Acordo Bilionário com a Eli Lilly Impulsiona ABL Bio e Leva Fundador ao Clube dos Bilionários

A indústria global de biotecnologia ganhou um novo protagonista nesta semana. A sul-coreana ABL Bio firmou um acordo de até US$ 2,6 bilhões com a farmacêutica americana Eli Lilly, impulsionando as ações da empresa e elevando o fundador, Lee Sang-hoon, ao seleto grupo dos bilionários.

O movimento marca um dos maiores contratos já assinados por uma empresa coreana na área de neurociência e reforça a corrida internacional por plataformas capazes de superar a barreira hematoencefálica, obstáculo central no desenvolvimento de tratamentos para doenças como Parkinson e Alzheimer.

Tecnologia que desperta apetite global

O negócio gira em torno do Grabody-B, tecnologia desenvolvida pela ABL Bio que permite que anticorpos atravessem a proteção natural do cérebro e cheguem aos neurônios. A Eli Lilly pagará US$ 40 milhões de imediato e pode desembolsar bilhões adicionais conforme metas de pesquisa e avanço clínico forem cumpridas.


Imagem da pessoa por trás do sucesso da empresa (foto:reprodução/x/@angelosgeo)


O acordo provocou uma disparada nas ações da empresa na bolsa Kosdaq, refletindo a confiança do mercado no potencial da plataforma. A valorização elevou o patrimônio de Lee, que detém cerca de 23% do grupo, para acima de US$ 1,5 bilhão.

Crescimento sustentado e estratégia agressiva

Embora o contrato com a Lilly tenha sido o mais expressivo, a ABL Bio já vinha atraindo atenção de grandes multinacionais. A empresa fechou recentemente parcerias com a britânica GSK e, antes disso, com a Sanofi, todas voltadas para terapias que exploram mecanismos de entrega ao sistema nervoso central.

Internamente, os números também acompanham o ritmo. No último semestre, a ABL Bio multiplicou sua receita em relação ao ano anterior e reverteu prejuízo em lucro, um feito pouco comum para empresas em estágio avançado de pesquisa científica.

O cientista que virou CEO bilionário

A ascensão de Lee Sang-hoon carrega traços de uma trajetória típica do setor. Pesquisador formado nos Estados Unidos e com passagem por centros de referência como Harvard e UCSF, ele atuou em empresas de biotecnologia do Vale do Silício antes de retornar à Coreia do Sul para fundar a ABL Bio, em 2016.

Desde então, Lee conduz a empresa com foco em plataformas proprietárias e estratégia de licenciamento, modelo que permite financiar pesquisas de longo prazo sem depender da aprovação final dos medicamentos.

O que vem pela frente

Para a ABL Bio, o acordo fortalece sua posição e garante fôlego financeiro para avançar em novos projetos. Para a Eli Lilly, representa uma aposta ousada em uma tecnologia que pode desbloquear uma nova geração de tratamentos neurológicos.

Mas o caminho ainda é longo. Terapias que dependem da travessia da barreira hematoencefálica enfrentam desafios técnicos, risco clínico elevado e regulações rigorosas. Mesmo assim, o acordo sinaliza que o setor está disposto a investir alto no que pode ser o próximo grande salto da neurociência.

Com a assinatura bilionária, a Coreia do Sul consolida mais um nome entre as potências da inovação biomédica, e Lee Sang-hoon, agora bilionário, torna-se o rosto mais recente dessa virada.

Warren Buffett acelera doações e redefine o próprio legado

Aos 95 anos, Warren Buffett começa a colocar em prática um dos capítulos mais pessoais e simbólicos de sua trajetória: distribuir, em vida, a fortuna que levou mais de oito décadas para construir. O “Oráculo de Omaha”, como é conhecido no mundo financeiro, anunciou que pretende acelerar as doações de sua riqueza, estimada em cerca de US$ 149 bilhões, e destinar valores maiores às fundações de seus três filhos.

Um gesto planejado, não improvisado

Buffett nunca escondeu que não pretendia deixar sua fortuna integralmente como herança. Desde os anos 2000, ele repete a frase que se tornou sua filosofia familiar: “Deixe para seus filhos dinheiro suficiente para que possam fazer qualquer coisa, mas não tanto a ponto de não precisarem fazer nada.”

Agora, esse princípio ganha forma prática. As fundações criadas por seus filhos, a Sherwood Foundation, de Susan; a Howard G. Buffett Foundation, de Howard; e a NoVo Foundation, de Peter, passam a ser o canal preferencial das novas doações. O investidor quer garantir que seus herdeiros tenham tempo e autonomia para conduzir os recursos conforme seus próprios valores.

A filantropia como sucessão

O movimento de Buffett vai muito além da caridade: é também uma forma de planejamento sucessório ético. Em vez de transferir apenas riqueza, ele transfere responsabilidade.


Acionista Warren Buffet em recente aparição (Foto: reprodução/x/@smtgpt)


Enquanto muitos bilionários se preocupam em proteger patrimônio, Buffett parece mais interessado em libertá-lo. “Ele entende que o capital deve circular, e que o verdadeiro legado está na utilidade que o dinheiro tem, não no tamanho da conta”, comenta a economista e especialista em governança corporativa Marisa Oliveira.

Berkshire Hathaway em transição

A decisão de acelerar as doações coincide com o início de uma nova fase na Berkshire Hathaway, conglomerado que Buffett transformou em uma das empresas mais poderosas do planeta. O investidor vem gradualmente se afastando da rotina executiva, preparando Greg Abel para assumir o comando definitivo.

Essa movimentação, segundo analistas, reforça a transição geracional não só na empresa, mas também na filosofia de vida do bilionário. “Buffett sempre foi um símbolo do capitalismo racional e paciente. Agora, ele se torna símbolo de uma filantropia planejada, igualmente racional, mas voltada para o impacto social”, avalia o economista e consultor financeiro André Barreto.

De acumulador a doador

Buffett já doou mais de US$ 50 bilhões ao longo das últimas décadas, principalmente à Fundação Bill & Melinda Gates. No entanto, ao priorizar agora as instituições ligadas aos filhos, ele dá um passo mais pessoal, uma espécie de reconciliação entre o império financeiro que construiu e a herança familiar que deseja deixar.

O investidor parece consciente de que cada cheque assinado é também um símbolo de tempo. Ao acelerar as doações, ele não apenas move recursos, ele move o relógio da própria história.

O futuro do legado Buffett

A nova etapa de doações deve redesenhar o mapa da filantropia americana nas próximas décadas. As três fundações familiares têm focos diferentes, educação, combate à pobreza e desenvolvimento sustentável, e devem ganhar escala com os novos aportes.

Mas o que mais chama atenção é o tom sereno e calculado de Buffett. Ele não age por impulso, nem por vaidade tardia. Age por coerência: cumpre, até o fim, a lógica que sempre o guiou — a de que o valor real das coisas está no longo prazo.

Mais que dinheiro um exemplo

Ao acelerar as doações, Buffett oferece algo que vai além de cifras: um roteiro de como usar poder econômico com propósito. Sua atitude desafia o imaginário do “bilionário intocável” e reforça a ideia de que o sucesso financeiro pode, e deve, ser devolvido à sociedade.

No fim, talvez seja isso que Buffett sempre quis provar: que o maior investimento de uma vida é aquele que continua rendendo frutos depois que o lucro deixa de importar.

Hailey Bieber revela desejo de ter mais filhos: “mas não tenho pressa”

Hailey Bieber revelou seu desejo de ter mais filhos e fez elogios ao marido, Justin Bieber, de 31 anos, destacando sua atuação como pai. A modelo e empresária deu à luz o primeiro filho do casal, Jack Blues Bieber, no ano passado.

Em entrevistas recentes, ela tem falado abertamente sobre os desafios e alegrias da maternidade, reforçando que formar uma família sempre foi um dos seus maiores sonhos. A declaração reacende o interesse dos fãs sobre os próximos passos do casal, que segue compartilhando momentos íntimos e afetuosos nas redes sociais.

Hailey: “Quero mais de um filho”

Durante sua participação no podcast In Your Dreams With Owen Thiele, Hailey Bieber compartilhou seu desejo de ampliar a família. “Quero ter mais de um filho, mas não tenho pressa”, afirmou a modelo, acrescentando que sempre sonhou com a maternidade: “Desde pequena, me imaginava com filhos”.

A declaração reforça o momento de estabilidade emocional vivido por Hailey, que tem se dedicado à vida pessoal e profissional com equilíbrio. Admirada por sua transparência, ela tem conquistado ainda mais apoio dos fãs ao compartilhar seus planos com naturalidade e afeto.


Publicação no Instagram de Hailey Bieber (Foto: reprodução/Instagram/@haileybieber)

Hailey fala sobre maternidade

A modelo também falou sobre sua experiência com a maternidade, revelando que enfrentou inseguranças no início por não saber exatamente o que esperar. Segundo ela, o processo de adaptação acontece aos poucos, com aprendizados diários. “Cada novo dia é uma descoberta sobre como ser mãe, sobre o que funciona melhor para o meu filho e também para mim”, afirmou.

Ela ressaltou a importância do apoio que recebe do marido, Justin Bieber, e da rede de suporte que os cerca. Segundo a modelo, o cantor é bastante presente na rotina familiar, e ela conta com assistência integral nos cuidados com o filho, Jack. “Não vejo problema nenhum em falar sobre isso”, afirmou.

Também reforçou que esse suporte é fundamental para conciliar sua carreira com a maternidade e destacou que o filho está sempre rodeado de afeto, seja com os pais ou com os padrinhos.

Caio Henrique enaltece passagem pelo Fluminense e projeta futuro com possível retorno ao Tricolor

Convocado novamente para atuar na Seleção Brasileira contra Coreia do Sul e Japão nos dias 10 e 14 deste mês, o lateral-esquerdo Caio Henrique, atualmente no Mônaco, da França, vive uma fase de afirmação. Aos 27 anos, o jogador aproveitou a oportunidade para destacar seu vínculo emocional com o Fluminense, clube que considera decisivo para o rumo da sua carreira. Questionado sobre uma possível volta ao futebol brasileiro, foi direto: se depender dele, o Tricolor das Laranjeiras seria o destino ideal.

A reconstrução no Rio de Janeiro

Revelado pelo Santos, onde iniciou nas categorias de base em 2008, Caio chamou atenção cedo e foi contratado pelo Atlético de Madrid em 2016. A experiência na Espanha, porém, foi marcada por empréstimos e pouco espaço. Foi no Brasil que ele voltou a ganhar protagonismo: primeiro no Paraná, depois no Fluminense, em 2019.

Nas Laranjeiras, sob a batuta de Fernando Diniz, deixou para trás a função de meio-campista e se reinventou como lateral-esquerdo. Essa transição não apenas salvou sua carreira como abriu portas para o retorno à Europa. “Foi o Fluminense que acreditou em mim quando mais precisei. Lá eu me reencontrei com o futebol e com a alegria de jogar. Esse carinho nunca vai se apagar”, declarou o jogador.

Consolidação no futebol europeu

Em 2020, Caio Henrique desembarcou no Mônaco, onde rapidamente se firmou como titular absoluto. Desde então, acumula quase 200 partidas, além de participações diretas em gols com assistências precisas, uma de suas maiores marcas. A regularidade o transformou em referência na Ligue 1 e o colocou no radar da Seleção Brasileira, agora comandada por Carlo Ancelotti.


Imagem de Caio Henrique quando atuava pelo tricolor (foto:reprodução/x/@leonardofmv)

Para o lateral, a convocação é mais um passo na trajetória de consolidação internacional. “É fruto do trabalho consistente. Chegar à Seleção mostra que todo o esforço valeu a pena”, afirmou.

O desejo de voltar ao Flu

Apesar da estabilidade na Europa, Caio não esconde a vontade de, um dia, retornar ao futebol brasileiro. Entre as opções, deixou claro que o Fluminense teria prioridade, pela ligação afetiva e pela chance de reviver momentos especiais. “Se um dia eu voltar, seria natural vestir novamente essa camisa. Foi lá que me senti valorizado como atleta e como pessoa”, disse.

Enquanto isso, o Tricolor observa de longe. Para a torcida, a simples declaração reacende o sonho de ter novamente um lateral de alto nível, em fase madura, vestindo a camisa verde, branca e grená.

Startup transforma fungo em ingrediente alimentar e atrai investimento europeu

Uma jovem foodtech brasileira começa a chamar atenção no cenário internacional ao transformar fungos em base para alimentos sustentáveis e nutritivos. A Typcal recebeu um aporte de 350 mil euros de uma aceleradora belga e já traça o próximo passo: abrir capital em uma rodada de Série A para escalar sua produção global.

Da cerveja para a mesa

O segredo da inovação está na fermentação do micélio, parte subterrânea dos fungos. Alimentado com resíduos da indústria cervejeira, o processo gera um gel neutro em sabor e rico em proteínas e fibras. Esse ingrediente pode ser usado em pães, sorvetes, bebidas, massas e até rações.


Informações sobre os alimentos que a Typcal produz (Foto: reprodução/Typcal)

A tecnologia é vista como uma alternativa às proteínas vegetais tradicionais, pois não carrega o gosto residual comum à soja ou à ervilha. Além disso, o tempo de produção é muito mais curto: apenas 24 horas de fermentação, contra dois a três dias de outros métodos disponíveis no mercado.

Expansão planejada

Com o novo investimento, a foodtech vai instalar uma subsidiária na Bélgica, aproveitando o ambiente favorável à biotecnologia europeu. No Brasil, os planos envolvem a construção de uma fábrica em Curitiba ainda em 2025, com capacidade de até cinco toneladas por mês e expectativa de faturamento inicial de R$ 5 milhões.

A meta é preparar o terreno para uma rodada Série A em 2026, que permitirá levar o produto a mercados estratégicos da América Latina, Estados Unidos e Europa.

Apesar do entusiasmo, a startup reconhece que enfrenta dois obstáculos centrais: educação do mercado, já que muitos consumidores e indústrias ainda desconhecem o potencial do micélio; e falta de infraestrutura local, pois equipamentos de fermentação de alta tecnologia são mais comuns na Europa do que na América Latina.

Ainda assim, a busca global por ingredientes sustentáveis e funcionais abre espaço para que soluções como essa conquistem nichos de alto valor agregado.

O futuro do micélio

Ao apostar em fermentação acelerada e uso inteligente de resíduos, a foodtech se posiciona como parte da nova geração de empresas que redefinem a relação entre biotecnologia e alimentação. Se conseguir superar barreiras regulatórias e educacionais, pode se tornar referência em uma indústria que busca cada vez mais unir saúde, eficiência e sustentabilidade.

Aos 49 anos, Leonardo DiCaprio anuncia nova fase da carreira no cinema

Em uma entrevista concedida ao veículo People durante a estreia de Uma Batalha Após a Outra, no Chinese Theatre em Hollywood, Leonardo DiCaprio compartilhou o que descreve como o “próximo capítulo” de sua carreira — uma fase em que pretende desacelerar e ser mais criterioso em relação aos projetos que aceita.

Sem aposentadoria

O astro, no entanto, tratou logo de dissipar qualquer rumor sobre aposentadoria: “Estou desacelerando um pouco”, afirmou, ao mesmo tempo em que garantiu que manterá a agenda ativa para trabalhos que realmente ressoam com ele.

Essa decisão de reduzir o ritmo de atuação surge justamente em um momento de celebração profissional, com o lançamento do aguardado longa dirigido por Paul Thomas Anderson. No filme, DiCaprio interpreta Bob, um revolucionário falido e paranoico que vive isolado da sociedade. O ator revelou que há tempos nutria o desejo de colaborar com Anderson, e que quando leu o roteiro, sentiu que aquele era o papel ideal para esse momento de sua carreira.


Leonardo DiCaprio em premiere de seu novo filme (Foto; reprodução/David Jon/Getty Images Embed)

Durante o evento de estreia em Los Angeles, DiCaprio enfatizou que apesar de estar entrando nessa fase mais comedida, ainda está aberto a projetos especiais, especialmente aqueles dirigidos por cineastas com quem possui afinidade criativa — como é o caso de Anderson.

Esta decisão marca uma nova etapa na trajetória do ator, que deixa claro desejar equilíbrio entre vida pessoal e profissional, valorizando papéis que tenham significado e impacto duradouros.

Continua em Hollywood

Aos 49 anos, Leonardo DiCaprio mostra que sua relação com o cinema permanece sólida, mas agora guiada por escolhas mais conscientes e alinhadas ao momento de sua vida. A decisão de desacelerar não significa um afastamento de Hollywood, mas sim uma busca por projetos que realmente dialoguem com sua essência artística e pessoal. Para os fãs, a expectativa é de que essa nova fase proporcione atuações ainda mais intensas e memoráveis, reforçando seu legado como um dos maiores nomes da história do cinema.

Coleção Schiaparelli “Back to the Future” une estilos do passado ao futuro 

A coleção da Schiaparelli batizada de “Back to the Future”, é um testemunho da genialidade de Daniel Roseberry em reinterpretar o legado da maison. Apresentada nesta segunda (7), no histórico Petit Palais em Paris, a coleção, embora não remeta diretamente ao filme homônimo, mergulha em uma “viagem no tempo” conceitual.

“Sci-chic”: glamour vintage e elementos futuristas

Roseberry transportou a audiência para junho de 1940, quando Elsa Schiaparelli partiu de uma Paris em guerra para Nova York, misturando essa resiliência histórica com um futuro de estética tecnológica óbvia.

A paleta de cores dominante é preto, com toques de branco, vermelho intenso e prata, evocando uma sensação de “Polaroid antiga”. As silhuetas remetem aos anos 1940, com bainhas curtas e fluidas, e também incorporam a opulência dos anos 80 em ombros exagerados e ternos acolchoados.



Coleção "Back to the Future" de Daniel Roseberry para Schiaparelli reinterpreta o legado da grife unindo elementos surrealistas e futuristas (Víde: reprodução/Instagram/@schiaparelli)

O surrealismo reinventado

O surrealismo, que é a alma da Schiaparelli, foi reinventado. Daniel Roseberry mergulhou nos arquivos da maison para trazer códigos icônicos inspirados nas colaborações de Elsa com Salvador Dalí. Um dos grandes destaques é o vestido com o “coração pulsante” nas costas, baseado em uma obra de Dalí de 1953, que parece imitar um coração real com pulsações mecânicas. Outra peça hipnotizante é um vestido escultural vermelho que cria uma ilusão de ótica de que a modelo está andando de costas.



“O coração pulsante da alta-escultura” por Daniel Roseberry (Vídeo: reprodução/Instagram/@danielroseberry)

A capa “Apollo of Versailles” de 1938 foi reimaginada com explosões metálicas que remetem a galáxias e constelações. A ausência de corsets rígidos, uma marca de coleções anteriores de Roseberry, permite uma fluidez e liberdade maiores, refletindo uma evolução no estilo do designer. Os acessórios, como brincos descoordenados em latão martelado e sandálias com bordados de fita métrica metálica, adicionam um toque final à estética surreal e luxuosa.




Schiaparelli, inverno 2025 alta-costura/Capa da coleção Zodiac do inverno de 1938-39 está no The Metropolitan Museum of Art em NY/Elsie de Wolfen na década de 1930 usando a capa "Apollo of Versailles" (Foto: reprodução/schiaparelli)

A apresentação no número 21 da Place Vendôme, onde Elsa Schiaparelli fundou seu ateliê, solidificou a conexão da coleção com a rica história da casa de moda. A presença de celebridades como Dua Lipa e Cardi B na primeira fila sublinhou o impacto e a relevância cultural desta coleção que, sem dúvida, deixará sua marca na história da alta-costura.

Alaba comemora aniversário com futuro indefinido no Real Madrid

Nesta terça-feira (24), o zagueiro David Alaba pode estar comemorando pela última vez seu aniversário como jogador do Real Madrid. O zagueiro completa 33 anos e ganhou homenagens do clube nas redes sociais.

O momento do jogador é delicado. Fora dos gramados devido a uma lesão no menisco do joelho esquerdo, sofrida em maio, ele corre o risco de não disputar o Mundial de Clubes.

Pelo Real Madrid, Alaba participou de 116 jogos, somando um total de 9.076 minutos em campo. Durante esse período, marcou 5 gols e contribuiu com 9 assistências.

Zagueiro deve seguir ausente no Mundial

A lesão tirou o zagueiro da lista de relacionados nas duas primeiras partidas do Mundial, contra Al-Hilal e Pachuca. Provavelmente, Alaba ficará de fora no confronto com o RB Salzburg, último jogo da fase de grupos.

Durante a coletiva, o técnico Xabi Alonso demonstrou pouca confiança quanto ao retorno de Alaba nas próximas semanas, indicando que o processo de recuperação deverá ser mais demorado junto com o departamento médico do clube.


Real Madrid parabeniza Alaba pelo aniversário (Foto: reprodução/Instagram/@realmadrid)

Concorrência e lesões reduzem espaço de Alaba

O futuro de Alaba no Real Madrid é incerto. Com contrato válido até o fim do primeiro semestre de 2026, o clube ainda não indicou interesse em renovação. A possível saída do zagueiro pode representar uma economia superior a R$ 120 milhões por temporada no teto salarial da equipe.

Com a chegada de Huijsen, diminuiu ainda mais o espaço de Alaba no elenco. Com Éder Militão lesionado e Rüdiger também à frente na disputa pelas vagas, a tendência é que Alaba e Asensio fiquem como opções secundárias na temporada 2025/26.

A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, pouco antes do 34º aniversário do jogador. A Áustria, comandada por Ralf Rangnick, venceu os dois primeiros jogos das Eliminatórias da Europa e luta por uma vaga no Mundial. Se classificado, o jogador comemorará seu aniversário fora da Espanha, possivelmente já distante do Real Madrid.

Ala-pivô do Golden State Warriors tem futuro incerto na franquia

A temporada 2024/2025 da NBA ainda nem chegou ao fim (a final está em curso, com os Pacers liderando a série sobre o Thunder por 1 a 0), mas os bastidores da offseason já estão agitados. As franquias se movimentam para preparar suas equipes de olho no futuro, com a loteria de draft já definida.

Pelos lados de San Francisco, o Golden State Warriors teve uma jornada de altos e baixos na temporada. A equipe de Stephen Curry se classificou para os playoffs via play-in e acabou eliminado pelo Minnesota Timberwolves, por 4-1.

Um dos poucos destaques individuais da equipe durante a série contra os Wolves, foi Jonathan Kuminga. O jovem de 22 anos esteve em seu quarto ano com a franquia e teve médias de 24,3 pontos por jogo contra a equipe de Anthony Edwards.


Kuminga marcou 30 pontos no jogo 3 entre Warriors e Timberwolves (Vídeo: reprodução/YouTube/Golden State Warriors)

Porém, durante a temporada regular, as médias do ala-pivô foram bem inferiores. O jogador teve 15,3 pontos e 4,6 rebotes por jogo, apenas.

Com o contrato expirando junto dos Warriors, Kuminga ainda não sabe qual será o próximo passo de sua carreira. O atleta vai se tornar agente livre restrito e pode receber ofertas de outras franquias, que podem ser cobertas pela equipe de San Francisco.

Futuro em jogo

O futuro da franquia Warriors pode estar em jogo nessa offseason, especialmente nessa negociação de Kuminga. O teto salarial da franquia está quase no limite com os altos salários pagos à jogadores como Stephen Curry, Jimmy Butler e Draymmond Green.

Com isso, a manutenção de Kuminga pode significar mais um custo elevado para a equipe e comprometer o investimento em novas peças para qualificar o elenco. Uma oferta qualificada na casa de 8 milhões de dólares pode ser oferecida ao ala-pivô pelos Warriors, porém a tendência é que o jogador recuse e busque ofertas mais vantajosas financeiramente.

Dessa forma, o planejamento dos comandantes da franquia de San Francisco, em acordo com o técnico Steve Kerr e sua comissão, deve ser de avaliar o papel de Kuminga no futuro e escolher se o jovem é uma boa opção para o futuro.

Agente restrito X Agente irrestrito

Muitos fãs (especialmente os novatos) se perguntam a diferença entre um agente livre restrito, como é o caso de Jonathan Kuminga, e um agente livre irrestrito na NBA.

Tanto o agente livre, restrito quanto o irrestrito, podem receber propostas de diversas franquias interessadas em seus serviços. Porém, o que varia entre um e outro é o direito de preferência de renovação da atual franquia em que o atleta atua.

O jogador que é agente livre restrito pode receber propostas, porém, caso sua atual franquia deseje mantê-lo, pode igualar a oferta que seu atleta recebeu. Em geral, os jogadores são agentes livres restritos em suas primeiras três a quatro temporadas na NBA.

Por outro lado, o jogador que é agente livre irrestrito pode receber propostas de qualquer franquia e é livre para escolher seu destino, independente de sua atual franquia cobrir outra oferta. Geralmente, o atleta se torna agente livre irrestrito após quatro ou mais temporadas, sem que sua franquia de draft lhe ofereça uma oferta qualificada.