americana de 2013.

Contudo, as negociações foram interrompidas quando Tite anunciou que iria se afastar do futebol por um tempo para cuidar de sua saúde. “Como se tornou público, havia uma conversa em andamento com o Corinthians, mas ela precisará ser paralisada por uma decisão difícil, mas necessária”, dizia um trecho do comunicado de Tite.


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O último clube que Tite treinou foi o Flamengo em 2024 (Foto: reprodução/EITAN ABRAMOVICH/Getty Images Embed)


O retorno

Depois de passar esse tempo aproveitando a família e priorizando a sua saúde, o treinador retorna, mas ainda não tem contrato com nenhum clube. Tite agradeceu a todas as mensagens recebidas durante o tempo que esteve se cuidando. “Muito obrigado aos que torceram pela minha recuperação, respeitaram meu tempo e me mandaram mensagens, orações e bons pensamentos. Com carinho, um grato abraço a todos. Adenor Leonardo Bachi (Tite).”, agradeceu o treinador.

Além dos títulos pelo Corinthians, o técnico conquistou a Copa América de 2019 durante sua passagem na seleção brasileira, mas não alcançou o objetivo maior que é o título do mundial. O treinador chegou até as quartas de final nas duas Copas do Mundo em que participou (2018 e 2022).


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Tite esteve no comando da seleção brasileira nas últimas duas copas (Foto: Reprodução/NELSON ALMEIDA/Getty Images Embed)


Fora dos gramados por mais de um ano, se contar de quando o treinador saiu do Flamengo até o momento atual, Tite procura um novo clube e deixa uma lição importante para um mundo agitado: respire e pause sempre que puder, saúde sempre deve estar em primeiro lugar.

Brasil fecha 2025 com igualdade diante da Tunísia

A Seleção Brasileira encerrou sua temporada com um empate por 1 a 1 frente à Tunísia, em amistoso realizado nesta terça-feira (18/11), na Decathlon Arena, em Lille, na França. O confronto foi o segundo compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti nesta Data FIFA e serviu como novo teste para ajustes, especialmente após a vitória por 2 a 0 sobre a Senegal, no último sábado (15), em Londres.

Diferente da partida mais fluida contra o Senegal, o encontro em Lille apresentou uma Seleção com momentos de domínio, mas também com falhas visíveis. Logo no início, Estêvão teve a primeira chance para os brasileiros com chute desviado pela defesa adversária. Aos nove minutos, Wesley recebeu cartão amarelo ao interromper contra–ataque tunisiano, o que condicionou parte de seu desempenho.

História do primeiro tempo

Aos dez minutos, Rodrygo recebeu passe de Casemiro e finalizou cruzado, mas teve o lance cortado pela zaga visitante. Enquanto isso, a Tunísia apostava em transições rápidas e mostrou uma marcação compacta. Ancelotti alinhou três mudanças em relação ao jogo anterior: Bento entrou no gol, Wesley assumiu lugar no meio-campo, e Caio Henrique foi para a lateral, substituindo Ederson, Gabriel Magalhães e Alex Sandro.

Aos 23 minutos do primeiro tempo, o Brasil sofreu o primeiro golpe: em erro de passe no meio-campo, Abdi acelerou pela esquerda e achou Mastouri dentro da área; o atacante dominou com frieza e finalizou rasteiro, sem chance para Bento. A Seleção buscou reagir e encontrou em Estêvão o principal desequilíbrio ofensivo, ele sofreu falta na entrada da área e cobrou, exigindo boa defesa de Dahmen. Já nos acréscimos, após escanteio e intervenção do VAR, o árbitro marcou pênalti por toque de mão de Bronn. Estêvão bateu com categoria e empatou aos 45 minutos.

No segundo tempo, Ancelotti promoveu alterações: Danilo entrou no lugar de Wesley e Vitor Roque substituiu Matheus Cunha, na tentativa de dinamizar o setor ofensivo. As trocas surtiram efeito parcial: o Brasil voltou com maior posse, mas seguia vulnerável nos contra-ataques tunisianos. Logo aos oito minutos, Saad avançou e mandou por cima, assustando Bento.


Estêvão comemora o gol de empate do Brasil (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Catherine Steenkeste )

Segundo tempo

Aos 23 minutos, a Tunísia voltou a surpreender: em mais uma perda de bola brasileira no meio-campo, Abdi recuperou e lançou para Mastouri, que, dentro da área, finalizou com precisão e recolocou a Tunísia à frente do placar. Sob pressão, o Brasil ajustou a equipe: Éder Militão saiu com dores e deu lugar a Fabrício Bruno; Casemiro e Bruno Guimarães deixaram o campo para Paquetá e Fabinho.

Aos 31 minutos, o Brasil teve nova grande oportunidade: Vitor Roque recuperou bola dentro da área adversária, foi derrubado por Sassi e o árbitro marcou pênalti. Paquetá assumiu a cobrança, mas mandou por cima, desperdiçando chance clara de virada. Já nos minutos finais, Estêvão quase marcou, chutou rasteiro no canto, mas a bola beliscou caprichosamente a trave e saiu pela linha de fundo.

Sem conseguir converter o volume em gol, a Seleção deu por concluído o ano com este empate, deixando evidente que ainda há muita estrada pela frente para 2026. O sorteio para a Copa do Mundo de 2026 será realizado no dia 5 de dezembro.

Vampeta critica Vini Jr e questiona falta de protagonismo na Seleção

O ex-jogador e comentarista Vampeta voltou a criticar o desempenho de Vinícius Júnior pela Seleção Brasileira. Para ele, o atacante não conseguiu transformar na equipe nacional o mesmo nível de atuação que apresenta no futebol europeu.

Durante a análise do momento da Seleção, Vampeta afirmou que Vini Jr segue abaixo do esperado com a camisa do Brasil. Na visão dele, o camisa 7 “ainda não jogou nada na Seleção” e está muito distante do que costuma apresentar no Real Madrid, mesmo tendo reencontrado Carlo Ancelotti no comando.

Contexto atual no clube

Embora Vampeta não tenha comentado sobre o panorama do Real Madrid, um fator que ajuda a explicar a percepção pública sobre Vini é a mudança de protagonismo no clube espanhol. Após a temporada 23/24, quando viveu seu auge, conquistou o bi da Champions e venceu o The Best, o atacante passou por uma queda no encanto em 24/25. Os números continuaram altos, mas quem acompanhou os jogos percebeu uma oscilação maior, enquanto Mbappé assumiu o centro das atenções nesta temporada.


Vinícius Júnior e Jude Bellingham (Foto: reprodução/Instagram/@vinijr)


A disparidade entre Seleção e clube reforça o debate. Pelo Brasil, Vini soma 8 gols e 6 assistências em 41 jogos. No Real Madrid, apenas nesta temporada, já tem 6 gols e 5 assistências em 22 partidas. O contraste mostra como o atacante costuma ser mais decisivo na Espanha do que com a camisa da Seleção.

Desafio pela frente

A crítica de Vampeta se apoia justamente nessa diferença de impacto. Ele acredita que Vini Jr ainda precisa encontrar o mesmo nível de confiança e regularidade que demonstra na Europa para se firmar como protagonista do Brasil.

Enquanto a Seleção encerra o ano em preparação para a Copa, Vini Jr convive com cobranças crescentes. O talento é indiscutível, mas transformar sua produção no clube em força real pela equipe nacional segue sendo um dos principais desafios do atacante.

Ancelotti recebe elogios e alerta sobre Neymar

A Seleção Brasileira se prepara para encerrar o ano em amizade contra a Tunísia, e o trabalho de Carlo Ancelotti voltou a ser tema de debate. Em entrevista, o jornalista Paulo César Vasconcellos avaliou o desempenho do treinador no Comando do Brasil e refletiu sobre o momento de Neymar, ausente das últimas convocações.

Primeiros meses

Vasconcellos destacou que o ciclo do italiano ainda é recente, mas já apresenta sinais positivos. Para isso, Ancelotti trabalha bem dentro das limitações do calendário e tende a usar sua experiência para acelerar a evolução da equipe. O comentarista também ponderou que Neymar ainda não tem condições físicas para retornar à Seleção, defendendo com cautela diante do histórico recente de lesões.


Treinamento e recuperação de Neymar (Vídeo: reprodução/Instagram/@neymarjr)


O jornalista acredita que uma definição sobre o atacante deverá ocorrer apenas na metade de 2026, quando Neymar tiver mais tempo para recuperar ritmo e mostrar desempenho consistente. Ele reforçou que uma convocação precipitada poderia expor o jogador e comprometer seu processo de retomada.

Cenário sem o craque

Para Vasconcellos, Ancelotti já trabalha com a possibilidade de disputar a Copa sem Neymar, priorizando um jogo coletivo mais sólido. Ele citou Estêvão, Luiz Henrique, Vinícius Júnior e Rodrygo como nomes capazes de assumir protagonismo caso o camisa 10 não esteja apto. Segundo o comentarista, o plano do técnico deve passar para fortalecer esses jovens, mas sempre com foco no conjunto.

Preparação final

O confronto com a Tunísia marca o último compromisso da Seleção em 2025. A partir do próximo ano, a CBF ainda terá janelas para agendar amistosos antes da Copa do Mundo, que será disputada entre junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

Com indefinições sobre Neymar, Ancelotti segue moldando a Seleção para chegar competitiva ao Mundial. A aposta em equilíbrio tático e no crescimento dos jovens talentos aparece como o caminho mais sólido para 2026.

Ancelotti fala sobre possível retorno de Neymar à Seleção Brasileira

Nos últimos dias, Carlo Ancelotti voltou a reforçar que a porta da Seleção Brasileira segue aberta para Neymar, mas deixou claro que a decisão final depende exclusivamente do desempenho do craque nos próximos meses. O treinador destacou que o ciclo até a Copa do Mundo está entrando na reta final e que, para fazer parte do grupo, o jogador do Santos precisará apresentar evolução física e ritmo de jogo. Para Ancelotti, não se trata apenas de nome ou história, mas de entrega dentro de campo.

Mesmo assim, o italiano não esconde que considera Neymar um jogador diferenciado. Ele afirmou que torce pela recuperação completa do atacante e acredita que, caso  ele alcance seu melhor rendimento, será uma peça valiosa na preparação rumo ao Mundial.

Ancelotti observa recuperação de Neymar

O início antecipado do Campeonato Brasileiro no fim de janeiro pode ser um aliado importante no processo de recuperação de Neymar. A tendência é que o jogador ganhe ritmo já nas primeiras rodadas, algo essencial para convencer Carlo Ancelotti de que merece uma nova chance na Seleção.

A comissão técnica vê com bons olhos a possibilidade de o atacante atuar com frequência, já que a falta de sequência em campo tem sido um dos principais entraves em seu retorno ao nível ideal.


Neymar em campo pelo Santos (Foto: reprodução/Instagram/@NeymarJR)


Além disso, a Data Fifa de março representa o ponto de corte quase definitivo para a decisão sobre sua presença na Copa do Mundo. Nos amistosos contra França e Croácia, a Seleção Brasileira terá seu último grande teste antes da convocação final, e é nesse período que Neymar precisará mostrar evolução física dentro de campo. Se chegar bem, terá argumentos fortes para ser incluído na lista; se não conseguir demonstrar condições, dificilmente estará entre os nomes escolhidos por Ancelotti.

Neymar mantém números impressionantes na Seleção

Com uma trajetória marcante com a camisa da Seleção Brasileira, Neymar acumula números que reforçam sua importância no futebol nacional. Ao todo, são 128 jogos, sendo titular em 123 deles, além de 79 gols e 57 assistências, consolidando o camisa 10 como um dos jogadores mais decisivos de sua geração. A cada 78 minutos, o atacante participa diretamente de um gol, estatística que evidencia sua capacidade em campo.

A última convocação de Neymar aconteceu durante a passagem de Dorival Júnior pela Seleção, quando o treinador decidiu chamá-lo para os confrontos contra Colômbia e Argentina, pelas Eliminatórias da Copa. O retorno gerou expectativa, já que o atacante estava afastado desde outubro de 2023 por conta de uma sequência de lesões. No entanto, após avaliação do Departamento Médico da CBF, Neymar acabou vetado devido ao desconforto na coxa esquerda, sendo cortado antes mesmo de se apresentar, frustrando o que seria sua volta oficial à equipe brasileira.

Galvão Bueno é internado em São Paulo por conta de uma pneumonia

O narrador esportivo e apresentador, Galvão Bueno, foi internado no hospital Sírio-Libanês, no último sábado (15), em São Paulo. Galvão sentiu dores no rim e realizou alguns exames, sendo diagnosticado posteriormente com uma pneumonia viral.

Tanto a equipe, quanto a família do apresentador do programa “Galvão e amigos”, da Band, confirmou que o narrador está bem, lúcido, e que é possível que o locutor receba alta do hospital ainda nesta semana. Com o ocorrido, Galvão, que fará a 14ª Copa do Mundo em 2026, fica de fora de suas atividades momentaneamente.

Desfalque importante

Dores no rim fizeram com que Galvão Bueno fosse hospitalizado no último sábado, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O narrador de 75 anos foi diagnosticado com uma pneumonia viral, mas seu quadro de saúde é estável. Galvão poderá voltar para casa ainda nesta semana, caso haja evolução no tratamento a qual o apresentador está sendo submetido.

Por conta de sua internação, Galvão Bueno não pôde narrar o duelo entre Sport x Flamengo, no último sábado, em Recife–PE, em jogo válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O narrador faz parte da equipe esportiva do Prime Video, que transmite do certame nacional deste ano.

O narrador também estará ausente do “Galvão e amigos”, atração da Band apresentada pelo locutor, desta segunda-feira (17). Além de Galvão, o programa conta com Vanderlei Luxemburgo, Mauro Naves, Walter Casagrande e Ricardo Rocha.


Galvão comenta sobre sua participação na Copa do Mundo de 2026, no SBT (Vídeo: reprodução/Instagram/@galvaobueno)


Volta à Copa do Mundo

Uma das vozes mais associadas às grandes conquistas da seleção brasileira de futebol nos últimos tempos, Galvão voltará a comandar as transmissões de uma Copa do Mundo. Sócio da N Sports, que com o SBT fechou a aquisição dos direitos de transmissão de 32 partidas do mundial, o narrador de 75 anos será uma das vozes na próxima edição do evento que acontecerá nos EUA, Canadá e México, em junho de 2026.

A próxima edição do mundial de seleções será a 14ª Copa do Mundo de Galvão Bueno como um dos narradores do torneio. Com sua primeira Copa sendo em 1974, na Alemanha, Galvão chegou a afirmar que o certame de 2022, realizado no Catar, seria a sua última vez que estaria sob o comando de uma transmissão desse evento. Entretanto, o narrador “voltou atrás” e estará a frente das transmissões do SBT com a N Sports no próximo ano.

Ederson destaca evolução da Seleção Brasileira com Ancelotti

Às portas da possibilidade de disputar sua terceira Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, Ederson avalia que o time nacional vive um momento de evolução marcante desde a chegada de Carlo Ancelotti. Para o goleiro, o treinador italiano trouxe a estabilidade, o peso e a autoridade técnica que o elenco buscava, ajudando a consolidar um caminho mais sólido rumo às competições decisivas do próximo ano.

Mesmo tendo sido lembrado por todos os técnicos que passaram pela Seleção neste ciclo, Ramón Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior, o goleiro considera Ancelotti um profissional em outro nível. Segundo ele, o impacto do treinador no ambiente interno foi imediato e elevou a confiança coletiva, algo que já se reflete no desempenho em campo.

O goleiro elogiou abertamente o trabalho do comandante europeu, destacando que o Brasil necessitava de um técnico com reconhecimento internacional e currículo robusto. Para ele, a presença de Ancelotti representa um divisor de águas na preparação da equipe, especialmente pela capacidade do treinador em organizar, orientar e extrair o máximo dos jogadores.

Evolução tática e solidez defensiva

Na vitória por 2 a 0 sobre Senegal, no último sábado, o goleiro retomou a titularidade após um ano afastado da função. Sua última aparição havia ocorrido contra o Uruguai, em novembro de 2024, e o retorno, segundo ele, reforçou a percepção de que a equipe alcançou um nível mais compacto e disciplinado, sobretudo na execução da pressão defensiva e na transição para o ataque.


Goleiro comemora a solidez da equipe sob comando de Ancelotti (Foto: reprodução/Instagram/@ederson93)


Ele ressaltou que a Seleção atual trabalha de forma mais sincronizada, com todos os jogadores participando dos processos defensivos e ofensivos. O goleiro enfatizou que o grupo aprendeu a se posicionar melhor para neutralizar contra-ataques, reduzindo espaços e diminuindo as chances de jogadas perigosas dos adversários, algo que considera essencial para competições de alto nível.

Retorno do goleiro titular e confiança coletiva

Sob a gestão de Ancelotti, o Brasil realizou sete partidas e terminou cinco delas sem sofrer gols. Apenas os confrontos contra Bolívia e Japão fugiram dessa regularidade, o que, para Ederson, demonstra o avanço estrutural da equipe e a crescente solidez adquirida ao longo dos últimos meses de trabalho conjunto.

Ao avaliar a própria atuação no amistoso realizado em Londres, o goleiro classificou sua performance como positiva. Ele destacou que, apesar de um lance arriscado no segundo tempo, conseguiu manter calma e controle durante a partida inteira, valorizando especialmente o fato de ter retornado ao ritmo de jogo após enfrentar lesões recentes em um momento tão próximo da Copa.

A Seleção Brasileira encerra sua agenda oficial de 2025 nesta terça-feira, novamente contra Senegal, às 16h30 (horário de Brasília), em Lille, na França. O confronto marca o último compromisso antes da etapa final de preparação para o Mundial, reforçando o clima de atenção máxima dentro da equipe.

Vitória sobre Senegal consagra “espinha dorsal” para a Copa de 2026

No último sábado (15), a Seleção Brasileira quebrou um jejum de 26 jogos sem vencer o Senegal. O confronto foi um amistoso para a Copa do Mundo 2026 e ocorreu no Emirates Stadium, em Londres, Inglaterra, com vitória de 2 a 0. Antes disso, a última vitória da Seleção Canarinho contra o elenco africano havia sido em 2023.

O feito do técnico italiano, Carlo Ancelotti, também marca a definição do que ele próprio chamou de “espinha dorsal” da equipe. Segundo o treinador, o período de testes encerrou e agora as convocações serão mais pontuais.

Espinha dorsal

Na coletiva de imprensa após a partida, Ancelotti comentou sobre a escalação do elenco. Em tom divertido, alegou que já possui sua “espinha dorsal” e que isso ficará cada vez mais claro a cada partida: “A espinha dorsal eu já tinha antes do jogo de hoje (…) Pouco a pouco nos aproximamos da Copa do Mundo e tudo fica mais claro”.

Por conta disso, o técnico disse que a “fase de testes” se encerrou. “Agora é uma linha mais direta para chegar na Copa do Mundo”.

Tudo indica que a “espinha dorsal” de Ancelotti seja a escolha dos zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães, acompanhado dos volantes Casemiro e Bruno Guimarães.


Coletiva de imprensa de Carlo Ancelotti após partida contra Senegal (Vídeo: reprodução/YouTube/Confederação Brasileira de Futebol)


Destaques na equipe

Sob o comando do treinador italiano, o Brasil soma quatro vitórias, um empate e duas derrotas. Na coletiva, ele elogiou o desempenho da equipe. “Foi um jogo muito bonito (…) A qualidade dos jogadores na frente fez a diferença”.

Ancelotti elogiou a atuação do atacante Estevão, o autor do primeiro gol do amistoso. “Para mim, é uma surpresa encontrar um jogador com esse nível de talento (…) Ele trabalha muito bem. É uma pessoa que não parece a idade que tem, é maduro”.

Outro destaque no elenco ficou por conta de Éder Militão na lateral direita. Antes da partida, o técnico explicou que escolheu Militão por apresentar características distintas dos demais laterais e poderia acrescentar sua experiência para tornar o sistema defensivo mais sólido. Além disso, Ancelotti alegou que sua inspiração para a escalação foi o elenco vencedor da Copa do Mundo de 1994, focado na defesa.



Incógnita

O atacante Neymar segue como uma incógnita na escalação de Ancelotti. O italiano havia dito anteriormente que convocaria o atleta do Santos somente se o mesmo estivesse em plenas condições físicas para vestir a camisa da Seleção. Desde a chegada o treinador europeu, o brasileiro ainda não teve seu nome incluído na lista.

A última oportunidade para a convocação de Neymar será na Data Fifa de março de 2026, onde serão realizados amistosos nos Estados Unidos. O atleta deve aproveitar o período de férias para se preparar fisicamente.

O próximo amistoso da Seleção está marcado para a próxima terça-feira (18) contra a Tunísia. A partida acontecerá às 16:30 (horário de Brasília) no Stade Pierre-Mauroy, em Lille, na França. A transmissão fica por conta da Rede Globo, por meio de seu canal aberto, e no canal geTV pelo YouTube.

Virginia surge em Londres e reforça apoio a Vini Jr na Seleção Brasileira

Virginia Fonseca desembarcou em Londres nesta sexta-feira (14) e chamou a atenção pela empolgação ao acompanhar o jogador e namorado, Vini Jr., que se prepara para o jogo da Seleção Brasileira contra Senegal neste sábado (15). A influenciadora apareceu sorridente ao lado do amigo Hebert Gomes, que tem sido sua companhia durante toda a viagem, registrando cada detalhe da chegada à capital inglesa.

A ida de Virginia ao Reino Unido marca mais um capítulo público do relacionamento do casal, que vem ganhando grande repercussão nas redes. Sempre muito próxima de seus seguidores, ela mostrou os momentos da viagem, enquanto torce de perto pelo jogador em mais um compromisso com a Seleção.

Virginia viaja para Londres e acompanha Vini Jr em amistosos

Apesar do mistério que Virginia Fonseca fez sobre o destino da viagem, muitos internautas já imaginavam que ela iria para Londres acompanhar o namorado, Vini Jr., no duelo entre Brasil e Senegal, que acontece no estádio Emirates. A agenda da Seleção Brasileira segue movimentada, já que na terça-feira (18), o time encara a Tunísia em Lille, na França, completando a sequência de amistosos internacionais.

Desde a convocação do jogador, a inluenciadora mostra sua empolgação com os jogos. No início do mês, quando estava em Madri hospedada na casa do jogador, Virginia vibrou ao ver o nome de Vini Jr. na lista de convocados. Ela assistiu ao anúncio em um parque de diversões ao lado de Tainá Castro, esposa de Éder Militão, e do casal Duda Fournier e Lucas Paquetá.


Virginia em jogo do Real Madrid (Foto: reprodução/Instagram/@virginia)


Além de Vini, Militão e Paquetá também foram chamados por Carlo Ancelotti, reforçando o clima de celebração entre os amigos que acompanham de perto essa fase da Seleção.

Virginia se destaca em leilão

Virginia Fonseca chamou a atenção ao investir quase R$ 350 mil em uma experiência que já fazia parte do seu dia a dia, mas tudo com um propósito solidário. A influenciadora marcou presença no leilão beneficente promovido por Ronaldo Fenômeno na última quarta-feira (12), ação voltada a arrecadar fundos para crianças em situação de vulnerabilidade. Durante o evento, ela não apenas participou, mas demonstrou verdadeiro entusiasmo em contribuir com a causa.

Entre os itens disputados, Virginia decidiu arrematar justamente uma experiência ao lado do namorado: uma partida de pádel na casa de Vini Jr., em Madri. Mesmo podendo vivenciar isso gratuitamente, ela fez questão de colaborar com o projeto e garantiu o lance parcelando o valor em três vezes no cartão de crédito. A atitude acabou arrancando risadas do público.

Situação de Neymar reacende debate e Vitor Sérgio aponta incertezas da Seleção para 2026

Vitor Sérgio Rodrigues (VSR), comentarista da Champions League na TNT Sports, analisou as chances de Neymar Jr. disputar a Copa do Mundo de 2026. Ainda sem ser convocado por Carlo Ancelotti devido à sequência de lesões, o craque vive momento de instabilidade física que fomenta a discussão sobre seu futuro na Seleção. Segundo VSR, o maior desafio do atleta é sua dificuldade em manter regularidade física e competitiva.

Debate ampliado no novo ciclo da Seleção

A discussão sobre o futuro da Seleção Brasileira vem ganhando força desde a chegada de Carlo Ancelotti e o início do novo ciclo rumo à Copa. O cenário envolve jovens em ascensão, veteranos experientes e dúvidas sobre quem deve ocupar papéis-chave.

O comentarista deu sua opinião sobre os possíveis convocados para integrar o time no próximo Mundial. Ao falar sobre Neymar, o jornalista diz que dificilmente o jogador será convocado. Para que o atleta se tornasse um nome possível, o jornalista analisa que seria necessário mudar seu comportamento em campo no ano seguinte e que a quantidade de jogos deve ser superior à de suas lesões.

“Hoje, com essa situação de joga sete jogos e machuca, joga oito jogos e machuca, é difícil pensar nele. Se fizer um primeiro semestre consistente, aí sim tem que levar, nem que seja para jogar meia hora. Mas do jeito que foi em 2025, picotado, é difícil”, afirmou Vitor Sérgio Rodrigues.


Neymar durante jogo  (Foto: reprodução/ getty images embed/ Eurasia Sport Images )


Avaliação de VSR sobre outros nomes

Questionado sobre o potencial de diversos jogadores no Mundial, VSR respondeu de forma direta. Veja a visão do comentarista:

  • David Neres – não será convocado;

  • Gabriel Magalhães – será titular;

  • Marquinhos – será convocado e brigará por titularidade;

  • Éder Militão – será convocado e disputa posição;

  • Lucas Beraldo – não será convocado;

  • Alisson – será convocado;

  • Ederson – será convocado como reserva;

  • Estêvão – será convocado e brigará por titularidade.


Vitor Sérgio Rodrigues (Foto: reprodução/ Instagram/ @vitorsergiovsr)


VSR também comentou sobre nomes que atuam no futebol brasileiro. Para ele, Matheus Pereira, do Cruzeiro, deveria ser observado pela comissão técnica.

“O Brasil precisa de um articulador, e o Ancelotti não vem trabalhando com isso. Quem mais faz isso hoje é o Paquetá”, explicou.

Outro nome analisado foi Marcos Antônio, do São Paulo.

“Não levaria. Se fosse, seria algo como o Paulinho em 2018. Um jogador de projeção e infiltração. Apesar de atuar como articulador no São Paulo, não o vejo assim na Seleção”, disse VSR.

O comentarista ressaltou que o ciclo até 2026 deve trazer mudanças naturais na lista de convocados, mas reforçou que a consistência física será determinante, tanto para veteranos como Neymar quanto para jovens que ainda buscam espaço.