Izabel Goulart prestigia gala beneficente Franca Sozzani em Doha

Izabel Goulart marcou presença no gala beneficente Franca Fund Gala, realizado neste domingo (23) no Museu de Arte Islâmica, em Doha. Organizado por Anna Wintour, Francesco Carrozzini e S.E. Sheikha Al Mayassa, o evento homenageou o legado de Franca Sozzani, eterna Editora-in-Chief da Vogue Italia, e sua dedicação a promover um futuro mais equitativo para a medicina. Todos os recursos arrecadados foram destinados a pesquisas pioneiras do Mass General Brigham e da Harvard Medical School, focadas em prever e prevenir doenças.

A noite integrou ainda as celebrações do programa Evolution Nation, que marca marcos importantes da cena cultural do Qatar, incluindo o 50º aniversário do National Museum of Qatar, o 20º aniversário de Qatar Museums e os 15 anos tanto do Mathaf: Arab Museum of Modern Art quanto do Doha Film Institute.


Izabel veste Alexander McQueen (Foto: reprodução/Foto oficial evento)


Para a ocasião, a top model surgiu deslumbrante em um vestido Alexander McQueen que combinava elegância e modernidade. Os detalhes do busto reforçaram a força estética da produção. Izabel brilhou em um dos eventos mais aguardados do calendário fashion internacional.

A presença da top model no gala evidência mais uma vez sua projeção global e sua relação próxima com grandes casas de moda e instituições culturais.

Trump nega envolvimento em ataque israelense ao Catar

O recente bombardeio de Israel contra o Catar, em meio às negociações por um cessar-fogo em Gaza, desencadeou uma onda de reações internacionais e abriu uma nova frente de tensão diplomática. A ofensiva surpreendeu aliados estratégicos e gerou críticas de líderes globais, colocando ainda mais pressão sobre o governo de Benjamin Netanyahu e expondo divergências entre Israel, Estados Unidos e União Europeia quanto aos rumos do conflito.

Trump é informado em cima da hora e nega envolvimento

Autoridades dos EUA confirmaram que Donald Trump só soube da operação pouco antes de sua execução, informado pelo general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto. Logo em seguida, o então presidente solicitou a Steve Witkoff, enviado especial da Casa Branca e interlocutor próximo ao governo do Catar, que alertasse Doha sobre a ofensiva iminente.

Em coletiva, Trump procurou se afastar da responsabilidade pelo ataque e direcionou críticas ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Não vejo essa situação como positiva. Queremos os reféns de volta, mas não concordamos com a forma como tudo foi conduzido”, afirmou.

Netanyahu justifica ataque, Hamas fala em sabotagem

Israel alegou que a operação foi uma resposta ao atentado em Jerusalém, ocorrido na véspera, que matou seis israelenses e foi reivindicado pelo Hamas. Netanyahu reforçou que a guerra poderia terminar “imediatamente” caso o grupo aceitasse a proposta de cessar-fogo apresentada por Trump.

O Hamas reagiu com dureza, acusando o governo israelense de inviabilizar a negociação: “Atacar os negociadores justamente quando discutiam a proposta de trégua confirma que Netanyahu não deseja chegar a nenhum acordo e busca deliberadamente fracassar os esforços internacionais, sem se importar com a vida de seus prisioneiros.”, afirmou o grupo em comunicado.


Explosões na capital de Doha, Catar, devido a ataque israelense contra autoridades do Hamas na cidade (Foto: reprodução/Jacqueline Penney/AFP)

Casa Branca e Catar criticam ação unilateral

O Catar, anfitrião de diversas rodadas de diálogo para uma trégua em Gaza, considerou o ataque uma violação de sua soberania. Washington também reagiu de forma contundente. A porta-voz Karoline Leavitt afirmou que “bombardear unilateralmente uma nação soberana e aliada próxima dos EUA, que atua corajosamente na busca da paz, não promove os objetivos de Israel nem dos Estados Unidos.”, disse Karoline.

Repercussão internacional

A resposta de Israel gerou indignação em várias capitais. A Turquia acusou Netanyahu de transformar o terrorismo em política de Estado, enquanto a Rússia classificou a ação como uma séria violação da Carta da ONU. O Reino Unido também se posicionou contra o ataque, destacando o risco de implosão das negociações em andamento.

Na União Europeia, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que apresentará uma proposta de sanções contra membros do governo israelense de linha dura e poderá rever parcialmente o acordo de associação com Israel. A iniciativa, motivada pelo agravamento da crise humanitária em Gaza, ainda enfrenta resistência de alguns países, mas reflete uma mudança de postura da UE em relação ao governo Netanyahu.