Venda sem estoque na internet: como a Yeet está ajudando brasileiros a faturar alto online

Em 2024, depois de mais de 10 anos de experiência em e-commerce e marketplaces e mais de R$ 100 milhões faturados ao longo da carreira, Wagner Piva percebeu um padrão no mercado: milhares de brasileiros queriam vender online, mas não tinham capital para investir em estoque nem estrutura para lidar com logística e fornecedores.

Essa dificuldade inspirou a criação da Yeet, uma plataforma que conecta vendedores aos maiores marketplaces do Brasil — Mercado Livre, Shopee, Amazon, Magalu, entre outros — e permite vender online sem investir em estoque.

“Nós criamos a Yeet para democratizar o acesso ao e-commerce. Queremos dar condições para que qualquer pessoa possa faturar na internet, mesmo sem experiência prévia e sem precisar arriscar grandes investimentos”, afirma Wagner Piva, CEO da empresa.

Como funciona a plataforma

A Yeet simplifica a operação de quem quer vender online. O processo é rápido e intuitivo:

  1. O vendedor escolhe produtos no catálogo da Yeet, que já conta com mais de 1.000 itens prontos para venda.
  2. Publica os produtos nos marketplaces integrados, com cadastro facilitado.
  3. Quando a venda acontece, a Yeet cuida de todo o resto: separação, embalagem, envio, rastreamento e pós-venda.

Com estoque 100% no Brasil, as entregas são rápidas e rastreáveis, aumentando a confiança do consumidor e melhorando os resultados dos vendedores.

Os números que impressionam

Em menos de um ano, a Yeet já se consolidou como uma das principais plataformas de dropshipping nacional no Brasil:

  • +100 mil pedidos enviados desde o lançamento (out/24)
  • R$ 10 milhões em vendas totais dos dropeiros
  • +1.000 produtos disponíveis no catálogo
  • Vendedores faturando até R$ 20 mil líquidos por mês
  • Integração direta com os principais marketplaces
  • Estoque nacional, garantindo entregas rápidas e seguras

Esses números demonstram o potencial do modelo e a eficiência da operação, que cresce mês após mês.

A história da Luciene: do interior para o sucesso

Entre os muitos casos de sucesso da Yeet, o de Luciene, moradora do interior de São Paulo, é um dos mais inspiradores.

Após anos trabalhando na capital, Luciene decidiu mudar de vida e buscar mais qualidade de tempo com a família. Ela encontrou na Yeet a oportunidade perfeita para empreender: sem precisar investir em estoque, começou a vender produtos do catálogo da plataforma nos principais marketplaces.

Hoje, Luciene fatura mais de R$ 20 mil líquidos por mês e construiu um negócio sólido e lucrativo.

“A Yeet me deu a liberdade de trabalhar de casa, sem riscos e com muito mais tranquilidade. Eu nunca imaginei que seria possível viver de vendas online tão rápido”, conta Luciene.

Por que a Yeet é diferente

Embora o dropshipping seja conhecido no Brasil, a Yeet se diferencia pelo modelo 100% nacional, com foco em credibilidade, suporte e resultados reais:

  • Estoque no Brasil → Entregas rápidas, sem risco de taxação e devoluções mais simples.
  • Produtos validados → Catálogo com itens de alta conversão e margens saudáveis.
  • Integração total → Conecta com Bling, Mercado Livre, Shopee, Amazon, Magalu e outros.
  • Suporte humano → Acompanhamento próximo para iniciantes e vendedores experientes.
  • Modelo completo → Combina plataforma SaaS + operação logística, permitindo que o vendedor foque 100% em vender.

Wagner Piva (Foto: reprodução/Divulgação)

O mercado e o futuro

O mercado de vendas online no Brasil está em expansão acelerada. Em 2025, o e-commerce deve movimentar R$ 205 bilhões, com os marketplaces concentrando grande parte desse faturamento.

Nesse cenário, a Yeet tem um papel fundamental: tornar o empreendedorismo digital mais acessível e seguro.

“Queremos ser a plataforma que vai ajudar milhares de pessoas a criarem uma nova fonte de renda. Acreditamos que empreender deve ser simples, descomplicado e possível para todos”, afirma Wagner.

Com planos ambiciosos, a Yeet pretende ampliar o catálogo de produtos, lançar novas integrações e investir em tecnologia para automatizar ainda mais os processos, ajudando os vendedores a escalar seus resultados.

Como começar

Se você quer abrir um negócio digital, mas não tem dinheiro para investir em estoque, a Yeet pode ser o caminho mais rápido e seguro para começar.

Basta acessar www.plataformayeet.com.br, criar sua conta, escolher os produtos e começar a vender.

Este conteúdo é de caráter informativo. Recomendamos que os leitores verifiquem detalhes e condições diretamente nos canais oficiais da empresa.

Requisitos Legais para Operar Cassino Online na América Latina

Lançar um cassino online na América Latina envolve navegar por diferentes regimes regulatórios em cada país. Brasil e Colômbia implementaram recentemente estruturas nacionais de licenciamento para jogos online, enquanto Argentina e México possuem modelos mais complexos baseados em legislação provincial ou normas federais antigas. No Chile, até o momento não há regulamentação efetiva para cassinos online, mas uma nova lei está em tramitação.

Brasil

Essa licença permite explorar jogos de azar pela internet, englobando apostas esportivas e jogos de cassino de resultado aleatório sob um regime de autorização da União. A autorização tem validade de 5 anos, renovável, e cada operador pode explorar até 3 plataformas/marcas com uma única licença. A lei fixou uma taxa de licença de R$ 30 milhões por ciclo de 5 anos, paga antecipadamente pelo operador autorizado. Vale notar: modalidades não contempladas como aposta de quota fixa não possuem licença específica, ainda, por exemplo, poker online e fantasy sports foram explicitamente excluídos dessa categoria e seguem proibidos até regulamentação futura.

Para obter a licença federal, a empresa interessada deve ter sede no Brasil e ter como objeto social exclusivo a exploração de jogos de azar. O processo envolve enviar requerimento à SPA/MF e cumprir uma série de exigências legais e técnicas. O histórico e a capacidade financeira da empresa são avaliados pelo Ministério da Fazenda antes da concessão da autorização. Além disso, cada jogo online oferecido deve passar por certificação independente para garantir integridade a Portaria MF nº 1.207/2024 estabeleceu critérios para certificadoras avaliarem se um jogo pode ser ofertado no mercado brasileiro. Até 31 de dezembro de 2024, operadores já em atividade tiveram prazo para se adequar e solicitar a licença; a partir de 1º de janeiro de 2025, a oferta de jogos online sem autorização passou a sujeitar empresas e pessoas a penalidades. Em resumo, o procedimento requer: constituição regular no Brasil, apresentação de documentação societária, comprovação de idoneidade, capacidade técnica e garantias financeiras, pagamento da taxa de licença e adoção de políticas internas em conformidade com as normas.

Os operadores devem adotar procedimentos de KYC, verificando a identidade de cada apostador no cadastro e classificando seu perfil de risco. Transações suspeitas ou incompatíveis com a capacidade financeira declarada do usuário devem ser comunicadas ao COAF. Há também a determinação de verificar se o jogador é Pessoa Politicamente Exposta ou relacionado, aplicando as devidas diligências, lembrando que o mesmo nível de controle se aplica a títulos de entretenimento popular como saint seyia usados em campanhas ou promoções.

México

No México, os jogos de azar são regulamentados em nível federal pela Secretaría de Gobernación. Dentro da SEGOB, a unidade responsável é a Dirección General de Juegos y Sorteos, que expede permissões, vigia o cumprimento da lei e atende denúncias de jogo ilegal. A base legal é a antiga Ley Federal de Juegos y Sorteos de 1947, complementada por um Reglamento publicado em 2004 que atualizou vários pontos, inclusive reconhecendo a modalidade de jogos e sorteios pela internet. Em suma, todos os jogos com aposta no território mexicano requerem um permissão expresso da SEGOB para serem operados legalmentejuegosysorteos.gob.mx. Não há órgãos reguladores estaduais ou provinciais para jogos trata-se de competência federal. O México vem considerando reformas legais, mas até o presente a legislação de 1947/2004 é a vigente, administrada pela SEGOB.

O regime mexicano não concede “licenças” segmentadas por tipo de jogo como em outros países; em vez disso, a SEGOB outorga “permisos” abrangentes previstos na Lei Federal. Esses permisos autorizam determinados estabelecimentos ou modalidades de jogo conforme descrito neles. Na prática, operadores de cassino online no México geralmente operam sob um permiso de casa de apostas/cassino já existente. Muitos cassinos físicos obtiveram emendas em seus permisos para incluir a operação online. Em 2004, o regulamento possibilitou explicitamente jogos e sorteios pela via eletrônica, telefônica ou online, vinculados a um permissão vigente.

Colômbia

A Colômbia foi pioneira na regulamentação de jogos online na América Latina. Cabe a Coljuegos expedir os contratos de concessão para exploração de “juegos novedosos operados por Internet”, categoria jurídica que inclui cassino online, apostas esportivas e outras modalidades virtuais autorizadas. Em suma, qualquer cassino online legal na Colômbia opera sob uma licença concedida por Coljuegos e supervisionada diretamente por esse órgão.

Existe essencialmente um único tipo de licença para jogos online, que é a Licença de Operação de Jogos por Internet. Essa licença é abrangente com ela, o operador pode oferecer um portfólio completo de produtos, desde que cada tipo de jogo esteja previsto no contrato e siga as regras específicas. A licença é formalizada via contrato de concessão entre Coljuegos e o operador. A duração do contrato pode variar de 3 a 5 anos, a critério de Coljuegos, renovável ao término. Nos primeiros contratos assinados, Coljuegos costumava fixar 5 anos; atualmente, analisa caso a caso dentro desse intervalo. Não há um limite pré-definido de licenças, o mercado colombiano é aberto, e todos os interessados que cumprirem os requisitos podem obter a sua.

Chile

As Licenças Gerais de Operação de Plataforma de Apostas Online e as Licenças Específicas para Eventos Únicos. As licenças gerais serão destinadas a operadores que queiram oferecer permanentemente jogos de azar online no Chile. O modelo proposto é de mercado semiaberto, sem limite fixo de licenças, mas com critérios rigorosos de elegibilidade similar ao esquema dos casinos físicos. As licenças terão vigência definida em regulamento. Já as licenças para evento único permitiriam, por exemplo, explorar apostas relacionadas a um evento isolado, e seriam de curta duração. Além disso, o projeto trata do registro de fornecedores de jogos e serviços : empresas provedoras de software, plataformas e conteúdos de jogo precisarão se registrar na Superintendência para poderem atuar no mercado chileno, obtendo uma autorização de fornecedor.

Vale mencionar que, para o período de transição, o texto prevê licenças provisórias: operadores que já atuam informalmente no país poderão solicitar uma licença transitória válida até que as licenças definitivas sejam emitidas, desde que não tenham operado ilegalmente nos 12 meses anteriores e atendam a padrões técnicos equivalentes aos chilenos. Essa cláusula de cooling-off busca evitar que aqueles que descumpriram a lei recentemente levem vantagem no novo mercado.

Isenção de responsabilidade: Este é um conteúdo criado para fins informativos, destinado exclusivamente a um público adulto. Conteúdo destinado a usuários com 18 anos ou mais. O jogo envolve riscos financeiros e pode levar à dependência. Recomendamos jogar de forma responsável e com moderação. Este site não oferece serviços de apostas, apenas fornece informações. Lorena.r7.com não é responsável pelos serviços, produtos, promoções ou resultados relacionados às plataformas mencionadas.”

Trump afirma que, sem tarifas, os EUA serão destruídos

Em comunicado à recente decisão do tribunal federal dos Estados Unidos, Donald Trump fez declarações dramáticas e polêmicas, afirmando que sem as tarifas impostas por sua administração, o país correria risco de destruição econômica e militar, por falta de fundos e controle.

Decisão judicial e contexto

No dia 29 de agosto de 2025, o Tribunal de Apelações do Circuito Federal dos EUA decidiu, por 7 votos a 4, que a aplicação das tarifas globais determinadas por Trump violou a International Emergency Economic Powers Act (IEEPA). Segundo o tribunal, essa lei não autoriza o presidente a impor tarifas, pois à prerrogativa constitucional de tributar cabe ao Congresso, e não ao Executivo.

A decisão conflita com a visão da administração de Trump, que suspendeu os efeitos das tarifas apenas a partir de 14 de outubro de 2025, prazo durante o qual Trump planeja recorrer à Suprema Corte, para manter o seu plano e execução.

A declaração de Trump

Em uma postagem na plataforma Truth Social, Trump denunciou a decisão como fruto de uma “juventude radical de esquerda” e agradeceu ao único juiz que votou contra o veredito, intitulado como um “ato de coragem”.

Donald Trump afirmou que, sem a manutenção das tarifas, os Estados Unidos estariam impondo riscos à sua existência. Segundo ele, a ausência dessas medidas levaria à completa destruição do país e além de abalar a economia, resultaria na “instantânea obliteração” do poderio militar norte-americano.


Postagem de Trump (Foto: reprodução/@realDonaldTrump/Thuth)

Além disso, em outras publicações, ele alertou que a suspensão das tarifas poderia resultar em um colapso econômico semelhante à Grande Depressão e transformar os EUA em uma “nação do terceiro mundo”.

A repercussão e consequências

Especialistas alertam que a reversão da política tarifária pode implicar na devolução de até US$200 bilhões em receitas já arrecadadas, afetando seriamente o orçamento nacional. Além disso, a medida ameaça desestabilizar a confiança e a estabilidade das negociações comerciais internacionais.

Por outro lado, analistas jurídicos destacam que o entendimento de que o executivo não pode legislar sobre tarifas sem o respaldo do congresso criando um importante precedente que limita o uso de poderes de emergência com base no major questions doctrine, uma doutrina usada por cortes para barrar interpretações excessivas de autoridade executiva.

O que vem pela frente

O governo indicou que recorrerá à Suprema Corte, onde Trump tenta obter uma derrubada da decisão do tribunal de apelações. A data limite para isso é 14 de outubro de 2025, quando o efeito suspensivo será revogado.

Caso a Suprema Corte decida a favor de Trump, o Executivo pode reafirmar seu poder de impor medidas unilaterais em nome da “segurança econômica”. Se decidir o contrário, limitará consideravelmente o alcance das ações presidenciais em crises futuras.

Herança insere viúva e filhas de Silvio Santos em lista de bilionários da Forbes

A família de um dos maiores ícones da televisão brasileira, Silvio Santos, falecido em agosto de 2024, passou a integrar de forma oficial a seleta lista de bilionários brasileiros divulgada pela revista Forbes. A viúva do empresário, Íris Abravanel, e as seis filhas herdaram um patrimônio avaliado em R$ 6,4 bilhões, a quantia garantiu lugar de destaque no ranking para elas.

Mulheres bilionárias

A recente publicação da conta de que Íris e as herdeiras ocupam a 71ª posição entre os 300 maiores bilionários do país e entre as mulheres as novas bilionárias figuram na 12ª colocação entre as 60 listadas. O montante destaca a consolidação de um império que Silvio construiu ao longo de décadas, com múltiplos investimentos que envolvem setores como comunicação, varejo, hotelaria e cosméticos. Tendo como carro chefe o “Sistema Brasileiro de Televisão” conhecido nacionalmente pela sigla: SBT que, fundado em 1981, é considerado a joia da coroa do valioso legado.


Um dos programas em que Silvio Santos inseria Patrícia na profissão (Vídeo: reprodução/Instagram/@pgmsilviosantos

As mulheres

As filhas são: Daniela, Patrícia, Rebeca, Renata, Cintia e Silvia Abravanel. Elas dividiram a herança com a mãe, Íris. Cintia e Silvia, são frutos do primeiro casamento do apresentador, com Maria Aparecida Vieira, falecida em 1977. O relacionamento com Íris só foi oficializado em 1981, depois do nascimento da terceira filha do casal. Hoje com 77 anos, a viúva é reconhecida por sua atuação como escritora, jornalista e autora de novelas, em especial, com o tema infantil entre outros sucesso exibido no SBT.

Valorização sob gestão feminina

Ao término de sua vida, Silvio Santos havia conquistado uma fortuna estimada em R$ 1,6 bilhão, isso lhe dava o 209º lugar no ranking divulgado na ocasião. A valorização do patrimônio após sua morte revela a força dos negócios mantidos e geridos pelas mulheres da família Abravanel. Outro nome que ganhou um lugar na lista dos bilhões é o de Mariana Botelho Ramalho Cardoso, ela é diretora estatutária do BTG Pactual, e possui um montante de R$ 2,1 bilhões. Um avanço importante tendo em vista que apenas 20% dos bilionários brasileiros são mulheres, fato que reflete a disparidade de gênero ainda presente no universo dos negócios.

 

Diretora do Fed processa Trump por tentativa de demissão

Em um confronto sem precedentes com implicações profundas para a autonomia do banco central americano, a governadora do Federal Reserve, Lisa Cook, recorreu à Justiça para contestar sua demissão, que foi uma tentativa promovida por Donald Trump.

Contexto e Alegações

Lisa Cook, que assumiu como governadora do Fed após confirmação apertada no Senado em maio de 2022, é a primeira mulher negra a ocupar essa posição. Sua cadeira permanece vaga até 2038.

Mas em 25 de agosto de 2025, Trump anunciou sua demissão alegando “má conduta e criminalidade financeira” relacionada a supostas falsificações em documentos hipotecários anteriores à sua indicação para o Fed. A ação causa forte repercussão, pois o Federal Reserve Act exige “causa justificada” para remover um governante e, até então, nunca havia sido feita.


Demissão de Lisa Cook (Vídeo: reprodução/Youtube/Uol)

A governadora assegura que Trump não tem autoridade legal para demiti-la sem motivo legalmente válido. O advogado Abbe Lowell, que a representa, classificou a ação como ilegal e sem fundamentos plausíveis.

Processo Judicial e Impacto Político

No dia 28 de agosto, Cook entrou com um processo formal contra Donald Trump, o Board of Governors do Fed e Jerome Powell, buscando uma liminar que garantisse sua permanência no cargo . O caso, intitulado Cook v. Trump, tramita na Corte Distrital de Washington, D.C., sob a relatoria da juíza Jia M. Cobb.

Especialistas alertam que uma eventual vitória de Trump pode enfraquecer severamente a independência do Fed, abrindo precedente para controle político direto sobre decisões de política monetária, adoção de juros, combate à inflação, entre outras.

A Transferência Criminal e Processos Futuros

Além da disputa judicial, Bill Pulte, diretor da FHFA (Federal Housing Finance Agency) nomeado por Trump, encaminhou ao Departamento de Justiça uma segunda referência criminal contra Cook. Ele acusa a governadora de promover declarações falsas em documentos hipotecários, ao apresentar imóveis como residência principal quando, segundo ele, eram alugados. O teor dessa acusação insinua possíveis benefícios financeiros indevidos por meio de taxas hipotecárias reduzidas.

Já a defesa de Cook justifica que se tratou de um erro de digitação, um “erro administrativo”, além de reforçar que as alegações precedem sua nomeação, já estavam expostas durante sua confirmação no Senado.

A Lisa Cook tem uma trajetória associada à promoção da equidade econômica, com trabalhos acadêmicos renomados que analisam disparidades raciais e fatores socioeconômicos. Seu embate legal não apenas desafia a autoridade presidencial, mas também simboliza a defesa de uma instituição que há mais de um século busca atuar longe de pressões políticas imediatistas. O caso por sua vez ainda pode alcançar a Suprema Corte, com efeitos duradouros no equilíbrio entre Poder Executivo e autonomia do banco central.

Taylor Swift e Travis Kelce se tornam o segundo casal mais rico do mundo

A cantora country Taylor Swift aceitou o pedido de casamento de seu namorado, o tight end do time de futebol americano, Kansas City Chiefs, Travis Kelce. O anúncio foi publicado em conjunto em seus perfis no Instagram.

Além da felicidade em ver sua cantora preferida feliz, os fãs levantaram uma preocupação em relação ao seu patrimônio. Por ter uma fortuna mais elevada em comparação ao seu noivo, os admiradores de Swift cogitam a possibilidade da assinatura de um acordo pré-nupcial.

Mesmo a fortuna de Kelce sendo inferior à de sua noiva, a união do casal os torna o segundo mais rico do mundo. O primeiro lugar é ocupado pelo casal Jay-Z e Beyoncé.

Patrimônio de Taylor

A cantora, nascida em 1989, iniciou sua carreira em junho de 2006, com o lançamento da música “Tim McGraw”. O álbum de estreia vendeu mais de 67 mil cópias apenas na primeira semana de lançamento. Seu segundo disco, denominado “Fearless”, lançado no fim de 2008, esteve no topo do Billboard 200 e foi o mais vendido de 2009.

A primeira turnê, de nome “Fearless Tour”, faturou mais de US$ 60 milhões. Dela, resultou um minidocumentário, chamado “Journey to Fearless”, que mostrava os bastidores.

Sua maior bilheteria ficou por conta da “Eras Tour”, de 2023. Com faturamento ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão, esta é considerada a maior arrecadação, não apenas de Taylor, mas da indústria da música.

Além de seus ganhos nas turnês, Swift conseguiu readquirir os direitos de seus primeiros álbuns e ser única proprietária de seu acervo musical. Em maio de 2025, Taylor comprou de volta os masters dos seis primeiros álbuns (incluindo videoclipes, arte, conteúdo inédito etc.). O valor não foi oficialmente divulgado, mas fontes confiáveis estimam algo em torno de US$ 360 milhões. Atualmente, o valor estimado do catálogo é de aproximadamente US$ 368 milhões, com royalties anuais de cerca de US$ 89,8 milhões.

Em relação aos bens, a cantora é dona de uma mansão localizada no estado de Rhode Island, estimada em US$ 17 milhões, e um jato particular, avaliado em US$ 23 milhões. No total, o patrimônio líquido da cantora é estimado em US$ 1,6 bilhão.


Anúncio do noivado do casal (Foto: reprodução/Instagram/@taylorswift)

Patrimônio de Travis

O astro do futebol americano, embora possua um patrimônio elevado, não supera o de sua noiva. Segundo publicação da Revista Forbes, o atleta possui patrimônio líquido de US$ 70 milhões.

Nascido no estado de Ohio, Travis se destacou nos esportes desde muito novo. No período em que estudou no Cleveland Heights High School, jogou basquete, baseball e futebol americano. Travis é irmão do também jogador da NFL, Jason Kelce.

O noivo de Taylor é atleta do Kansas City Chiefs há 12 anos e, ao longo da carreira, estima-se que tenha acumulado por volta de US$ 111 milhões. Em companhia de seu irmão, o atleta assinou um contrato com a produtora Wondery para a criação de um podcast, denominado “New Heights”, cujo contrato vale US$ 100 milhões.

Fora dos campos, Kelce apresentou o programa “Are You Smarter Than a Celebrity?” no Amazon Prime e fez uma participação especial em Happy Gilmore 2, de Adam Sandler. Além disso, é investidor da equipe de Fórmula 1 Alpine e de um restaurante em Kansas City. Também é fundador de sua marca de roupas esportivas, Tru Kolors, e da empresa de suplementos nutricionais Hilo Gummies.

Somado, o patrimônio líquido combinado do casal chega a US$ 1,67 bilhão.


Travis Kelce em campo pelo Kansas City Chiefs (Vídeo: reprodução/Instagram/@killatrav)

Segundo casal mais rico

Embora o valor patrimonial do casal Swift e Kelce ultrapasse a marca de bilhão, o casal não supera Jay-Z e Beyoncé. Os astros da música americana lideraram a lista dos casais de celebridades mais ricos de 2025, ultrapassando Oprah Winfrey e Stedman Graham.

O patrimônio da cantora Beyoncé é estimado em US$ 700 milhões, e de Jay-Z, em US$ 2,5 bilhões. Juntos, eles formam uma marca de US$ 3,2 bilhões, o dobro de Taylor e Travis.

Trump ameaça novas tarifa à China caso exportações de ímãs não aumentem

Em declaração feita no Salão Oval, durante a recepção ao presidente sul-coreano Lee Jae Myung, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou sua postura agressiva na disputa comercial com a China.

Segundo o presidente estadunidense, essa nova ameaça de tarifas severas, que pode alcançar até 200%, significaria que os EUA não vai fazer negócios com a China caso a entrega dos suprimentos não normalizar.

Essa declaração reforça um histórico recente de tensões tarifárias extremas entre os países, como quando Trump chegou a impor 145% de tarifas sobre produtos chineses em 2025, medida que chegou a paralisar o comércio entre eles, antes de reduzir as alíquotas a 30%. Já a China retaliou essa guerra com tarifas de até 125%, que hoje permanecem em cerca de 10%.

Contexto e implicações

A China domina cerca de 90% da produção global de minerais e ímãs de terras raras, esses elementos são vitais para a fabricação de veículos elétricos, drones, eletrônicos e equipamentos militares. Em maio, a restrição chinesa sobre essas exportações causou severos impactos nas cadeias de suprimentos ocidentais.

Desde então os envios chineses voltaram a subir, por exemplo, em julho, foram exportadas 619 toneladas de ímãs, um aumento de 76% em relação a junho, mas ainda está 28% abaixo da média mensal de 2024.


Presidentes Xi Jinping e Donald Trump (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

Em outras falas recentes, Trump enfatizou que os Estados Unidos têm “cartas incríveis” de influência sobre a China, ele mencionou que caso as utilizasse, isso “destruiria a China”, embora tenha ressaltado que não desejar seguir esse caminho.

Atuais Negociações

Essa alfinetada ocorreu em meio à prorrogação de um cessar-fogo tarifário entre eles, que amplia o prazo da trégua até 10 de novembro de 2025. A extensão busca evitar escaladas anormais durante o período de compras de fim de ano e preparar terreno para uma possível negociação de alto nível entre Trump e Xi Jinping.

Além disso, o controle de Donald Trump enfrenta incertezas colocando em cheque sua autoridade sobre impor as tarifas, principalmente em relação ao uso da International Emergency Economic Powers Act (IEEPA), o qual seu controle pode depender da decisão do tribunal de apelações.

Índia mantém negociações comerciais com EUA, mas defende interesses nacionais

O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, afirmou no último sábado (23) que as negociações comerciais com os Estados Unidos seguem em andamento. A declaração ocorre poucos dias antes da entrada em vigor de tarifas adicionais de até 50% sobre produtos indianos, adotadas por Washington em resposta ao aumento das compras de petróleo russo pelo país asiático.

Até o momento, 25% das tarifas já estão em vigor, enquanto os outros  25% restantes entram em ação a partir de 27 de agosto. Uma visita de negociadores comerciais dos EUA a Nova Délhi, entre os dias 25 e 29 de agosto, foi cancelada, frustrando as expectativas de um possível adiamento ou redução das taxas.

Temos alguns limites nas negociações, que devem ser mantidos e defendidos”, disse Jaishankar durante evento do Economic Times, destacando a proteção aos agricultores e pequenos produtores do país. Ele também criticou as decisões do governo Trump, definindo-as como “incomuns”, e apontou que preocupações sobre compras de petróleo russo não estão sendo aplicadas a outros grandes consumidores, como China e União Europeia.

Tarifas impactam crescimento econômico e comércio bilateral

O comércio bilateral entre Índia e EUA supera US$ 190 bilhões e já enfrentou tensões no início do ano, quando negociações anteriores fracassaram devido à recusa indiana em abrir setores estratégicos como agricultura e laticínios.

Analistas da Capital Economics avaliam que, caso as tarifas adicionais sejam mantidas, o impacto no crescimento econômico da Índia será de 0,8 ponto percentual neste ano e no próximo. A medida também pode reduzir a atratividade da Índia como centro global de manufatura, afetando investimentos estrangeiros de longo prazo.

Jaishankar ressaltou que a Índia tem o direito de tomar decisões em seu interesse nacional e destacou que a questão do petróleo russo não havia sido levantada em negociações anteriores. Segundo o ministro, o comércio entre Rússia e Europa é maior do que entre Índia e Rússia, o que levanta questionamentos sobre a seletividade das tarifas aplicadas.


Governo Trump dobrou tarifas aos produtos da Índia (Vídeo: reprodução/YouTube/@cnnbrasil)

Repercussões para investidores e empresas

O aumento das tarifas tem gerado preocupação entre empresários e investidores internacionais, que agora reavaliam contratos de exportação e estratégias de entrada no mercado norte-americano. Setores como tecnologia, produtos manufaturados e agronegócio podem enfrentar custos mais elevados, margens reduzidas e atrasos logísticos. A incerteza sobre a continuidade das negociações aumenta a volatilidade nos preços de commodities e pode influenciar decisões de investimento direto estrangeiro, enquanto empresas indianas buscam alternativas de mercado para minimizar os impactos das tarifas impostas pelos EUA.

Enquanto as negociações continuam, empresas indianas e investidores internacionais observam atentamente o desenrolar do conflito tarifário, avaliando seus impactos sobre custos, competitividade e estratégias de exportação em um cenário de crescente tensão comercial global.

Diretora do Federal Reserve é acusada de cometer fraude hipotecária

O Diretor de Habitação Federal dos Estados Unidos, Bill Pulte, acusa a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook, de cometer fraude hipotecária. Segundo Pulte, Cook possui duas hipotecas supostamente reivindicadas como ocupação principal.

Ela teria falsificado documentos bancários e registros de propriedade para obter condições de empréstimo mais favoráveis. Pulte solicitou uma investigação para a Procuradora-Geral, Pamela Jo Bondi. Após denúncia de Bill Pulte, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu em seu perfil no Truth Social que “Cook deve renunciar, agora!!!”

Denúncia

O diretor de habitação postou em seu perfil na rede social X que Lisa Cook atestou que sua casa, em Michigan era sua residência principal. Isso ocorreu em 18 de junho de 2021. Contudo, em 2 de julho do mesmo ano, ela teria assinado documentos de uma hipoteca de uma casa em Atlanta e alegou que esta era sua casa principal. Lisa teria realizado a fraude visando garantir condições favoráveis ​​de empréstimo.

Pulte também alegou que Cook anunciou seu apartamento em Atlanta, Geórgia, para alugar. Hipotecas para casas usadas como residências principais normalmente têm taxas de juros mais baixas do que imóveis comprados para aluguel. A denúncia foi feita mediante uma carta enviada por Pulte ao Departamento de Justiça no dia 15 de agosto de 2025. O diretor de habitação também publicou em seu perfil os documentos com as assinaturas de Cook.

O responsável do Departamento de Justiça, Ed Martin, planeja investigar Lisa e recomendou que o presidente do Fed, Jerome Powell, destitua-a do cargo no banco central americano. Além disso, Martin disse que seu trabalho de investigação é apartidário: “Se for um republicano cometendo fraude hipotecária, vamos investigar. Se for um democrata, vamos investigar”, disse ele. Em virtude da denúncia contra Lisa, Donald Trump passou a cobrar a renúncia de seu cargo no Fed.


Lisa Cook, no dia de sua nomeação (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

Respostas de Cook

Lisa Cook respondeu às acusações de fraude e disse que não pretende renunciar: “Não tenho intenção de ser pressionada a renunciar ao meu cargo por causa de algumas perguntas levantadas em um tweet”. Ela alegou ter tomado conhecimento da investigação por meio da mídia que está cobrindo o caso.

Ela foi nomeada para o conselho administrativo do Fed pelo ex-presidente democrata Joe Biden em 2022 e reconduzida no ano seguinte para um mandato que encerra em 2038. E ela não poderá ser destituída do cargo, exceto se renunciar.


Denúncia de Bill Pulte encaminhada ao Departamento de Justiça (Foto: reprodução/X/@pulte)

Indicação de Trump

A denúncia surge em um período em que o presidente republicano necessita de apoio dentro do Fed para baixar a taxa de juros. Caso Lisa Cook resolva renunciar, o critério que Trump estabeleceu para uma nova indicação é que o nomeado defenda taxas menores.

Recentemente, o presidente do Fed, Jerome Powell, foi criticado por Trump, sendo chamado de “tarde demais”, por não o atender em baixar as taxas há alguns meses. Powell também foi ameaçado de demissão, com possíveis nomes já ventilados na imprensa para ocpar o cargo. Scott Bessent e Michelle Bowman, que atua como membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve desde 2018, são alguns deles.

Trump recebe os líderes europeus na Casa Branca

Em uma declaração democrática e estratégica, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que seria uma “grande honra” encontrar os líderes europeus na Casa Branca, em encontro multilateral crítico promovido em meio à escalada da guerra da Rússia contra a Ucrânia.

Um encontro incomum em meio à crise

A reunião, descrita por analistas como um “encontro de crise em tempo de guerra”, reuniu uma série de autoridades europeias, entre elas o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o presidente francês Emmanuel Macron, a chanceler alemã Ursula von der Leyen, o chanceler alemão Friedrich Merz, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e o presidente do Conselho Europeu Mark Rutte.

Antes desse encontro Trump havia mantido uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy. O evento foi marcado por tensões diplomáticas, especialmente após Trump indicar apoio a acordos de paz potencialmente polêmicos envolvendo perdas de parte do território da Ucrânia.

Linhas de segurança e convites ao diálogo

Apesar das divergências, o encontro em Washington gerou avanços perceptíveis, com os líderes europeus defendendo firmemente as garantias de segurança para a Ucrânia similares às do artigo 5 da OTAN, fortalecendo a ideia da Europa disposta a armar Kiev e manter a pressão sobre Moscou.


Acordo entre os lideres para apoiar a Ucrânia (Foto: reprodução/Win McNamee/Getty Images Embed)

Além disso, o primeiro-ministro Keir Starmer anunciou dois resultados importantes da reunião, como a abertura de negociações entre Zelensky e Putin e o alinhamento dos Estados Unidos para garantir a segurança da Ucrânia.

Cenário político após a reunião

A atmosfera política pós-encontro foi marcada por diversos tons. Starmer descreveu o diálogo como “bom e construtivo”, ainda que as perspectivas de um cessar-fogo imediato pareçam distantes . Já Zelensky, mais contundente, denunciou os recentes ataques russos contra civis como “cínicos e demonstrativos”, buscando enfatizar a urgência de ação coletiva frente à agressão em curso.

Por outro lado, movimentos diplomáticos pouco comuns chamaram atenção. Como Trump que chegou a não receber pessoalmente os líderes europeus, optando por delegar esse papel à ex-estrela da Fox News Monica Crowley, hoje chefe de protocolo.

Como tudo, o encontro na Casa Branca transcende o protocolo, tornando-se um palco de negociações, pressões e projeções de interesse americano na segurança europeia. Na frase de Trump, “ser uma grande honra”, há tanto um gesto de cortesia quanto uma tentativa de reafirmar parcerias estratégicas e remodelar o papel dos EUA nas crises globais.