HBO Max lança trailer de “I Love LA” série criada por Rachel Sennott

A HBO Max divulgou nesta terça-feira (8) o trailer oficial de I Love LA, nova comédia criada, roteirizada e protagonizada por Rachel Sennott. A produção, que estreia em 2 de novembro, acompanha os dilemas de Maia, uma jovem funcionária de uma empresa de gestão de talentos que vê sua vida virar de cabeça para baixo com o retorno de uma antiga conhecida: Tallulah, interpretada por Odessa A’zion.

A atração promete unir humor ácido e crítica social, explorando o impacto da cultura da visibilidade, da competição e da busca incessante por relevância nas plataformas digitais.

Rivalidade, fama e caos em Los Angeles

A trama se desenrola em meio ao cenário frenético da indústria do entretenimento. Ambiciosa e estrategista, Tallulah é uma influenciadora digital disposta a tudo para conquistar o sucesso mesmo que isso signifique atrapalhar o crescimento profissional de Maia. O reencontro entre as duas reacende antigas disputas e passa a interferir na vida pessoal da protagonista, incluindo seu relacionamento com Dylan (Josh Hutcherson).

Entre reviravoltas e momentos cômicos, I Love LA promete retratar, de forma irônica, as tensões e vaidades que permeiam a cultura das redes sociais, abordando temas como ego, ambição, autenticidade, vulnerabilidade e a pressão constante pela imagem perfeita.


Confira o trailer oficial de I Love LA nova série criada e estrelada por Rachel Sennott (Vídeo: Reprodução/Youtube/HboMax)

Elenco estrelado e participações especiais

Além de Rachel Sennott e Odessa A’zion, a série conta com participações de nomes como Leighton Meester (Gossip Girl), Elijah Wood (O Senhor dos Anéis), Moses Ingram, Lauren Holt, Froy Gutierrez e Tim Baltz. A HBO Max confirmou que os episódios serão lançados semanalmente até 21 de dezembro.

Conhecida por papéis em Bottoms e Bodies Bodies Bodies, Sennott se firma também como criadora e roteirista, trazendo para a TV seu olhar afiado sobre a geração digital e os bastidores do estrelato em Hollywood. A série promete ser uma das apostas mais ousadas e comentadas da HBO neste final de ano.

“In-I in Motion”, de Juliette Binoche, será lançado no Brasil em 2026

A distribuidora brasileira Filmes do Estação adquiriu os direitos de exibição do documentário “In-I in Motion”, da atriz e agora cineasta Juliette Binoche. A negociação foi concretizada pouco depois da estreia do longa no Festival Internacional do Rio de Janeiro. A previsão é de que o filme seja lançado no Brasil apenas no primeiro semestre de 2026, oferecendo ao público brasileiro a oportunidade de assistir a esta produção autoral pouco tempo após sua revelação internacional.

O que mostra o documentário

“In-I in Motion” revisita o espetáculo “In-I”, criação de 2007, idealizado por Binoche em parceria com o coreógrafo britânico Akram Khan. A obra originalmente performática viajou por várias partes do mundo e agora é reexaminada sob lentes cinematográficas. O documentário traz cenas inéditas do processo criativo, ensaios e reflexões pessoais da atriz sobre os desafios e transformações que a experiência da dança e da performance trouxeram à sua vida artística.

Carreira de Juliette Binoche como pano de fundo

A trajetória de Binoche é marcada por prêmios importantes e reconhecimento artístico internacional — o documentário destaca esse percurso, mostrando como sua identidade artística se molda também por meio da interseção entre cinema, dança e performance ao vivo. A presença de In-I in Motion em festivais como o Rio ajudou a garantir visibilidade ao filme e abriu caminho para sua distribuição no Brasil e ganhar mais visibilidade.


 Postagem de Juliette a respeito do seu filme (Foto: reprodução/Instagram/@juliettebinoche)

Importância para o cinema nacional

A estreia de “In-I in Motion” no Brasil contribui para diversificar o repertório cultural disponível no circuito de documentários e filmes de arte no país. Com lançamentos como esse, audiências brasileiras têm a chance de acompanhar produções internacionais que fogem ao mainstream, enriquecendo discussões estéticas e ampliando o acesso ao cinema autoral.

Tesla aposta em versão “popular” do Model Y para reacender o interesse global por seus elétricos

A Tesla prepara o lançamento de uma versão mais acessível do Model Y, seu SUV elétrico mais vendido, em uma jogada estratégica para reconquistar o público e enfrentar a desaceleração nas vendas globais.

Nos últimos trimestres, a empresa viu seus números perderem o brilho diante da avalanche de novos concorrentes, especialmente marcas chinesas como BYD e XPeng, que dominam o segmento de elétricos de entrada. Agora, Musk tenta transformar o que antes era luxo em desejo acessível: um Tesla mais “pé no chão”, mas ainda com o DNA futurista que construiu o mito da marca.

Da promessa ao reposicionamento

A ideia de um Tesla popular não é nova. Desde 2020, Musk flerta com o conceito de um modelo abaixo dos US$ 30 mil, mas o projeto parecia ter sido engavetado diante dos altos custos de produção e da pressão dos acionistas por margens robustas.

Desta vez, o plano é diferente: reaproveitar a base do Model Y, reduzir componentes, otimizar baterias e simplificar o design, tudo sem comprometer a segurança ou o desempenho que tornaram o carro um ícone global. Se der certo, a Tesla poderá preencher um espaço ainda pouco explorado entre os modelos premium e os elétricos compactos de entrada, aproximando-se de um público que sempre admirou a marca à distância.

Um mercado mais competitivo do que nunca

O desafio é grande. Montadoras tradicionais como Volkswagen, GM e Hyundai já oferecem SUVs elétricos com preços agressivos, enquanto startups asiáticas ganham escala e dominam o custo das baterias.


Imagem de informações de preço do Tesla (Foto: reprodução/x/@niccruzpatane)

Para competir, a Tesla aposta no que sabe fazer melhor: software, eficiência e experiência de usuário. O ecossistema de recarga Supercharger, a integração com o aplicativo e o piloto automático seguem como trunfos de fidelização.

Mas o segredo estará no equilíbrio entre preço e percepção de valor. Um Tesla “barato” pode atrair novos consumidores, ou diluir o prestígio que sustenta seu posicionamento premium.

O impacto além das garagens

Se o plano funcionar, o mercado automotivo pode entrar em uma nova fase. Preços mais baixos podem democratizar o acesso à mobilidade elétrica e pressionar governos a ampliar infraestrutura e incentivos. A longo prazo, a jogada de Musk é mais do que comercial: é simbólica. Trata-se de redefinir o que significa “inovação acessível” em uma era em que sustentabilidade e tecnologia deixaram de ser luxo e passaram a ser expectativa.

Com o novo Model Y “popular”, a Tesla não quer apenas vender mais, quer voltar a liderar a conversa sobre o futuro dos automóveis elétricos. Resta saber se o público verá esse novo capítulo como o início de uma revolução democrática ou como o primeiro sinal de que até os gigantes da inovação precisam aprender a ser humildes diante da concorrência.

Apple prevê lançamento de primeiro aparelho dobrável para 2026

A Apple lançou nas últimas semanas o seu mais novo modelo, o iPhone 17, com um grande sucesso de vendas. Contudo, os usuários estão ansiosos para que a marca lance o primeiro aparelho dobrável da companhia.

Segundo Mark Gurman, analista veterano da Apple na revista Bloomberg, a Apple deve lançar seu primeiro modelo dobrável em 2026: “O iPhone dobrável será a estrela da linha de produtos da Apple em 2026”, explicou ele em sua coluna do portal, chamada Power On.

Como será

Conforme publicado em sua coluna, Gurman explica que o primeiro aparelho dobrável da Apple será “superfino e uma conquista de design”, combinando o formato mais fino do iPhone da Apple com a tecnologia de dobra de ponta. O modelo mais fino foi lançado recentemente, o iPjhone 17 Air, com apenas 5,7 mm de espessura e 165g. Porém, para unir alta tecnologia e design de ponta, o colunista estima que o valor do produto final não deve sair por menos de US$ 2 mil.

Segundo Gurman, a fabricação do iPhone dobrável envolverá a Foxconn na China, apesar das recentes especulações sobre a possível produção na Índia. O novo modelo, previsto para 2026, deve ser apresentado ao público próximo à janela de lançamento tradicional da Apple no outono, “mais ou menos”, afirma o colunista da Bloomberg.

Ming-Chi Kuo, analista da TF International Securities, um grupo de serviços financeiros na região da Ásia-Pacífico, já havia delineado as especificações do iPhone dobrável, incluindo uma tela interna de 7,8 polegadas e uma tela externa de 5,5 polegadas, com preços que variam entre US$ 2.000 e US$ 2.500. Segundo ele, a companhia planeja abdicar do Face ID em favor do Touch ID integrado ao botão lateral para otimizar o espaço interno.


Possível modelo dobrável de iPhone (Foto: reprodução/Instagram/@futuretech)

Nenhuma novidade

O colunista Mark Gurman destacou que, ao contrário dos outros produtos lançados pela empresa, o modelo dobrável não será uma novidade no mercado: “ O primeiro dobrável da Apple não quebrará nenhuma barreira tecnológica nem redefinirá a categoria. A Samsung já cuidou de grande parte do trabalho pesado”.

Contudo, ele também destacou que os consumidores da marca são fiéis e que há muito tempo desejavam um dispositivo dobrável, mas não estavam dispostos a migrar para o Android para obtê-lo. A Apple pretende, com isso, suprir esta necessidade.

Além disso, a companhia possui uma capacidade incomparável de comercializar hardware premium para os consumidores, como fez com o modelo iPhone 17. E isso pode tornar a empresa dominante no mercado de aparelhos dobráveis ​​poucos meses após seu lançamento.

Apresentador da Globo, Rafael Portugal marca presença no lançamento de Caos, a Teoria, obra escrita pelo renomado autor Alby Azevedo

A Buzz Editora promoveu na noite da última quarta-feira, 24/09, em sua sede na capital paulista, o lançamento de Caos, a Teoria, obra escrita por Alby Azevedo, que recebeu convidados especiais, entre eles, o humorista e apresentador da TV Globo, Rafael Portugal que animou a plateia com muito humor e música.

Em Caos, a Teoria, Alby apresenta uma jornada que vai desde as mesas de pôquer até os bastidores das startups milionárias e que ensina o leitor a reconhecer padrões ocultos na aparente aleatoriedade, a gerir a imprevisibilidade e a usar o caos como motor de inovação e crescimento.


Autor apresenta os destaques de sua obra durante palestra para convidados | Reprodução/Nuno Henrique

Rafael Portugal marcou presença no lançamento de Caos, a Teoria da Buzz Editora (Crédito Nuno Henrique)

Rafael Portugal prestigiou lançamento de Caos, a Teoria da Buzz Editora (Crédito Nuno Henrique)

Sessão de autógrafos para convidados na sede da Buzz Editora (Crédito Nuno Henrique)

Sessão de autógrafos para convidados na sede da Buzz Editora (Crédito Nuno Henrique)

Autor apresenta os destaques de sua obra durante palestra para convidados (Crédito Nuno Henrique)

Sobre o autor

Alby Azevedo é escritor, designer de soluções e estrategista de negócios. Das graduações que realizou durante sua vida, a de literatura americana foi a que mais despertou seu interesse por narrativa e análise. Ao longo da carreira, ele se destacou por transformar ideias complexas em soluções práticas e inspirar empreendedores a lidar com desafios reais a partir de novas perspectivas. Iniciou sua carreira como autor de livros educacionais, transformando conceitos complexos em conhecimento acessível graças a habilidade que se tornaria sua marca registrada ao longo de sua trajetória profissional. Com décadas experiência, explorou e aplicou a Teoria do Caos em inovação, comportamento humano, tecnologias descentralizadas e tomada de decisões estratégicas. Conhecido por unir profundidade narrativa com precisão analítica, Alby continua a inspirar e liderar projetos que remodelam indústrias e expandem a maneira como as pessoas pensam sobre complexidade, incerteza e o futuro.

Sobre a Buzz Editora

Fundada em 2016 por Anderson Cavalcante, a Buzz Editora tem como missão publicar histórias que inspiram e geram mudanças nos leitores. Publicou livros que se tornaram best-sellers de autores como Flávio Augusto, Rick Chesther, João Appolinário e Caio Carneiro. Além dos livros de negócios e desenvolvimento pessoal, também possui um forte catálogo de ficção, com obras que entraram na lista do New York Times. Na Buzz, não é você que vira a página — é a página que vira você

WhatsApp lança ferramenta de tradução de mensagens

O WhatsApp está implantando oficialmente uma nova funcionalidade que permite traduzir mensagens diretamente dentro das conversas, sem a necessidade de copiar o texto e usar um aplicativo ou serviço externo. A novidade foi anunciada em seu blog oficial e já está sendo liberada gradualmente para usuários de Android e iPhone.

Como funciona

Basta pressionar a mensagem que você recebeu e selecionar a opção “Traduzir”. Isso pode ser feito em conversas individuais, de grupo ou em canais. Já em dispositivos Android, haverá uma opção para ativar tradução automática em uma conversa inteira, assim todas as mensagens recebidas naquele chat serão traduzidas automaticamente.

Inicialmente o recurso funcionará com seis idiomas no android: inglês, espanhol, hindi, português, russo e árabe. Já no iPhone, o número de idiomas é maior, sendo mais de 19 idiomas disponíveis.

Além do WhatsApp enfatizar que a tradução ocorrerá localmente no aparelho do usuário, ou seja, o texto não será enviado aos servidores da empresa para tradução nem armazenado por eles nesse processo. Isso ajuda a manter a privacidade do conteúdo das mensagens.

Por que isso é importante

A ferramenta promete impactar bastante a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes, sem barreiras externas, isso é útil para conversas familiares, trabalho, grupos internacionais ou para quem está viajando. Além de facilitar a interação em grupos e canais onde há diversidade linguística, reduzindo fricções e esforço extra de copiar/colar ou recorrer a apps externos de tradução.


Novidades nas conversas do WhatsApp(Reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)

A tradução automática por chat eleva ainda mais a conveniência, tendo menor interrupção no fluxo de mensagens.

Possíveis desafios

A chegada da tradução nativa ao WhatsApp, embora promissora, levanta alguns questionamentos importantes. A qualidade das traduções ainda é uma incógnita, principalmente em contextos informais que envolvem gírias, expressões regionais ou algo cultural, elementos que costumam desafiar sistemas automatizados.

Outro ponto de atenção é o desempenho técnico de como o recurso será processado localmente, usuários em dispositivos mais antigos ou com hardware limitado podem enfrentar atrasos ou até sobrecarga no funcionamento do aplicativo. Além disso, a restrição inicial de apenas seis idiomas no Android pode se tornar uma barreira para quem mantém contato com pessoas de outras nacionalidades, limitando o potencial global da ferramenta em sua fase de estreia.

Essa novidade está sendo liberada gradualmente, igual muitas das novidades do whatsapp, então nem todos os usuários terão acesso imediato, mesmo em Android ou iPhone. À medida que o rollout avance, espera-se que mais pessoas recebam a função.

Então, em suma, esta função de tradução do WhatsApp pode representar um salto de facilidade na comunicação, tão significativo quanto foi a possibilidade de chamar alguém por vídeo há alguns anos. Se executada bem, com tradução de qualidade e respeito à privacidade, pode se tornar uma das ferramentas mais úteis do mensageiro para usuários globais.

Justin Bieber movimenta fãs e prepara lançamento do álbum “SWAG 3”

Justin Bieber surpreendeu o público ao lançar dois álbuns em menos de dois meses, movimentando as paradas de streaming e reacendendo o entusiasmo dos beliebers. Agora, rumores indicam que o astro pode em breve anunciar o “SWAG 3”, terceira parte da trilogia que já soma 44 músicas e mais de duas horas de material.

Rumores ganham força com publicações de insider

Os fãs de Justin Bieber mal tiveram tempo de digerir a chegada dos álbuns “SWAG” e “SWAG II” e já especulam um terceiro volume da série. O perfil @ABTLABinsider, conhecido por antecipar passos certeiros do cantor, publicou apenas “SWAG 3” em seu X (antigo Twitter), suficiente para inflamar os beliebers. Foi esse mesmo perfil que revelou com antecedência a existência do primeiro “SWAG” e a futura apresentação de Justin no Coachella 2026.

A possibilidade de um terceiro álbum não soa absurda. O astro vem passando longas jornadas em estúdio e deu pistas disso em postagens recentes. Como os dois primeiros volumes somam impressionantes 44 faixas e mais de duas horas de música, acredita-se que ele tenha material de sobra para continuar a trilogia.


Publicação do insider incendiou rumores sobre o lançamento do “SWAG 3” (Foto: Reprodução/X/@ABTLABinsider)

Comparação entre “SWAG” e “SWAG II”

O impacto comercial, no entanto, mostrou diferenças claras. O “SWAG”, lançado em julho, colocou seis músicas no Top 10 global do Spotify, incluindo “DAISIES”, que liderou com 8,3 milhões de streams no primeiro dia. Todas as 21 faixas figuraram no Top 200 global, consolidando o retorno de Bieber às paradas.

Já o “SWAG II”, lançado em 5 de setembro, teve desempenho menor. A faixa “LOVE SONG” alcançou 1,4 milhão de streams em 24 horas e chegou ao 110º lugar, enquanto “SPEED DEMON” apareceu em 132º. Fora isso, nenhuma outra música entrou no Top 100. Ainda assim, o álbum elevou Justin do oitavo para o segundo lugar no ranking Daily Top Artists Global, atrás apenas de Taylor Swift.


Confira “LOVE SONG” a faixa de maior destaque do álbum SWAG (Vídeo: Reprodução/Youtube/JustinBieber)

Mesmo com a diferença de alcance, a estratégia se manteve discreta: poucas entrevistas, nenhuma performance oficial e vídeos caseiros no Instagram. Agora, entre rumores, estúdio e expectativa, os fãs aguardam se Justin confirmará oficialmente o aguardado “SWAG 3”.

Wicked: Parte 2 divulga teaser final nesta quarta-feira

A espera dos fãs está quase no fim. Wicked: Parte 2 terá seu trailer final divulgado nesta quarta-feira (24), trazendo novas cenas da amizade e dos desafios de Glinda e Elphaba. O longa estreia nos cinemas brasileiros em 20 de novembro, prometendo emocionar e expandir a história iniciada no primeiro filme, lançado em novembro de 2024, que conquistou público e crítica com sua narrativa envolvente e trilha sonora marcante.

Trailer final aumenta expectativa

O primeiro filme adaptou o aclamado musical de Stephen Schwartz e Winnie Holzman, baseado no livro de Gregory Maguire, mostrando a origem da rivalidade e da amizade entre Glinda, a bruxa boa, e Elphaba Throbb, a Bruxa Má do Oeste. A produção destacou-se não apenas pelas atuações de Ariana Grande e Cynthia Erivo, mas também pela cenografia impressionante e pelos números musicais que conquistaram fãs no mundo todo.

Em Wicked: Parte 2, a trama avança com Elphaba e Glinda enfrentando novos desafios ao serem chamadas pelo Mágico de Oz à Cidade Esmeralda, revelando segredos do reino que colocam à prova a força de sua amizade. O longa aprofunda a jornada das protagonistas, mostrando o crescimento emocional de Elphaba e Glinda, e revela ainda mais sobre a complexidade do universo de Oz antes da chegada de Dorothy. O trailer final será divulgado ainda nesta quarta-feira. 


Teaser divulgado do universo de Wicked antecipando o trailer final da saga (Vídeo: reprodução/Instagram/@wickedmovie)

Elenco estelar e estreia no Brasil

Ariana Grande e Cynthia Erivo retornam aos papéis de Glinda e Elphaba, trazendo ainda mais intensidade à história. O elenco inclui Jonathan Bailey, Michelle Yeoh, Jeff Goldblum, Marissa Bode, Ethan Slater, Bowen Yang e Bronwyn James. O filme mantém o visual grandioso do primeiro, com figurinos deslumbrantes, cenários espetaculares e músicas inesquecíveis, prometendo emocionar tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

Com versões já montadas em diversos países, incluindo o Brasil com Fabi Bang e Myra Ruiz, Wicked consolida-se como um fenômeno teatral que agora ganha ainda mais vida nos cinemas com a segunda parte da saga, reforçando o legado do musical e a importância de sua história no universo cultural global.

Miley Cyrus surpreende fãs e anuncia single “Secrets” para essa sexta-feira

Miley Cyrus deixou o mundo da música movimentado na última terça-feira (16), quando anunciou em suas redes sociais seu próximo lançamento: o single “Secrets” (Segredos), uma parceria com Fleetewood Mac, acompanhado de um clipe para o final dessa semana, na sexta-feira (19).

O que mais deixou seus fãs surpresos foi o fato de que a canção já havia sido mencionada em público pela artista várias vezes, mas ela nunca havia feito menção de lançá-la oficialmente, até agora.

Letra íntima e pessoal

Em agosto desse ano, seu pai, Billy Ray Cyrus, postou um vídeo de si mesmo caminhando no que parece ser uma fazenda, e ao fundo, podemos escutar uma prévia do single: “Para meu aniversário, Miley me deu o presente da música e me escreveu uma canção chamada ‘Secrets’, com meus músicos favoritos Fleetwood Mac para tocarem junto.”, disse, após se declarar para a filha dizendo que a ama.


 
Anúncio do single Secrets (Vídeo: reprodução/Instagram/@mileycyrus)

Em entrevista, Miley comentou mais a fundo sobre a música: “Escrevi essa música sobre meu pai, porque queria que ele me contasse todos [os segredos — tradução de ‘Secrets’]. Mesmo que não quisesse saber, queria ser aquela com quem ele se sentiria seguro o suficiente para contar as coisas que estivessem afetando a família”, disse.

Ela prosseguiu, comentando sobre como a letra também reflete, de alguma maneira, os demais membros de sua base familiar: “Queria que soubessem que já sou velha o suficiente para saber, que minha família sentisse que sou um lugar seguro”, finalizou.

Previa deixa fãs animados

Apesar do lançamento oficial ser apenas na sexta feira, através de Billy Ray e até mesmo de Miley, os internautas já puderam ouvir alguns pedaços da letra e já sabem que ritmo os esperam: “Quero guardar seus segredos, como a luz do sol nas sombras. Nunca vou quebrar minhas promessas, como a canção de um pássaro no silêncio.”, diz trecho da música.


 
Trecho de 'Secrets' (Vídeo: reprodução/X/@mileycyrusbz)

Vale lembrar que após o divórcio dos pais da cantora, ela e o pai tiveram uma briga que, mais para frente, se tornou pública após ambos deixarem de se seguir em suas redes sociais, e internautas teorizaram que seria por ela tomar o partido da mãe, Tish. Esse ano, Miley disse que sua relação com Billy Ray havia melhorado, e fãs ficaram felizes ao vê-los interagindo de forma carinhosa novamente, levando essa música ser um grande passo na carreira e vida pessoal da artista.

iPhone 17 no Brasil: aparelho de luxo global possui preço quase inacessível

O lançamento do iPhone 17 confirmou uma realidade já conhecida pelos brasileiros: por aqui, o smartphone da Apple custa mais do que em quase qualquer outro lugar do mundo. De acordo com comparativos internacionais, o Brasil aparece em segundo lugar no ranking dos preços mais altos, atrás apenas da Turquia.

Preço que pesa no bolso

No mercado brasileiro, o modelo mais básico do iPhone 17 chega às lojas por R$ 7.999, o que equivale a cerca de US$ 1.494 na cotação atual. Em solo turco, o mesmo aparelho ultrapassa o equivalente a US$ 1.880, consolidando o país como o mais caro do ranking global. Em contraste, consumidores de mercados como os Estados Unidos ou Japão desembolsam bem menos, o que reforça a sensação de injustiça para quem sonha em ter o aparelho no Brasil.

O preço elevado não é apenas fruto da estratégia da Apple. Ele é resultado de uma combinação de fatores que pressionam o bolso do consumidor brasileiro, como tributação em cascata, em cada imposto incidente sobre produtos eletrônicos aumenta o valor final, desde a importação até a venda no varejo. O dólar instável também faz com que a oscilação cambial encareça ainda mais o produto, já que grande parte dos custos é atrelada à moeda americana. Margens de mercado: logística, transporte e margens de revendedores também pesam na equação.


Informações dos novos iPhones 17  (Foto: reprodução/x/@theapplehub)

Reflexo no consumo

O impacto é direto: muitos brasileiros acabam adiando a compra, buscam alternativas como parcelamentos longos, ou recorrem a importações paralelas feitas por viajantes e revendedores independentes. O alto custo também reforça o mercado cinza, onde aparelhos chegam sem nota fiscal ou garantia oficial.

Para grande parte da população, o iPhone deixa de ser apenas um objeto de desejo e se transforma em símbolo de desigualdade, um artigo de luxo inacessível.

O futuro do preço no país

Especialistas em economia apontam que mudanças estruturais seriam necessárias para reduzir essa distância entre o Brasil e outros mercados. Menor carga tributária, produção nacional mais robusta e estabilidade cambial são algumas das medidas que poderiam tornar os próximos lançamentos menos dolorosos para o bolso do consumidor.

Enquanto isso, o iPhone 17 no Brasil permanece um exemplo claro de como tecnologia de ponta e altos impostos se encontram em um mesmo aparelho, desejado por muitos, mas adquirido por poucos.