SpaceX realiza 11º voo-teste da Starship com sucesso

A SpaceX conseguiu nesta segunda-feira(13), por volta das 20h20 (horário de Brasília), realizar com êxito o 11º voo‐teste da espaçonave Starship. O feito marca mais um passo no ambicioso programa de desenvolvimento do maior veículo de lançamento já construído até hoje.

A decolagem foi bem-sucedida e ocorreu no horário previsto, dando início a um voo que durou cerca de sete minutos, tempo suficiente para testar o desempenho da espaçonave em condições de voo suborbitais. Um dos principais objetivos da missão, a fase de aterrissagem no Golfo do México, também foi concluído com êxito. Após a separação, uma das partes do foguete permaneceu no espaço, transmitindo imagens ao vivo e demonstrando a eficácia dos sistemas de comunicação e controle da Starship.

Significados e implicações do sucesso

A aterrissagem com sucesso mostra progresso importante em um dos maiores desafios desta fase que seria o retornar ao estágio superior da nave com integridade, reduzindo custos e riscos para futuros voos tripulados.

A Starship é considerada peça-chave para os planos da NASA de voltar à Lua ainda nesta década, bem como para os objetivos mais longínquos da SpaceX, como missão tripulada a Marte.


Lançamento de voo da SpaceX (Vídeo: Reprodução/Youtube/@uol)

O voo incorpora “diversos experimentos e mudanças operacionais”, com vistas a refinar o sistema, tanto para desempenho quanto para confiabilidade.

Desafios persistentes

Este programa está em estágio inicial, e embora este teste tenha sido bem-sucedido, houve várias falhas nos testes anteriores. De acordo com reportagens, em seis dos dez voos anteriores partes do veículo falharam de “forma dramática”.

Houve também um recente incidente em solo, com outro protótipo explodindo durante testes em terra. Isso evidencia que os riscos são ainda elevados e que há muito a validar antes de considerar voos totalmente operacionais.

O que vem pela frente

A partir desse teste, alguns pontos deverão ser observados para o avanço do programa Starship.

Um dos principais desafios é aprimorar a reutilização e o retorno seguro da nave, especialmente na recuperação do estágio superior. Tornar possível o pouso ou a amerissagem com segurança é fundamental para reduzir os altos custos de produção e operação, além de viabilizar missões mais frequentes e sustentáveis.

Outro ponto crucial envolve as operações tripuladas, já que a Starship está sendo projetada também para transportar astronautas. Será necessário validar sistemas de segurança, suporte de vida, resposta a falhas e estabilidade em voo, garantindo que a nave seja confiável para missões humanas de longa duração.

As parcerias com agências espaciais, como a NASA, também dependem diretamente dos resultados desses testes. Cada voo bem-sucedido fortalece a confiança na SpaceX e consolida sua posição como parceira estratégica nos planos de exploração lunar e marciana.

Por fim, o desenvolvimento incremental adotado pela empresa, baseado em testar, ajustar, falhar, aprender e repetir, além de ter acelerado o progresso do projeto. No entanto, essa abordagem exige rigor técnico, ampla margem de segurança e controle de riscos para que o ritmo de inovação não comprometa a confiabilidade das futuras missões.

O 11º voo-teste da Starship representa um momento de conquista para a SpaceX, demonstrando avanços concretos especialmente no retorno controlado da nave e no envio de imagens do espaço em tempo real. Mas o programa continua sujeito a incertezas técnicas e operacionais. A ambição de levar humanos à Lua e além depende de sucessos sustentados como este, assim como de superar de vez os desafios que marcaram os voos anteriores.

Como o software da AMD garantiu acordo bilionário com OpenAI

O software da AMD foi decisivo para maximizar o desempenho de seus chips e conquistar a confiança da OpenAI. A plataforma permite programar o hardware de forma otimizada e cria fidelidade entre engenheiros, garantindo que a AMD se torne a escolha preferida para operações de inteligência artificial.

Plataformas otimizadas permitem que engenheiros programem e operem o hardware de forma mais eficiente, criando fidelidade ao ecossistema da empresa. Para a OpenAI, isso se traduziu em confiança e rapidez na integração com seus modelos de IA.

Vamsi Boppana, vice-presidente sênior de IA da AMD, afirma que o software foi decisivo para convencer a OpenAI a escolher a empresa: “Olhando para o futuro, cada vez mais será o software que fará a diferença na adoção de nossos chips.”

Parceria multibilionária e 6 gigawatts de computação

O acordo permite que a OpenAI utilize os chips MI450 da AMD para gerar 6 gigawatts de computação, fundamentais para produtos como o ChatGPT. Além disso, a OpenAI poderá adquirir até 10% das ações da AMD, consolidando uma relação estratégica de longo prazo.

A compatibilidade do Triton, linguagem de código aberto da OpenAI, com GPUs AMD, também foi um diferencial, ampliando as possibilidades de execução de modelos de IA fora do ecossistema Nvidia, tradicionalmente dominante.

Parceria bilionária com OpenAI

O acordo permitirá à OpenAI utilizar os chips MI450 da AMD para gerar 6 gigawatts de computação, além de adquirir até 10% das ações da fabricante de semicondutores. A compatibilidade da linguagem de código aberto Triton com GPUs AMD foi fundamental, abrindo caminho para a execução de modelos de IA fora do ecossistema Nvidia.


Parceria promete otimizar os sistemas de IA da OpenAI(Foto: reprodução/Jonathan Raa/NurPhoto/Getty Images)

Estratégia em meio à demanda global

Com a explosão da IA e investimentos bilionários em data centers, a AMD se destaca oferecendo alternativas ao domínio da Nvidia. O software e a colaboração direta com a OpenAI tornam a empresa competitiva na execução de inferência e treinamento de modelos, setores de alta demanda.

Da crise ao protagonismo tecnológico

Sob a liderança de Lisa Su, a AMD passou de uma empresa à beira da falência em 2014 para um player estratégico no mercado de IA, com valor de mercado de US$ 382 bilhões e ações acima de US$ 235. A parceria com a OpenAI consolida sua posição e abre portas para novos negócios na era da inteligência artificial.

Potencial de futuro e inovação contínua

O sucesso com a OpenAI abre portas para novas parcerias e avanços tecnológicos. A experiência adquirida na integração de hardware e software prepara a AMD para desenvolver soluções ainda mais sofisticadas, atendendo à crescente demanda da era da inteligência artificial.

Especialistas do setor acreditam que o modelo da AMD pode redefinir padrões de mercado: fabricantes que investirem em software proprietário terão vantagem competitiva, fidelizando clientes e acelerando a adoção de novas tecnologias.

YouTube alcança a marca de 56% de televisores conectados no Brasil

Na última quarta-feira (08), a plataforma de vídeo YouTube realizou o Brandcast 2025. O evento, que acontece anualmente, é voltado para o mercado publicitário. Na ocasião, foram divulgados dados obtidos pela Kantar IBOPE Media, que apontam a plataforma de vídeos como a mais assistida em televisores conectados.

O estudo Cross Platform View mostrou que o YouTube atingiu a marca de 56% televisores conectados à plataforma nas residências de pessoas maiores de 18 anos. E pela primeira vez, o consumo da rede social na TV ultrapassou o do celular, subindo de 47% para 53% em apenas três anos.

Criando conexões

Segundo Patrícia Muratori, diretora do YouTube responsável pela América Latina, isso é resultado de uma conexão criada com os criadores de conteúdo da plataforma: “De acordo com uma pesquisa da Talk Shoppe, 89% dos espectadores da Geração Z no Brasil concordam que os criadores do YouTube publicam conteúdo em que podem confiar”.

Para Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, o YouTube é o palco dos maiores momentos culturais da atualidade e onde as marcas podem alcançar maiores resultados: “Cada vez mais os brasileiros desejam assistir ao conteúdo do YouTube também por meio da TV, levando a personalização para uma experiência coletiva e imersiva”.

Mudanças à vista

Com a apresentação desses dados, a plataforma apresentou novidades para os espectadores no tocante ao consumo pelo YouTube Shopping. Trata-se da Shoppable CTV, que chega ao Brasil até o fim do ano. A ferramenta permite ao usuário adquirir produtos diretamente do televisor ou, caso queira, utilizar o recurso de envio para o aparelho celular.

Para os criadores de conteúdo, a novidade é o Programa de Afiliados. Aqueles que forem elegíveis para o programa poderão mascar em seus vídeos produtos de empresas como Mercado Livre e Shopee, que se tornaram os dois primeiros varejistas parceiros da rede social. O recurso estará disponível a partir de 4 de novembro deste ano.

Outra novidade é o Peak Points. Esta é uma inteligência artificial que insere intervalos comerciais em momentos de maior atenção do espectador. O programa será disponibilizado a partir do primeiro semestre de 2026.


Cazé TV supera Rede Globo e irá transmitir todos os jogos da Copa do Mundo 2026 (Vídeo: reprodução/Instagram/@paulomathias)

Novos programas

No evento, também foram apresentados projetos em formato longo que estarão no ar em breve. Um deles é a nova temporada da série Tiny Desk Brasil. O programa, criado nos Estados Unidos pela rádio NPR, convida artistas para entrevistas em um escritório repleto de objetos. As gravações são feitas no escritório do Google, na Avenida Faria Lima, em São Paulo.

Outra novidade é o anúncio da transmissão dos 104 jogos da Copa do Mundo 2026 pelo canal Cazé TV. As partidas ocorrerão nos três países da América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México) e já teve todas as cotas de patrocínio vendidas.

Planeta Y: Astrônomos detectam possível novo mundo no Sistema Solar

Astrônomos apontam indícios de um novo planeta no Sistema Solar. Batizado de Planeta Y, o corpo ainda não foi detectado diretamente, mas sua existência é sugerida pelas órbitas inclinadas de objetos distantes no Cinturão de Kuiper, região gelada além da órbita de Netuno.

Pesquisadores acreditam que algo, possivelmente um planeta menor que a Terra e maior que Mercúrio, esteja influenciando esses corpos celestes.

Planeta Y: um corpo oculto além de Netuno

O estudo liderado pelo astrofísico Amir Siraj, da Universidade de Princeton, utiliza simulações computacionais para sugerir que o Planeta Y possui uma órbita inclinada entre 10 e 15 graus em relação aos demais corpos do Sistema Solar externo. “Este artigo não é a descoberta de um planeta, mas aponta para um enigma que um corpo celeste pode resolver”, disse Siraj.

Cerca de 50 objetos foram analisados, com uma significância estatística de 96% a 98%, reforçando a plausibilidade da existência do planeta, mas sem comprovação direta.

Busca histórica por planetas ocultos

A ideia de planetas invisíveis não é nova. Desde a descoberta de Netuno, astrônomos especulam sobre corpos distantes. Plutão já foi considerado o “Planeta X”, mas sua massa não explicava as perturbações observadas. Em 2016, surgiu a hipótese do Planeta Nove, maior que a Terra, orbitando muito além de Plutão.

O Observatório Vera C. Rubin, prestes a iniciar seu levantamento de 10 anos do céu noturno, promete mudar o jogo. Equipado com a maior câmera digital do mundo, o telescópio poderá detectar diretamente corpos distantes, incluindo o Planeta Y, criando um “filme do universo” que atualizará o mapa do Sistema Solar em tempo real.


Descoberta do planeta Netuno foi fundamental para estudos de corpos celestes fora do Sistema Solar (Foto:reprodução / Hulton Archive /Getty Images Embed)

Impacto e próximos passos

Especialistas afirmam que encontrar o Planeta Y ajudaria a entender a formação e evolução do Sistema Solar. Konstantin Batygin, do Caltech, destaca que a tecnologia do Vera Rubin permitirá analisar a dinâmica do Cinturão de Kuiper com precisão inédita. A expectativa é que, em até três anos, cientistas possam localizar o planeta diretamente ou descartar sua existência.

O Planeta Y pode ser a chave para desvendar mistérios do Sistema Solar externo, marcando uma nova era na astronomia planetária.

Amazon aposta em vigilância por IA junto à polícia

A Amazon estaria lançando uma estratégia agressiva para promover o uso de ferramentas de vigilância baseadas em inteligência artificial (IA) em agências policiais. A proposta levanta debates importantes sobre até que ponto a segurança pública justifica o uso massivo de reconhecimento facial, monitoramento automático e integração de dados pessoais, além de quais barreiras legais, éticas e de privacidade precisam ser respeitadas

Foi oferecida à polícia a sua tecnologia Rekognition, que permite reconhecer, rastrear e identificar pessoas a partir de imagens capturadas por câmeras de segurança, drones, câmeras corporais (body cams).

A Amazon, por meio de sua divisão de computação em nuvem (AWS), também desenvolverá mecanismos para facilitar que agências governamentais acessem essas soluções com menor atrito, por exemplo, oferecendo integrações, demonstrações ou modelos de precificação que reduzem o custo de adoção.

Há relatos de que essas tecnologias têm sido testadas ou usadas em diferentes jurisdições, com capacidade de comparar rostos identificados em tempo real ou quase real com bancos de dados de pessoas procuradas, ou com perfis suspeitos.

Motivações da Amazon

A iniciativa da Amazon é motivada principalmente pela expansão de mercado e pela pressão competitiva. A empresa busca lucrar com o crescente setor de tecnologias de vigilância por IA, reforçando seu papel como fornecedora de infraestrutura para governos. Ao mesmo tempo, quer se manter à frente de concorrentes como Google, Microsoft e Palantir, oferecendo soluções mais acessíveis, integradas e eficientes.


Câmera corporal da polícia (Reprodução/Matthew Horwood/Getty Images Embed)

Além da utilidade pública, frequentemente usado pela empresa para justificar suas ações. A Amazon defende que suas ferramentas podem ajudar a encontrar pessoas desaparecidas, combater crimes com mais rapidez e melhorar a resposta a emergências. Ao destacar esses benefícios sociais, a companhia tenta reforçar a imagem de que suas tecnologias não representam apenas uma oportunidade comercial, mas também um instrumento de apoio à segurança e ao bem-estar coletivo. No entanto, críticos alertam que essa narrativa pode mascarar riscos sérios à privacidade e à liberdade individual, especialmente quando tais sistemas são implementados sem regulação adequada.

Problemas e riscos levantados

A iniciativa da Amazon levanta sérias preocupações sobre privacidade e vieses. O uso massivo de reconhecimento facial envolve coleta de dados biométricos de pessoas que muitas vezes não consentiram ou sequer sabem que estão sendo monitoradas. Além disso, pesquisas mostram que essas tecnologias apresentam mais erros com mulheres, pessoas negras e idosos, o que pode resultar em identificações incorretas, perseguições injustas e até prisões equivocadas.

Outro ponto crítico é a legislação insuficiente e os riscos aos direitos civis. Em muitos países, as leis ainda não definem limites claros para o uso da vigilância por IA, deixando brechas para práticas invasivas. A vigilância generalizada compromete liberdade de ir e vir, anonimato e privacidade, criando um ambiente de controle constante que pode minar valores democráticos.

Exemplos e antecedentes

Amazon já se envolveu no passado com controvérsias sobre seu produto Rekognition e seu uso por agências policiais. Grupos de direitos civis nos EUA (como ACLU) têm criticado esse uso, alertando para os riscos de abuso. Em 2020, a Amazon anunciou uma moratória de um ano para o uso da Rekognition por órgãos policiais, citando preocupações sobre regulamentação e uso responsável.

Também há debates sobre dispositivos mais “domésticos”, como as câmeras da linha Ring, que pertencem à Amazon, que já foram criticadas por facilitar o acesso policial a imagens privadas e potencialmente ampliar a vigilância comunitária.

Implicações políticas, sociais e jurídicas

Governos e órgãos reguladores precisam definir regras claras para o uso de IA e biometria na segurança pública, estabelecendo limites, condições e salvaguardas. Sociedade civil, acadêmicos e instituições de proteção de dados têm papel central em fiscalizar e propor limites, evitando a criação de uma infraestrutura de vigilância padrão sem controle. Transparência sobre contratos, políticas de uso, auditorias e relatórios públicos é fundamental.

A iniciativa da Amazon pode marcar um avanço tecnológico na segurança pública, mas carrega riscos significativos: erosão de direitos civis, discriminação e perda de privacidade. O debate não é proibir a tecnologia, mas garantir que seu uso seja legítimo, proporcional e compatível com valores democráticos, exigindo diálogo contínuo entre empresas, governos, academia e sociedade civil.

Amazon aposta em design e inteligência para transformar o Echo no “coração da casa”

A Amazon apresentou ao mundo a nova geração da família Echo, e o recado foi claro: os alto-falantes inteligentes não são mais apenas caixas de som com assistente de voz, mas peças centrais de estilo e tecnologia para dentro de casa. A empresa buscou unir design sofisticado, áudio de alta qualidade e avanços em inteligência artificial para oferecer uma experiência mais completa, que vai além do “Alexa, toque tal música”.

Tecnologia com propósito

Mais do que números de hardware, a novidade está na forma como os Echo passam a se comportar. Equipados com novos sensores ambientais e chips dedicados à IA embarcada, os dispositivos foram projetados para “sentir” o ambiente e responder de maneira mais natural. Isso significa, por exemplo, ajustar automaticamente o som de acordo com o espaço ou antecipar comandos do usuário.

Na prática, a Amazon quer que o usuário perceba que o Echo não só ouve, mas entende o contexto.

Design como diferencial

Outro ponto central foi o design. A nova linha chega com cores discretas, acabamento elegante e diferentes formatos, de modelos compactos até telas maiores, pensados para se integrar à decoração. A mensagem é clara: tecnologia não precisa ser intrusa; pode ser parte estética da casa.


Imagem da nova linha Echo da Amazon com nova Alexa (Foto: reprodução/X/@canaltech)

Essa escolha mostra que a Amazon está de olho em consumidores que querem tecnologia sem abrir mão de estilo.

Experiência premium

Os lançamentos também focam em quem busca áudio de qualidade. Graves mais encorpados, suporte a Dolby Atmos e som espacial colocam os Echo em outro patamar, disputando espaço com caixas de som premium do mercado.

No Brasil, os preços confirmam essa guinada para o segmento de maior valor agregado, com modelos que variam de R$ 849 a R$ 2.199. A aposta é que o público enxergue os Echo como investimento em conforto, entretenimento e praticidade.

O próximo passo da Alexa

Mais do que anunciar novos aparelhos, a Amazon dá sinais de que prepara uma Alexa repaginada, com maior integração de IA generativa e respostas mais naturais. A assistente, que antes era vista como “uma voz na caixa” agora se posiciona como uma parceira inteligente no dia a dia, conectada a música, automação residencial e informações em tempo real.

Apple lança atualização emergencial do iOS 26 para corrigir falhas de segurança

Poucos dias após o lançamento oficial do iOS 26, a Apple precisou agir rapidamente e liberar uma atualização emergencial, identificada como iOS 26.0.1. O motivo foi a descoberta de vulnerabilidades que poderiam comprometer a segurança de milhões de usuários de iPhone e outros aparelhos apple ao redor do mundo, essa atualização vai corrigir tais vulnerabilidades.

Segurança em primeiro plano

Segundo informações da própria empresa, as brechas poderiam permitir desde o acesso não autorizado a dados pessoais até a execução de códigos maliciosos dentro do sistema. Para evitar exploração antes da hora, a Apple não revelou detalhes técnicos completos das falhas, mas confirmou que a atualização é essencial para garantir a proteção dos dispositivos. Esse tipo de postura é comum na indústria da tecnologia: quanto menos informação os invasores têm sobre a falha, menores as chances de exploração em larga escala antes da correção.


Imagem mostrando todas as definições da nova atualização do IOS (foto:reprodução/x/@vinnitec)

A atualização não se limita às vulnerabilidades. Usuários que já haviam migrado para o iOS 26 relataram instabilidades que também foram endereçadas. Entre elas, problemas no VoiceOver, ferramenta fundamental para acessibilidade, que deixava de funcionar em determinadas situações. Outros pontos corrigidos incluem ícones em branco após personalizações de tela, falhas em conexões Wi-Fi e Bluetooth e ajustes na câmera, que apresentava inconsistências em condições específicas de iluminação.

Como atualizar

A recomendação da Apple é clara: todos os usuários devem instalar a versão 26.0.1 o quanto antes. O processo é simples: basta acessar Ajustes > Geral > Atualização de Software e iniciar o download. Para evitar problemas, é indicado que o dispositivo esteja conectado ao Wi-Fi e à tomada durante a instalação.

Essa atualização diferente das outras que existem no iPhone, elas não irão piorar seu celular, existe um grande trauma em usuários de iphones em atualizar os celulares e infelizmente ver uma piora no celular.

O episódio evidencia o desafio da Apple em equilibrar inovação e confiabilidade. O iOS 26 chegou com grandes expectativas, principalmente pela integração de novos recursos de inteligência artificial, mas o surgimento precoce de falhas mostrou como a pressa em lançar novidades pode trazer riscos. Por outro lado, a resposta ágil da empresa reforça sua estratégia de transparência e cuidado, elementos fundamentais para manter a confiança de usuários em um mercado cada vez mais competitivo.

Do scanner à busca por grupos: conheça os 4 novos recursos do WhatsApp

O WhatsApp agora permite encontrar grupos mesmo que o usuário não lembre o nome: basta digitar os contatos que participam da conversa. Os resultados aparecem na seção “Grupos em comum”, tornando mais fácil localizar chats de trabalho, família ou amigos. Essa função é ideal para usuários que participam de múltiplos grupos e querem organizar a rotina sem perder tempo. A novidade fortalece o WhatsApp como ferramenta de produtividade, oferecendo navegação mais rápida e eficiente.

Scanner de documentos no Android simplifica envio de arquivos

O WhatsApp para Android ganhou um scanner nativo. Ao selecionar o ícone de documentos e optar por “Escanear”, a câmera é aberta, permitindo capturar e ajustar arquivos antes do envio. Contratos, boletos e documentos pessoais podem ser digitalizados sem precisar de apps externos, mantendo qualidade e segurança. Este recurso transforma o WhatsApp em uma plataforma completa para comunicação e compartilhamento de arquivos importantes.

Live Photos e Fotos em Movimento para iOS e Android

No iPhone, é possível enviar Live Photos, enquanto no Android a função aparece como “Fotos em Movimento”. Com áudio e movimento preservados, as imagens ganham vida, proporcionando conversas mais interativas e dinâmicas. O envio de fotos animadas substitui a necessidade de enviar múltiplos vídeos curtos, tornando o compartilhamento mais prático e envolvente.


A novidade fortalece o WhatsApp como ferramenta de produtividade, oferecendo navegação mais rápida e eficiente.
Novas funcionalidades do WhatsApp prometem facilitar a experiência do usuário (Foto: reprodução/bombuscreative/Getty Images Embed)

Meta AI personaliza visual e cria temas no WhatsApp

O assistente de inteligência artificial Meta AI permite criar planos de fundo e temas a partir de comandos de texto, além de novos pacotes de figurinhas. A integração de IA transforma o WhatsApp em um app mais moderno, interativo e customizável, fortalecendo a experiência do usuário e a presença do mensageiro no universo mobile.

WhatsApp como ferramenta de produtividade e criatividade

Com scanner, busca inteligente, Live Photos e Meta AI, o WhatsApp se torna não apenas um mensageiro, mas também um recurso de produtividade e criatividade. Os novos recursos ajudam usuários a organizar grupos, enviar arquivos com facilidade e personalizar a experiência, consolidando o app como uma das ferramentas mais relevantes para a comunicação digital.

Vozes sintéticas criadas por IA estão muito semelhantes a vozes humanas, diz estudo

Recentemente, uma pesquisa mostrou a evolução das vozes geradas por inteligência artificial, que são construídas em ferramentas de síntese de voz de última geração. Hiper-realistas, os áudios artificiais estão cada vez mais se tornando impossíveis de diferenciar dos sons reais e áudios humanos, a conclusão dos estudos afirma que o ouvinte médio não consegue mais distinguir qual é qual.

Douglas Torres, um brasileiro especialista em inteligência artificial e CEO da YUP AI, chegou a analisar a pesquisa e como a tecnologia está deixando de ser apenas robótica e se tornando aos poucos mais humanizada, para o bem e o para o mal. “As vozes [artificiais] já carregam emoção, contexto e até o tom de voz.” contou Douglas.

Para realizar a pesquisa, um grupo selecionado avaliou as vozes reproduzidas e escolheram quais soavam mais realistas, dominantes e confiáveis.

Evolução rápida

Para a Dra. Nadine Lavan, professora sênior de psicologia na Queen Mary University of London, universidade que fez o estudo, era apenas uma “questão de tempo” até que os aprimoramentos da tecnologia de IA produzisse falas mais naturais e menos computadorizadas. Lavan também foi coautora da pesquisa.

O objetivo central da pesquisadora é entender como as pessoas percebem essas vozes hiper-realistas agora que as ferramentas estão mais sofisticadas e acessíveis, para a tese, Dra. Nadine contou que os áudios foram criados de forma simples e rápida, demonstrando de início a capacidade atual dessa tecnologia.


Como o Vishing consegue capturar dados pessoais? (Vídeo: reprodução/Youtube/@senaisaopauloSP)

Golpes de vishing

Nos últimos anos, um tipo de golpe por telefone começou a circular pelo Brasil e outros países, chamado “Vishing”. Nele, mistura-se vozes sintetizadas com o golpe de fraude digital, o “pishing”, criando ligações telefônicas onde o criminoso engana a vítima atrás de dados confidenciais, muitas vezes bancários, senhas ou conseguindo autorização para realizar transferências utilizando vozes falsas que imitam a programação de bancos ou até de familiares de quem recebeu a ligação.

A inteligência artificial infelizmente também é usada em outros crimes como golpes por pix que funcionam a base do “Deepfake”, onde são criados vídeos de autoridades ou figuras públicas divulgando investimentos de alta rentabilidade, pedidos de ajuda e arrecadação de dinheiro totalmente falsos.

Acessibilidade e educação

Pelos estudos, a professora sênior acredita que entre casos negativos, ainda sim é possível encontrar formas de usufruir da ferramenta além de enganar os ouvintes.

Com vozes mais humanas, algo que cria mais conforto entre o robô e o usuário as vozes sintéticas com uma alta qualidade, podem ser usadas na comunicação, educação e para acessibilidade, aprimorando situações tanto do cotidiano quanto em áreas específicas de aprendizado e convivência, para pessoas com deficiência ou não.

Apple prevê lançamento de primeiro aparelho dobrável para 2026

A Apple lançou nas últimas semanas o seu mais novo modelo, o iPhone 17, com um grande sucesso de vendas. Contudo, os usuários estão ansiosos para que a marca lance o primeiro aparelho dobrável da companhia.

Segundo Mark Gurman, analista veterano da Apple na revista Bloomberg, a Apple deve lançar seu primeiro modelo dobrável em 2026: “O iPhone dobrável será a estrela da linha de produtos da Apple em 2026”, explicou ele em sua coluna do portal, chamada Power On.

Como será

Conforme publicado em sua coluna, Gurman explica que o primeiro aparelho dobrável da Apple será “superfino e uma conquista de design”, combinando o formato mais fino do iPhone da Apple com a tecnologia de dobra de ponta. O modelo mais fino foi lançado recentemente, o iPjhone 17 Air, com apenas 5,7 mm de espessura e 165g. Porém, para unir alta tecnologia e design de ponta, o colunista estima que o valor do produto final não deve sair por menos de US$ 2 mil.

Segundo Gurman, a fabricação do iPhone dobrável envolverá a Foxconn na China, apesar das recentes especulações sobre a possível produção na Índia. O novo modelo, previsto para 2026, deve ser apresentado ao público próximo à janela de lançamento tradicional da Apple no outono, “mais ou menos”, afirma o colunista da Bloomberg.

Ming-Chi Kuo, analista da TF International Securities, um grupo de serviços financeiros na região da Ásia-Pacífico, já havia delineado as especificações do iPhone dobrável, incluindo uma tela interna de 7,8 polegadas e uma tela externa de 5,5 polegadas, com preços que variam entre US$ 2.000 e US$ 2.500. Segundo ele, a companhia planeja abdicar do Face ID em favor do Touch ID integrado ao botão lateral para otimizar o espaço interno.


Possível modelo dobrável de iPhone (Foto: reprodução/Instagram/@futuretech)

Nenhuma novidade

O colunista Mark Gurman destacou que, ao contrário dos outros produtos lançados pela empresa, o modelo dobrável não será uma novidade no mercado: “ O primeiro dobrável da Apple não quebrará nenhuma barreira tecnológica nem redefinirá a categoria. A Samsung já cuidou de grande parte do trabalho pesado”.

Contudo, ele também destacou que os consumidores da marca são fiéis e que há muito tempo desejavam um dispositivo dobrável, mas não estavam dispostos a migrar para o Android para obtê-lo. A Apple pretende, com isso, suprir esta necessidade.

Além disso, a companhia possui uma capacidade incomparável de comercializar hardware premium para os consumidores, como fez com o modelo iPhone 17. E isso pode tornar a empresa dominante no mercado de aparelhos dobráveis ​​poucos meses após seu lançamento.