Juliette mobiliza celebridades em campanha contra feminicídio

A cantora e ex-BBB Juliette Freire está à frente de uma nova campanha que visa dar visibilidade à violência contra a mulher. Com o nome de #VocêNãoEstáSozinha, o movimento reúne diversas personalidades femininas da mídia brasileira para reforçar a urgência do enfrentamento ao feminicídio no Brasil.

No vídeo divulgado nas redes sociais, artistas como Xuxa, Angélica, Juliana Paes, Bianca Andrade, Erika Januza, Ingrid Guimarães, Bela Gil, Duda Santos, Isadora Cruz, Tati Machado e outras mulheres influentes narram casos reais de violência e falam sobre mulheres que foram vítimas. A mobilização ocorre justamente na véspera do Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro.

Dor pessoal que impulsiona a ação

O engajamento de Juliette ganha ainda mais força por conta de um motivo pessoal: ela perdeu uma amiga querida, Clarissa Costa, que foi assassinada brutalmente em Fortaleza. No vídeo, Juliette relembra a amiga como uma pessoa “incrível, doce, estudiosa” e lamenta que não havia sinais públicos de violência em seu relacionamento antes da tragédia.

Esse episódio doloroso motiva Juliette a usar sua visibilidade para amplificar uma mensagem de prevenção e apoio: “Não tenha medo ou vergonha, peça ajuda, denuncie”, diz ela no material.|

Campanha liderada por Juliette Freire (vídeo: reprodução/Instagram/@hugogloss)


Informação, acolhimento e denúncia

No vídeo da campanha, as celebridades também explicam diferentes tipos de violência — como psicológica, patrimonial, moral e sexual — para conscientizar sobre as várias faces do abuso.
Além disso, reforçam que mulheres vítima de violência têm a quem recorrer: é divulgado o número 180, da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas, gratuitamente, para prestar orientação, acolhimento e encaminhamento.

Amplificando uma rede de proteção

A campanha de Juliette se encaixa em um panorama maior de iniciativas de apoio às vítimas. A rede de proteção — composta por serviços públicos, apoio comunitário e mobilização social — é apontada por especialistas como peça-chave para romper os ciclos de violência.

Além disso, campanhas institucionais como a do Ministério das Mulheres, Feminicídio Zero, já destacaram como pessoas próximas podem agir para prevenir e denunciar a violência.

Carolina Ferraz fala sobre perseguição de stalker

Neste domingo (27), a atriz e atual apresentadora do “Domingo espetacular” da Record TV, Carolina Ferraz, revelou durante o programa que foi vítima de perseguição de uma stalker.

O assunto abordado no programa foi tema de uma matéria sobre o aumento dos casos de perseguição e stalking no Brasil. O jornalista Roberto Cabrini falou sobre como estes casos estão mais próximos do que imaginamos e somente em 2024 aproximadamente oito milhões de mulheres sofreram este crime. Em seguida Cabrini falou sobre o caso de Carolina e a usou como um exemplo próximo. “Todos sabem que eu trabalho com uma grande estrela da televisão brasileira e ela própria foi vítima deste crime”, frisou.

O caso

Carolina contou que foi perseguida por uma mulher russa durante cinco anos. O período exato do ocorrido não foi revelado, mas o crime aconteceu quando uma de suas filhas ainda era criança. Carolina é mãe de Valentina, de 30 anos e de Isabel,  10 anos.

A apresentadora contou como ficou aterrorizada após receber diversas cartas com teor ameaçador onde a mulher dizia coisas como: “Ou eu seria dela, ou de mais ninguém”. De acordo com Carolina, a stalker conseguiu invadir o set de gravação por duas vezes e tentou atacá-la, mas outras pessoas conseguiram impedir.


Carolina Ferraz vítima de stalker (Vídeo: reprodução/Youtube/@morningshow)

Carolina fez denúncias aos órgãos brasileiros e também à INTERPOL (Organização Internacional de Polícia Criminal), porém a mulher conseguiu escapar das restrições que foram impostas, inclusive as que a proibiam de entrar no Brasil.

Apesar dos transtornos causados, a stalker foi presa e Carolina pode finalizar esta situação difícil.

Stalking é crime

O crime de stalking envolve a prática de perseguição de maneira constante e repetida. Existem diversas maneiras de perseguição que configuram o crime, são eles: seguir a vítima presencialmente ou em meios digitais; provocar medo, angústia ou constrangimento à vítima; interferir na liberdade de ir e vir da vítima e invadir a privacidade da vítima utilizando ligações, mensagens e outros tipos de contatos excessivos.

A prática passou a ser crime no Brasil em março de 2021 sob a Lei 14.132/21 através do artigo 147-A do Código Penal. A pena para quem comete este crime é de seis meses a dois anos de reclusão, além do pagamento de multa.

James Gunn nega boatos sobre o novo filme da “Mulher Maravilha”

CEO da DC Studios, James Gunn, veio mais uma vez a público nas redes sociais contestar rumores referentes ao novo filme da Mulher-Maravilha. Em uma publicação no Threads, o diretor de “Superman” desmentiu que estaria buscando por uma atriz com grande experiência em TV para interpretar a personagem.

Métodos de James Gunn

O diretor esclareceu sobre os seus métodos para escolha de atores para os seus projetos,”Não. Eu nunca, nem em 1 milhão de anos, buscaria um papel relevante de acordo com se a pessoa fez TV, cinema ou alguma outra alternativa. O marcante é o desempenho. Não selecionei a Milly Alcock, atriz de Supergirl, por conta do passado dela, mas porque ela era a ideal para o projeto. Não vamos escolher a Mulher-Maravilha, nem mesmo debater isso, até que o roteiro esteja finalizado.” escreveu James, finalizando.


James Gunn, CEO da DC Studios (Foto: reprodução/Stewart Cook/Getty Images Embed)


Alguns boatos surgiram recentemente, onde acreditam que a atriz Adria Arjona estaria sendo cotada pelo DC Studios. A atriz atuou em algumas obras cinematográficas, apresentando um currículo completo, renomada por suas participações na TV, entre elas a série “Andor” e em “Good Omens”. Entretanto, nada foi decidido sobre o assunto ou finalizado e tudo não passa, até o momento, de boatos.

O CEO do DC Studios, James, já anunciou que não pretende escalar o papel de Mulher-Maravilha por enquanto, por pretender aguardar para que o roteiro do novo lançamento esteja concluído e aprovado.

Enredo e adaptação

Inicialmente nomeado de “Supergirl: Woman of Tomorrow” (Supergirl: A Mulher do Amanhã tradução livremente), o longa da protagonista agora se denomina somente como Supergirl, sendo considerado um épico sci-fi, uma adaptação da prestigiada saga escrita por Tom King. Enquanto isso,  a ilustração foi realizada pela brasileira Bilquis Evely nas histórias de HQs da DC.


Atriz Adria Arjona(Foto: reprodução/Amanda Edwards/Getty Images Embed)

No enredo, temos a Supergirl viajando pelo espaço ao invés de estar na Terra, a procura por vingança e justiça enquanto frequenta festas. Cripto, reconhecido como o Supercão, também deve fazer uma aparição no filme. Na adaptação, ela forma uma dupla com a jovem Ruthye Marie Knoll para procurar o culpado pelo assassinato do pai da moça, Krem.

Sean Diddy e o filho Justin são acusados de estupro coletivo em novo processo

Em novo processo, Sean Diddy Combs e seu filho Justin são alvos de novas acusações. Nesta quinta-feira (26), o portal “Page Six” obteve documentos que comprovam que Justin está sendo acusado de atrair para Los Angeles uma mulher de Louisiana, estuprada por seu pai, Sean Combs Diddy e outros dois “homens mascarados”. O caso aconteceu em 2017, conforme relatou a vítima.

A suposta vítima encontrou o filho do rapper no aplicativo Snapchat e, em seguida, ao conversarem, ela alega que Justin a convenceu a realizar uma viagem em abril de 2017 com a promessa de trabalho na indústria do entretenimento. Durante a troca de mensagens, o filho do rapper teria pedido fotos explícitas, nas quais ela concordou em enviar.


Justin Combs (Foto: reprodução/PrinceWilliams/GettyImagensEmbed)

Chegada a Los Angeles e crime

Segundo os documentos do caso, após desembarcar em Los Angeles, ela foi conduzida por dois homens à residência de Justin, onde, a convite do cantor, discutiriam sua suposta carreira profissional.

A mulher conta que ela e Justin Combs passaram uma noite “relaxando” e “conversando”, mas ao perguntar se sairiam de casa no fim de semana, ele respondeu que não.

O filho de Combs ofereceu pílulas, álcool, maconha que a mulher alega acreditar que estavam adulterados. Após o uso de drogas, três homens encapuzados chegaram na casa e, de acordo com ela, um dos suspeitos seria Sean Diddy.

A mulher, que não foi identificada, contou que reconheceu o rapper pela sua expressão corporal e o filho, o chamava de “Pops”. Após o breve encontro, a mulher foi escoltada até um quarto e informada: “é melhor você deixar isso acontecer. Senão…” Segundo ela, os três homens se revezaram para violentá-la sexualmente. O estupro aconteceu do final da noite de sábado até a tarde de domingo.


Sean Diddy e Justin no Gala Pré-GRAMMY (Foto:reprodução/SteveGranitz/GettyImagensEmbed)

Entenda quem é Sean Diddy e o motivo de sua prisão

O nome verdadeiro de Sean Diddy é Sean John Combs, de 54 anos.

Nascido em Nova York, nos Estados Unidos, no dia 4 de novembro, Sean foi preso na mesma cidade, na noite do dia 16 de setembro, em um hotel chamado Park Hyatt.

O rapper, empresário e produtor musical está respondendo a acusações que envolvem tráfico sexual, coerção, distribuição de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Sean Diddy é acusado de liderar um esquema criminoso que inclui tráfico sexual, fraude, obstrução da justiça e coerção. Entre as acusações, constam duas por tráfico sexual e duas por tráfico de pessoas com fins de exploração sexual.

Segundo documentos da Procuradoria, o cantor utilizava sua influência na indústria da música para atrair jovens mulheres, inclusive menores de idade, com falsas promessas de oportunidades profissionais.

Entretanto, conforme as denúncias, essas mulheres eram submetidas a abusos físicos e psicológicos, incluindo relações sexuais forçadas, filmagens não autorizadas e consumo forçado de drogas. Os relatos também apontam casos de agressões físicas, ameaças com arma de fogo e subornos em dinheiro para que as vítimas permanecessem em silêncio.