Taylor Swift comenta críticas sobre seu novo álbum: “Não sou a polícia da arte”

Taylor Swift lançou seu décimo segundo álbum de estúdio, “The Life of a Showgirl”, na última sexta-feira (3). Desde então, cantora se deparou com diversas opiniões a respeito do mesmo, muitas sendo negativas. No podcast americano de Zone Lowe em parceria com a Apple Music, ela contou um pouco mais sobre como se sente sobre isso, e como as críticas impactam seu trabalho.

Confiança em seu trabalho

Quando questionada pelo apresentador em como lida e absorve os diversos comentários a respeito de suas músicas, Taylor brincou sobre receber o caos de braços abertos, relembrando uma das regras do showbusiness: “Se é a semana de lançamento e você está dizendo o meu nome ou o nome do álbum, você já está ajudando.”. Em seguida, comentou sobre as críticas que recebeu a respeito: “Tenho muito respeito pelas opiniões diversas das pessoas sobre a arte.”.


 
Taylor Swift no podcast de Zane Lowe (Vídeo: reprodução/Instagram/@applemusic)

A cantora prosseguiu, dizendo que seu objetivo é criar entretenimento através de um espelho, pois, muitas vezes, um álbum pode ser uma maneira de olhar para si mesmo, pois o que você está passando em sua vida vai influenciar a maneira como se identifica com uma música lançada naquele momento. A mesma também brincou sobre ver seus fãs falarem que seus álbuns favoritos mudam com o tempo, e finalizou: “Não sou a polícia da arte. Todos tem direito de se sentir como querem.”.

Inspiração em fase pessoal

Entre as críticas que Taylor Swift recebeu sobre seu último álbum, a que mais se destacou foi sobre a ausência de canções melancólicas. Quando questionada por Zane Lowe sobre o que gostaria de deixar através do álbum, ela reforçou sobre ele refletir o momento atual de sua vida: “Sempre quis fazer isso [o disco], pois sempre quis me divertir dessa maneira; é uma grande parte da minha personalidade.”, comentou.


 Taylor Swift no podcast de Zane Lowe (Vídeo: Reprodução/Instagram/@applemusic)

A artista encerrou a entrevista ao dizer que reconhece que se tornou conhecida por suas músicas tristes e relacionadas a términos, por amar escrever sobre o tema, mas que não é o lugar onde se encontra atualmente: “Esse álbum é quem eu sou no momento. Estou muito orgulhosa dessas letras.”, finalizou, também ressaltando a importância de todas as histórias e artes que compõe essa nova era de sua carreira e de sua vida.

Justin Bieber garante cachê milionário no Coachella e marca acordo histórico

Justin Bieber se prepara para uma das fases mais importantes de sua carreira. Depois de um período longe dos palcos e cercado por especulações sobre sua vida pessoal e profissional, um dos maiores artistas da musica atualmente retorna em grande estilo a um dos festivais mais prestigiados do mundo. A confirmação de sua presença como atração principal já movimenta fãs e especialistas, mas o que mais chama atenção não é apenas o retorno artístico. Os bastidores da negociação revelam valores expressivos e uma estratégia incomum para artistas de sua dimensão, apontando para uma nova forma de conduzir sua trajetória.

Contrato milionário no Coachella

Na ultima terça-feira (16), o cantor canadense Justin Bieber, foi confirmado como uma das atrações principais do Coachella 2026, e o contrato firmado para sua participação chamou atenção no mercado musical. O cantor vai receber mais de US$ 10 milhões (cerca de R$ 54 milhões) pelas duas apresentações programadas para os dias 11 e 18 de abril. Cada show renderá aproximadamente US$ 5 milhões, colocando o artista entre os nomes mais bem pagos da história do festival.

O que torna o acordo ainda mais relevante é o formato da negociação. Bieber decidiu conduzir pessoalmente as tratativas com a Goldenvoice, empresa responsável pelo evento, dispensando a participação de agentes ou empresários. Dessa forma, o valor integral do cachê ficará com ele, sem os tradicionais descontos de comissões. Especialistas apontam que esse tipo de negociação é incomum em contratos desse porte e representa um passo importante para a autonomia de grandes artistas diante da indústria.


As regras na vida de Justin Bieber (Video:Reprodução/Youtube/E!News)

O contrato vem em um momento de retomada da carreira. Nos últimos anos, o canadense enfrentou dificuldades financeiras e chegou a ser noticiado que devia US$ 24 milhões ao ex-empresário Scooter Braun, resultado da multa aplicada após o cancelamento da Justice World Tour em 2022. Antes disso, em 2023, o cantor havia vendido todo o seu catálogo musical até 2021 por US$ 200 milhões à Hipgnosis Songs Capital, empresa que adquiriu os direitos autorais de mais de 290 faixas do artista.

O impacto do álbum SWAG

A nova fase, no entanto, é marcada por bons resultados. Em 2025, Justin lançou SWAG, sétimo álbum de estúdio, que quebrou recordes na Apple Music ao alcançar o primeiro lugar nos Estados Unidos em menos de seis horas. O trabalho também liderou rankings em mais de 60 países, consolidando o retorno do cantor ao topo das paradas internacionais.

Com o Coachella 2026, o artista fará sua primeira apresentação solo no festival, após participações pontuais em anos anteriores. Ele dividirá o posto de headliner com Sabrina Carpenter, Karol G e Anyma. A programação também contará com Luísa Sonza, que representará o Brasil em um dos maiores eventos de música do mundo.