Google aposta na educação gratuita em IA a fim de formar profissionais para o futuro

A chegada do Google Skills representa um marco com potencial transformador. Ao centralizar quase três mil cursos, laboratórios e certificações numa única plataforma, combinando conteúdo de Google Cloud, Google DeepMind, Grow with Google e Google for Education, a Plataforma oferece a qualquer pessoa, sem pré-requisitos, uma chance de aprender sobre inteligência artificial e tecnologia.

Abertura para democratizar o acesso à IA

Os cursos vão de pequenos módulos rápidos, alguns de poucos minutos, até formações completas de nível elevado. Há também laboratórios práticos com suporte de ferramentas como o Gemini Code Assist e recursos de gamificação, tudo pensado para tornar o aprendizado mais acessível, dinâmico e alinhado às necessidades do mercado.

Essa abertura é relevante porque acontece num momento em que o mundo vive uma corrida para a adoção da AI. Muitos setores, da produção de conteúdo à tecnologia, da educação à indústria, buscam profissionais com habilidades em IA . Para os segmentos específicos, essa pode ser uma oportunidade real de se especializar.


Imagem de caixa de entrega da loja Google (Foto: reprodução/ Smith Collection/Gado/Getty Images Embed)


Uma amostra dos cursos disponibilizados

Embora a plataforma reúna milhares de opções, veja cinco cursos, dentre os quais, alguns podem ser adquiridos sem custos financeiros pelo aprendiz:

  • Google AI Essentials, um curso de base em IA considerado o mais popular de 2024 na plataforma Coursera, com centenas de milhares de matrículas;
  • Introdução à IA Generativa, que ensina conceitos básicos da IA ​​generativa, o que é, como funciona e em que se diferencia da IA ​​tradicional;
  • Google Prompting Essentials, focado em como formular prompts eficazes para IA;
  • Introdução aos Large Language Models (LLMs), voltados para quem quer entender como funcionam os modelos de linguagem, base das IAs conversacionais e de geração de texto;
  • Introdução à geração de imagens por IA, que explica os conceitos por trás da geração de imagens por IA, como funcionam os modelos de difusão e como utilizá-los no contexto da nuvem do Google.

A atitude do gigante da tecnologia Google ocorre diante da expansão acelerada no desenvolvimento das tecnologias de IAs e visa garantir a operacionalidade do mercado no futuro.

SynthID: marca d’água identifica se material é feito por inteligência artificial

Uma ferramenta criada pelo Google, que antes auxiliava jornalistas e profissionais ligados à mídia em geral, agora está disponível para todos os usuários. O Gemini, plataforma de inteligência artificial da empresa, atualizou o SynthID, uma marca d’água que identifica se uma imagem ou vídeo foi gerado de modo artificial.

Além disso, o Google também lançou o “Sobre esta imagem”. O recurso, que está disponível em seu banco de imagens, fornece contexto sobre sua origem.

Como funciona SynthID

O SynthID foi lançado em agosto de 2023 e é uma tecnologia oriunda do Google DeepMind. Ele insere uma marca d’água digital nos pixels do conteúdo gerado por inteligência artificial. Essa marca permanece detectável mesmo se a imagem for alterada.

Desde o seu lançamento inicial, a ferramenta sofreu diversas alterações: em maio de 2024, o suporte foi ampliado para incluir texto e vídeo (modelo Veo). Em outubro de 2024, o SynthID Text foi disponibilizado como código aberto. E em maio de 2025, o Google lançou o Detector SynthID unificado, um portal para verificar conteúdo em múltiplas modalidades (imagem, áudio, vídeo e texto).

Os usuários podem enviar uma imagem para o aplicativo Gemini e fazer a pergunta “Essa imagem foi criada por IA?”. O Gemini então analisará a presença do sinal do SynthID.

A limitação da ferramenta é que somente funciona para imagens criadas ou alteradas pelos modelos de inteligência artificial do Google, como Imagen, Lyria e Veo. Contudo, o programa poderá realizar a verificação identificando se há alguma marca d’água, logotipos ou nomes utilizados por plataformas de inteligência artificial.


Usuários do Reddit alegaram ter extraído a marca d’água “SynthID” (Foto: reprodução/X/@mark_k)


Recurso de imagem

O “Sobre esta imagem” está disponível na Busca de Imagens do Google e no Chrome. Para fazer a verificação, o usuário deve abrir o Google Imagens e clicar nos três pontos ao lado de uma imagem. Caso o faça pela página da web no Chrome, deve clicar com o botão direito do mouse sobre a imagem.

A ferramenta mostra quando o Google encontrou a imagem pela primeira vez, onde ela foi publicada online pela primeira vez e outros lugares onde apareceu. Este novo recurso também auxilia os usuários a verificar se a imagem é real e a encontrar sua origem.

Meta enfrenta legislação antitruste nos Estados Unidos e na Europa

A Meta, conglomerado de plataformas liderado por Mark Zuckerberg, tem enfrentado as legislações antitruste existentes para continuar executando seus serviços. Na última quarta-feira (26), a empresa classificou como “aberrantes” os pedidos de informação da investigação realizada pela Comissão Europeia. A informação foi publicada pela Agência Reuters.

Enquanto na Europa a empresa enfrenta um litígio judicial, nos Estados Unidos a situação é diferente: um juiz deu ganho de causa à companhia por entender que a Meta não pratica atos de deslealdade com seus concorrentes.

Explicando o antitruste

As leis antitruste são regulamentações que incentivam a concorrência, limitando o poder de mercado de qualquer empresa. A legislação também impede que várias empresas conspirem ou formem um cartel para limitar a concorrência por meio de práticas como a fixação de preços.

Devido à complexidade de decidir quais práticas limitarão a concorrência, o direito antitruste tornou-se uma especialização jurídica distinta.

Situação na Europa

A Comissão Europeia iniciou duas investigações contra a companhia há quatro anos. A empresa está recorrendo ao Tribunal de Justiça da União Europeia após perder uma contestação anterior às exigências da Comissão relacionadas à rede social Facebook e ao seu negócio de anúncios classificados online, o Facebook Marketplace. A acusação é que a Meta estaria aplicando condições comerciais desleais contra seus concorrentes.

Segundo relatado pelo advogado da Meta, Daniel Jowell, ao painel de cinco juízes, os documentos obtidos pelas exigências da União Europeia para investigação incluíam relatórios de autópsia de familiares, relatórios escolares de crianças, informações sobre indivíduos e suas famílias e até detalhes de segurança.

Jowell questiona se o poder da Comissão para exigir documentos digitais “é efetivamente ilimitado, ou se é orientado de uma forma que respeite adequadamente os princípios da necessidade, da proporcionalidade e do direito fundamental à privacidade”.

A Meta já havia sido multada em € 797,7 milhões (cerca de US$ 923,6 milhões) em 2024 por vincular o Marketplace à sua rede social pessoal Facebook e impor condições comerciais injustas a outros fornecedores de serviços de anúncios online.


Meta enfrenta litígio na Europa com leis antitrust (Foto: reprodução/Anadolu/Getty Images Embed)


Situação na América

Ao contrário do que está acontecendo no Velho Continente, a situação para a Meta é favorável nos Estados Unidos. A companhia saiu vitoriosa em sua longa batalha judicial contra a Comissão Federal de Comércio (FTC), que a acusava de manter um monopólio ilegal sobre as redes sociais.

A Comissão americana entrou com o processo há cinco anos, argumentando que a propriedade do Instagram e do WhatsApp pela Meta lhe conferia um controle desproporcional sobre o mercado. Contudo, em decisão divulgada na terça-feira, o juiz James Boasberg, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos em Washington, D.C., decidiu que a FTC não conseguiu comprovar suas alegações. Boasberg escreveu que, mesmo que a Meta já tenha detido poder de monopólio, a FTC não conseguiu demonstrar que a empresa ainda continua a deter tal poder atualmente.

Atualização iOS 26.2 traz mudanças estruturais no ecossistema do iPhone

A Apple prepara para dezembro o lançamento do iOS 26.2, atualização que, segundo desenvolvedores que atuam no ciclo de testes, representa uma das mudanças mais profundas já implementadas nos últimos anos. Muito além de correções e refinamentos visuais, a nova versão dá sinais claros de uma Apple mais aberta, flexível e preparada para pressões regulatórias internacionais, um movimento raro na história recente da companhia.

Nova função no botão lateral

A novidade mais simbólica envolve o botão lateral do iPhone, tradicionalmente associado à Siri. Pela primeira vez, o sistema permitirá que usuários substituam o acionamento padrão por assistentes de voz de terceiros. A mudança, que inicialmente apareceu em regiões asiáticas durante o ciclo beta, é considerada um marco: ela altera um dos pilares da experiência do iPhone, até então rigidamente controlado pela Apple.

Especialistas apontam que a liberação do botão pode ser uma resposta a legislações que exigem maior interoperabilidade entre plataformas. O impacto, no entanto, vai além do aspecto legal, abre espaço para que o iPhone se torne mais personalizável e menos dependente de soluções exclusivas da empresa.

Visual refinado e expansão do estilo “Liquid Glass”

No campo estético, o iOS 26.2 aprofunda o visual translúcido introduzido na versão 26. A interface ganha novas animações, ajustes mais sutis na tela de bloqueio e expansão do estilo “Liquid Glass” para aplicativos que até então mantinham o design tradicional, como o Medidas e o Relógio.


Imagem que mostra a atualização comparada com uma versão e outra do Ios (Foto: reprodução/x/@theapplehub)


Outro ponto observado nos testes é a consolidação da opção “Matizado”, que ajusta o sistema de cores com base no fundo, utilizado pelo usuário. Embora ainda incompatível com certos modos de acessibilidade, a função já demonstra o esforço da Apple em criar uma linguagem visual mais coesa e dinâmica.

Aplicativos recebem melhorias

Diversos aplicativos nativos também passarão por mudanças. Entre os destaques:

Lembretes: alertas automáticos quando um item estiver prestes a vencer.
AirDrop: envio por código temporário para destinatários fora da lista de contatos, ampliando a segurança.
Apple Music: acesso a letras de músicas mesmo offline.
Saúde: novo sistema de pontuação do sono com critérios revisados.
CarPlay: mais widgets simultâneos e possibilidade de fixar conversas no Mensagens.

Embora pequenas isoladamente, essas modificações reforçam a estratégia da Apple de incrementar o ecossistema com funcionalidades voltadas para produtividade, privacidade e uso cotidiano.

Pressão regulatória e o futuro do iPhone

O iOS 26.2 surge num momento em que a Apple enfrenta cobranças em diferentes países para permitir maior concorrência interna no iPhone, desde lojas de aplicativos alternativas até liberdade para que usuários escolham assistentes, navegadores e serviços padrão.

Mesmo sem confirmação oficial sobre a abrangência global das mudanças, analistas acreditam que a empresa está testando, gradativamente, o limite de flexibilização que pode adotar sem comprometer sua identidade de marca.

Passo que redefine expectativas

Com o iOS 26.2, a Apple parece deixar claro que o iPhone não será mais um dispositivo tão fechado quanto antes. A abertura do botão lateral, o refinamento de identidade visual e os novos recursos nativos sinalizam uma fase em que a companhia busca conciliar tradição, inovação e pressão externa, sem abdicar do controle de qualidade que sempre caracterizou seus lançamentos.

A atualização deve chegar aos usuários ainda na primeira quinzena de dezembro, com rollout gradual conforme compatibilidade dos aparelhos.

Porsche Cup Brasil faz parceria com Microsoft para o uso de IA avançada

No último sábado (22) ocorreu o final da temporada de 2025 da Porsche Cup Brasil no Autódromo de Interlagos, na Cidade Dutra, São Paulo e durante o evento, uma parceria recém conquistada chegou para inovar a disputa: a inteligência artificial comandada pela Microsoft. Feito para transformar o grande volume de dados gerados pelos carros em decisões estratégicas, o acordo com a produtora de softwares veio para ampliar em até 40% a eficiência durante as corridas.

Resumos, curiosidades e gravações da temporada completa podem ser encontradas no Youtube oficial da Porsche Cup Brasil.

Estratégias tecnológicas

Com uma solução desenvolvida pela Kumulus, uma provedora latina de serviços tecnológicos e pelos produtos focados em mobilidade urbana da IturanMob, a Porsche Cup Brasil tenta otimizar a leitura de dados de performance dos carros com a análise de telemetria em nuvem, dando suporte à tomada de decisão das equipes em tempo real. O sistema estratégico acontece desde 2023 e agora em uma nova fase junto a Microsoft, o ecossistema Microsoft Azure AI Foundry será utilizado durante o evento.


Porsche Cup se une à Microsoft para telemetria de dados (Vídeo: reprodução/Youtube/@MicrosoftBrasil1)


Em um comunicado sobre a parceria, Priscyla Laham, Presidente da Microsoft Brasil contou que participar da tecnologia nas corridas é um ótimo exemplo para reforçar a visão estratégica da Microsoft, aplicando inteligência artificial não para substituir, mas para ampliar a capacidade humana. “Por meio da tecnologia, estamos construindo um ecossistema que conecta eficiência, insights e experiência para elevar a competitividade e manter a emoção durante a Porsche Cup Brasil como protagonista” afirmou ela.

Próximos passos

As ferramentas não param apenas nas análises de telemetria e os próximos passos incluem análises preditivas, alertas automáticos e chatbots inteligentes para auxiliar tanto as equipes quantos os pilotos. Para Thiago Iacopini, CEO da Kumulus, o papel da IA nas empresas é tirar o peso das rotinas humanas e devolver como estratégia. Com a nova tecnologia, mais tempo surge para o que realmente importa nas corridas, ter o carro pronto para voltar à pista.

Paulo Henrique Andrade, CEO da IturanMob, diz que a tecnologia tem sido determinante para ampliar o quão eficiente as operações e a precisão dos dados em todas as etapas da competição se formam. Na Porsche Cup Brasil, assim como em todas as corridas, cada milissegundo importa.

“No último ano, avançamos de forma significativa na estabilidade e precisão dos dados transmitidos em tempo real” explicou Paulo, contando que toda a equipe espera que na próxima temporada, mais dispositivos e recursos avançados sejam incorporados conectando e elevando a experiência das corridas tanto para os pilotos quanto para os espectadores.

Aplicativos móveis úteis que simplificam o dia a dia em 2026

Em 2026, os apps úteis 2026 deixará de ser apenas “mais uma coisa no telemóvel” e passaram a fazer parte das rotinas de muita gente. A sensação é que, a cada mês, surge um novo aplicativo capaz de simplificar algo que antes nos tirava tempo. Alguns focam na organização, outros ajudam a manter o dia mais leve e há ainda aqueles aplicativos de produtividade que parecem adivinhar o que precisamos antes mesmo de abrirmos o ecrã. No fim, o que realmente conta é isto: quando a tecnologia se mistura com a vida real de forma simples, ficamos com mais espaço para o que interessa.

Porque é que as aplicações se tornarão indispensáveis ​​em 2026

As aplicações vão tornar-se praticamente indispensáveis em 2026 porque já não servem apenas para “ajudar”; muitas funcionam como verdadeiros mobile life hacks. Com a rotina cada vez mais apertada, torna-se difícil imaginar o dia a dia sem aquelas ferramentas digitais quotidianas que tratam de tarefas chatas de forma quase invisível. Há apps que organizam contas, lembram prazos e até simplificam decisões que normalmente adiaríamos.

No campo das finanças, por exemplo, um bom finanças pessoais app já faz diferença: mostra gastos, sugere cortes e ajuda a manter algum controlo mesmo quando o mês corre ao contrário. O mesmo vale para a área da saúde. Um saúde bem-estar app bem configurado acompanha o sono, a hidratação e até pequenas rotinas que vamos esquecendo quando a semana acelera.

No fundo, estas aplicações não substituem ninguém, só libertam tempo e reduzem aquele peso mental de ter tudo na cabeça. Talvez seja por isso que tanta gente, sem dar por isso, já depende destas soluções para manter o dia organizado e com algum equilíbrio.

Tendências que moldam os novos aplicativos inteligentes

Entre as várias tendências que estão a moldar os novos aplicativos inteligentes, nota-se um crescimento curioso: apps ligados ao entretenimento rápido e personalizado. Isto inclui plataformas de jogos que oferecem experiências mais leves para quem quer apenas desligar por uns minutos. No universo dos casinos online, estas soluções estão mais intuitivas e seguras, permitindo que o utilizador explore ofertas, compare promoções e encontre os melhores bonus de casino sem perder tempo em sites complicados. Para muitos, estas apps funcionam quase como pequenos atalhos no telemóvel não substituem o lazer tradicional, mas simplificam a escolha e evitam aquela pesquisa interminável. No fim, tudo se resume ao mesmo: ferramentas práticas, pensadas para encaixar facilmente na rotina e tornar o dia um pouco menos caótico.

Aplicativos para produtividade e organização pessoal

A cada ano surgem ferramentas que tentam melhorar a forma como gerimos o nosso tempo, mas em 2026 o foco está claramente na simplicidade. Os utilizadores procuram menos ruído e mais funcionalidade real. É por isso que muitos gestão de tempo app começam a juntar várias tarefas num só espaço: notas, calendário, lembretes e até pequenos rituais de bem-estar. A verdade é que ninguém quer passar o dia a saltar entre dez aplicações diferentes queremos algo que acompanhe o ritmo diário, sem complicar.

Entre as opções mais interessantes estão plataformas dedicadas à organização pessoal, ao estudo, à produtividade criativa e à gestão de eventos, cada uma com o seu estilo próprio. Algumas são quase minimalistas, outras apostam em experiências mais visuais, mas todas têm em comum o objetivo de libertar espaço mental. Abaixo deixo uma tabela prática com algumas apps úteis que se destacam em 2026, para quem quer manter a rotina em ordem e, ao mesmo tempo, evitar aquela sensação de andar sempre a correr atrás do tempo.

Tabela – Aplicativos de produtividade e organização (2026)

 

Tema Nome da App Utilização Plataformas
Event planning Partiful Criar convites, gerir RSVPs, organizar eventos sociais de forma simples iOS, Android, Web
Treino e hábitos Manux (Manux Train) Monitorização de hábitos, treinos mentais, rotinas para foco e produtividade Android
News & insights Business Insider Acesso rápido a notícias, atualizações de mercado e análises úteis para decisões diárias iOS, Android, Web
Cursos e crescimento pessoal UniAthena Micro-cursos rápidos, aprendizagem flexível, gestão de estudos e progresso académico iOS, Android, Web
Gestão pessoal e notas Anytype App privada para notas, tarefas, projetos e organização digital completa iOS, Android, Desktop

 

Como a tecnologia móvel está a moldar a rotina moderna

A tecnologia móvel tornou-se tão integrada no nosso dia a dia que, muitas vezes, nem percebemos o quanto dependemos dela. A automação smartphone já não é apenas uma tendência; é quase um hábito silencioso que organiza alarmes, pagamentos, lembretes e até pequenos momentos de lazer sem que precisemos de pensar muito. No campo do entretenimento, por exemplo, as apps de jogos ficaram mais intuitivas e seguras, permitindo que cada pessoa escolha rapidamente aquilo que quer sem perder tempo em menus confusos. É nesse cenário que plataformas como o Ice casino Portugal ganham atenção, oferecendo uma experiência mais directa, adaptada ao ritmo acelerado de quem usa o telemóvel para tudo. No fundo, estas ferramentas acabam por funcionar como uma extensão natural da rotina moderna: simplificam, poupam tempo e deixam espaço para respirar num dia que, por si só, já vem cheio de tarefas.

Ferramentas de mobilidade, finanças e tarefas domésticas

Quando pensamos em tudo o que fazemos num dia normal, percebemos rapidamente porque é que tantas pessoas começam a depender de pequenas ferramentas no telemóvel. A tecnologia móvel 2026 não veio “revolucionar tudo”, mas acaba por ajudar onde faz falta. Às vezes é só um aviso na hora certa, outras é um atalho que nos poupa cinco minutos. Eis algumas das apps ou serviços que realmente têm impacto na rotina, sem grandes promessas:

  • Mobilidade: aplicações que mostram, quase em tempo real, se vale a pena esperar pelo autocarro ou se a trotinete ali ao lado resolve o problema.
  • Finanças: há apps que, sem dramatizar, mostram onde andámos a gastar mais. Pequenos gráficos que nos fazem pensar duas vezes.
  • Organização da casa: listas simples que evitam esquecimentos e ajudam a dividir tarefas entre quem vive no mesmo espaço.
  • Compras do dia a dia: algumas plataformas até sugerem produtos que costumamos comprar e que provavelmente já estão a acabar.
  • Controlo de energia: ferramentas que revelam picos de consumo e ajudam a perceber porque é que a fatura subiu naquele mês estranho.

No fundo, não são apps “perfeitas”. São só úteis e talvez seja isso que as torna indispensáveis.

Apps de bem-estar, saúde e autocuidado em crescimento

Nos últimos tempos, nota-se que as pessoas andam mais atentas ao próprio bem-estar, mesmo que seja de forma simples. E é curioso como algumas apps começaram a entrar na rotina sem grande cerimónia. Aqui ficam algumas que têm ganho destaque:

  • Apps que ajudam a adormecer melhor, com sons ou pequenas rotinas.
  • Ferramentas de meditação rápida, para aqueles minutos em que a cabeça já não colabora.
  • Lembretes de hidratação que aparecem precisamente quando nos esquecemos.
  • Treinos curtos, pensados para quem não tem tempo nem paciência para ginásios.
  • Pequenos diários de humor, úteis para perceber como andamos ao longo da semana.

Nada de extraordinário, só coisas práticas que, no fim, acabam por fazer diferença.

Conclusão

Quando olhamos para tantas apps espalhadas pelo telemóvel, percebemos que acabámos por criar uma rotina meio misturada com tecnologia, quase sem notar. Não é que dependamos delas para tudo, mas ajudam em momentos muito específicos, aqueles em que a cabeça já não chega para tanto. Cada pessoa acaba por escolher as ferramentas que fazem sentido para si, e isso é o mais curioso. No fundo, são pequenos apoios que tornam o dia menos pesado, e é provavelmente por isso que tanta gente já não passa sem eles

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Nova descoberta pode derrubar décadas de estudos astronômicos

Desde 1998, quando duas equipes independentes de astrônomos decidiram observar supernovas do Tipo 1a, surgiu a ideia de que o Universo está acelerando sua expansão. Consolidada há muito tempo, a compreensão sobre energia escura e a atração gravitacional no nosso Universo pode ter sido desbancada por um estudo bem mais recente que aposta no outro lado da pesquisa inicial: na verdade, o Universo está desacelerando.

No ano passado, um consórcio de centenas de pesquisadores utilizou dados do DESI, o Espectroscópio de Energia Escura, e criou o maior mapa 3D do Universo e, ao observá-lo, perceberam que a energia escura pode estar enfraquecendo aos poucos. Com isso, a expansão do Universo eventualmente pode diminuir.

Mistérios e explosões

A primeira pesquisa havia recebido um Prêmio Nobel de Física em 2011. Nela, cientistas observaram que algumas supernovas, explosões brilhantes e poderosas quando uma estrela ou anã branca começa a “morrer”, eram mais fracas quanto mais distantes estavam do Sistema Solar, concluindo que corpos celestes se afastavam mais rápido da Terra do que o previsto, explicando como o Universo seguia expandindo. Porém, a energia escura continuou sendo uma força misteriosa sem muitas respostas.


Satélite Hubble captura resquícios de uma Supernova (Vídeo: reprodução/Youtube/@NASAGoddard)


Recentemente, um estudo publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society (na tradução literal, Avisos Mensais da Sociedade Astronômica Real) traz evidências sobre a energia escura que complementam os estudos mais novos, observando que a força exercida sobre a energia escura sobre o Universo já não é mais a mesma.

Baseando-se na compreensão evolutiva da energia escura, o trabalho de Young-Wook Lee, um professor de astrofísica na Coreia do Sul, sugere que a expansão do Universo começou a desacelerar, mudando o rumo e a percepção que temos sobre o Céu e nossa Galáxia. “Se o destino do Universo pode mudar, é um progresso importante na cosmologia”, contou Lee.

Diferenças nos estudos

Junhyuk Son, coautor do estudo e doutor em astronomia na Universidade Yonsei, mesma de Lee, explicou que a análise veio de uma amostra com 300 galáxias com supernovas do Tipo 1a, onde propuseram que as estrelas mais distantes estão escurecendo não apenas pela distância, mas pela idade também.

Se as estrelas que causaram as supernovas são mais jovens, a explosão estelar será ligeiramente mais fraca e das mais velhas, muito mais brilhantes. Para a equipe de pesquisadores, a confiança estatística de seu projeto é extremamente precisa. Caso o estudo seja aceito, traria para a cosmologia uma mudança tão grande quanto a descoberta da energia escura há 27 anos.


Supernova Cas A capturada pelo telescópio Webb (Foto: reprodução/X/@NASAWebb)


História cósmica

Com novos relatórios e descobertas, a rotina do Universo pode se revelar não uma força constante, mas algo que se evolui com o tempo, assim como a energia escura. Se o Universo desacelerar e chegar a se contrair, tudo terminará no que os astrônomos chamam de big crunch, basicamente o oposto do que ocorre no big bang.

Em seus primeiros dias como uma pesquisa publicada, o trabalho de Lee ainda enfrenta o ceticismo na área de Astrofísica. Físicos como Adam Riess, um dos ganhadores do Nobel de 2011, e Dan Scolnic não gostaram muito do estudo e afirmaram estar incorreto e equivocado, mas nem todos os retornos foram negativos. Dillon Brout, outro astrofísico, contou em um e-mail resposta ao projeto que todo o artigo levanta uma questão válida sobre as idades das estrelas causadoras de supernovas e destaca como é sempre importante desafiar nossas crenças sobre o Universo, a fim de entendê-lo melhor.

Embora Lee saiba que seu trabalho pode ser controverso, com um novo Observatório que começou a operar este ano, chamado Vera C. Rubin, o debate pode ser resolvido. Para o cientista, é possível que em cinco anos existam outros resultados ainda mais surpreendentes sobre o assunto e, para isso, é necessário que dúvidas sejam criadas e que o Universo continue sendo observado.

Google inaugura nova fase da Busca ao integrar o Gemini 3

Em um movimento que sinaliza a direção estratégica da companhia para os próximos anos, o Google lançou o Gemini 3 e colocou o novo modelo de inteligência artificial no centro do seu produto mais valioso: a Busca. A decisão marca uma mudança de postura da empresa, que pela primeira vez libera uma geração de modelo já acoplada ao mecanismo que molda o trânsito de informação na internet há mais de duas décadas.

Uma nova lógica para pesquisar

A partir do Gemini 3, a Busca deixa de atuar apenas como ponte entre o usuário e páginas externas e passa a funcionar como uma espécie de “coautor de respostas”. Em vez de oferecer uma lista de links, o sistema agora é capaz de produzir sínteses, gerar visualizações dinâmicas e oferecer explicações mais longas, tudo baseado na consulta feita.

Internamente, engenheiros do Google descrevem o modelo como o mais avançado já implantado em escala comercial, com capacidade de interpretar contextos complexos e relacionar dados de maneira mais profunda. Essa evolução coloca a empresa em vantagem numa corrida global que movimenta desde Big Techs até startups emergentes.

Interatividade e raciocínio ampliado

O novo modo da Busca, disponível inicialmente para assinantes dos planos premium de IA da empresa, permite respostas multimodais: gráficos gerados em tempo real, comparações, esquemas, pequenas simulações e outras apresentações que antes estavam restritas a demonstrações laboratoriais.

Mas o ponto central é o raciocínio. O Gemini 3 consegue, por exemplo, decompor consultas em subproblemas, cruzar fontes diversas e reconstruir uma resposta mais completa do que as versões anteriores do modelo, um reflexo direto do que o Google vem chamando de “raciocínio de múltiplas etapas”.


Imagem de tela inicial nova do gemini 3 (Foto: reprodução/x/@godofprompt)


Agentes de IA e automação avançada

Outro braço do lançamento é o novo agente inteligente da empresa, pensado para executar tarefas mais longas e sequenciais — como extrair informações de e-mails, organizar documentos ou auxiliar em planejamento de viagens. A proposta é disputar espaço com assistentes autônomos de outras plataformas que já começam a ganhar mercado.

Para desenvolvedores, o Google apresentou uma nova IDE especializada em IA, desenhada para criação de agentes programáveis e fluxos automatizados. A intenção é consolidar um ecossistema onde o Gemini 3 não é apenas um modelo, mas um componente operacional.

Efeitos colaterais e tensões

O avanço, contudo, reacende debates que já vinham ganhando força. A geração de respostas completas dentro da própria Busca pode reduzir o tráfego enviado para sites jornalísticos, blogs, serviços e páginas especializadas, um modelo de distribuição que sustentou financeiramente boa parte da internet por duas décadas.

Empresas de mídia e produtores independentes acompanham a mudança com cautela. Enquanto o Google argumenta que a nova tecnologia melhora a qualidade da informação e reduz respostas enganosas, críticos temem que o sistema concentre ainda mais poder em um único ponto da web.

O que vem a seguir

A companhia planeja ampliar gradualmente o acesso ao Gemini 3, testando versões mais robustas em ambientes controlados antes de liberá-las para o público geral. A estratégia sugere que a Busca deve se transformar nas próximas semanas em um terreno de experimentação contínua, onde a IA deixa de ser ferramenta periférica e passa a ser protagonista.

Se o movimento dará ao Google a liderança incontestável da era da IA, ou se abrirá novas frentes de disputa, será definido não apenas pela tecnologia, mas pela reação de usuários, governos e todo o ecossistema digital que depende do buscador para existir.

Falha na Cloudflare preocupa especialistas sobre concentração de dados online

Na última terça-feira (18), uma queda no serviço de internet afetou praticamente todo o mundo. Isso porque o provedor de infraestrutura web Cloudflare, considerado a maior nuvem de conectividade, sofreu uma interrupção e fez com que os principais sites estivessem fora do ar – do Spotify ao ChatGPT.

A empresa emitiu um comunicado em seu blog e alegou que o incidente não teve nenhuma ligação com ataque cibernético, e sim com um problema técnico que a afetou a rede em todo mundo, já que 20% dos sites utilizam o serviço da Cloudflare. O ocorrido, no entanto, preocupa especialistas que alertam para o perigo da alta concentração de informações em um único provedor.

Incidente e comunicado

Na manhã da última terça-feira (18), por volta de 8:50 (horário de Brasília), diversos portais estiveram indisponíveis ou apresentaram mensagens de erro. Inclusive, o próprio DownDetector (site que detecta falha de serviços de internet) esteve fora do ar por alguns momentos.

Após o incidente, o CTO (sigla em inglês para Chief Technology Officer, ou Chefe de Tecnologia) da Cloudflare, Dane Knecht, emitiu um comunicado em seu perfil no X pedindo desculpas aos usuários da nuvem: “Falhamos com nossos clientes e com a internet em geral”.

O CEO da Cloudflare, Matthew Prince, também se manifestou em seu perfil no X: “Deixamos a Internet na mão hoje. Aqui está nossa análise técnica post mortem do que aconteceu. Em nome de toda a equipe da @Cloudflare, peço desculpas”.

Prince fez uma publicação extensa e detalhada no blog da empresa para explicar o ocorrido. Ele disse que a falha não foi ocasionada por ataque cibernético, mas “por uma alteração nas permissões de um de nossos sistemas de banco de dados, o que fez com que gerasse múltiplas entradas em um ‘arquivo de recursos’ usado pelo nosso sistema de gerenciamento de bots. Esse arquivo de recursos, por sua vez, dobrou de tamanho. O arquivo de recursos, maior do que o esperado, foi então propagado para todas as máquinas que compõem nossa rede”. Foi isso que o que ocasionou a queda na rede.


Matthew Prince, CEO da Cloudflare (Foto: reprodução/Steve Jennings/TechCrunch/Getty Images Embed)


Perigo na concentração digital

Esta não é a primeira vez em que a internet sofre com este tipo de “apagão”. Recentemente, um problema na Amazon Web Services interrompeu a rotina diária de milhões de pessoas, em alguns casos impedindo-as de realizar até mesmo tarefas simples como pedir café ou controlar eletrodomésticos inteligentes. Apenas alguns dias depois deste fato, o serviço Azure da Microsoft também sofreu uma interrupção.

A Cloudflare afirma processar, em média, 81 milhões de requisições HTTP por segundo — ou seja, quando os navegadores precisam de determinados dados para executar uma ação, como carregar uma página da web. Em virtude dos fatos ocorridos em um curto espaço de tempo, especialistas alertam para a alta concentração digital em uma única nuvem.

Segundo Eileen Haggerty, vice-presidente de marketing de produtos e soluções da Netscout, empresa de TI e cibersegurança, interrupções tecnológicas como essas são “problemas muito, muito comuns”. Contudo, reconheceu que a sensação é de que essas interrupções estão acontecendo com mais frequência, principalmente devido à escala do seu impacto.

Para Rodrigo Gava, diretor criativo do 360 BC Group, a internet foi projetada para evitar pontos únicos de falha. O conceito de redes com comutação de pacotes e rotas alternativas surge precisamente dessa necessidade de resiliência.

Porém, é feito exatamente o oposto: concentração, aplicações, segurança, DNS, distribuição de conteúdo, autenticação e observabilidade em poucos provedores globais. E quando um deles falha, o “efeito dominó” se alastra sobre as mais diversas operações. Segundo ele, o problema está na dependência estrutural sem um plano de contingência.

Nova atualização do iOS é lançada e duas opções estão disponíveis para escolha

No início de novembro a Apple lançou o iOS 26.1 que acompanhou uma outra opção para atualizar os smartphones da marca: o iOS 18.7.2. Com correção de falhas de segurança alertadas no último upgrade e uma lista de bugs, ambas atualizações incluem a mesma base, mas apenas o iOS 26.1 traz novos recursos.

Os usuários dos iPhones mais recentes podem escolher qual atualização desejam manter no dispositivo, mas a lista de prós de cada um contém algumas diferenças, confira:

Lista curta

Incluindo patches para corrigir vulnerabilidades no software do iPhone, como problemas no Kernel e no WebKit (serviços e códigos para funcionalidades do aparelho como navegação no Safari e organização de tudo que o celular pode aguentar), a atualização iOS 18.7.2 garante a proteção após muitas falhas que surgiram em uma das últimas versões do sistema operacional.

Outro recurso incluso na verdade é a falta de um novo: Liquid Glass, o recente e controverso design de interface da Apple que muitos usuários detestam, onde todos os elementos da tela são translúcidos e carregam um efeito de vidro líquido.


Vídeo promocional para o iPhone 17 Air Pro (Vídeo: reprodução/Youtube/@Apple)


Mais correções

O iOS 26.1 contém mais correções do que a versão 18.7.2 e mesmo que as falhas corrigidas possam não afetar a versão menor, a empresa sempre prioriza seu sistema operacional mais recente. Na parte de bugs, como a versão 26 pura já está disponível faz meses, problemas desta atualização já estão sendo resolvidos na .1.

O diferencial da versão 26.1 também é um recurso de segurança, o Background Security Improvements, uma função que permite o iPhone ou iPad a acompanhar as atualizações de segurança automaticamente, em segundo plano, permitindo avaliar cada atualização com calma para não prejudicar a segurança dos dados e do dispositivo. Para os usuários da Apple, este é um recurso valioso com a crescente de spywares para os iPhones, que já são alvos há muito tempo.

Perfil de risco

Embora as duas versões sejam boas opções para quem possui um iPhone, elas trazem uma barreira: a iOS 26.1 é uma atualização com uma quantidade enorme de dados, o que significa que muito espaço será utilizado para o upgrade e versões mais antigas do aparelho não terão a capacidade necessária caso forem compatíveis com as novas atualizações. Já o iOS 18 não será suportado em todos os dispositivos em um futuro próximo, mas sem data definida.

Se o uso de seu iPhone precisa de proteções robustas como um usuário corporativo, a versão 26.1 é ideal, mas como um celular comum, ainda é possível se manter no iOS 18.7.2 sem problemas. Para escolher e atualizar seu iPhone, vá em Ajustes > Geral > Atualização de Software e instale qual preferir.