Vitória vence Mirassol no Barradão e empurra Internacional para zona de rebaixamento

A torcida do Vitória tem motivos de sobra para respirar aliviada nesse sábado (29). Diante de um Barradão lotado, o Leão da Barra superou o consistente Mirassol por 2 a 0, com gols de Lucas Halter e Matheuzinho, chegou aos 42 pontos, saiu da zona de rebaixamento e respirou na luta pela permanência na elite do futebol brasileiro em 2026.

Já o time do interior paulista, parou nos 63 pontos e seguiu na 4ª colocação. A equipe de Rafael Guanaes já está confirmada na próxima edição da Libertadores, mas ainda precisa de mais uma vitória para garantir, matematicamente, a vaga direta na fase de grupos. Porém, o Leão Caipira pode ver o Botafogo (que tem 58) cortar a vantagem na tabela para apenas 2 pontos, caso vença o Corinthians neste domingo (30), na Neo Química Arena.

Escalações

Jair Ventura escalou o Vitória no 5-2-3 (que variou para o 3-4-3 na fase ofensiva), com: Thiago Couto; Cáceres, Edu (Zé Marcos), Camutanga, Lucas Halter e Ramon; Willian Oliveira (Dudu) e Baralhas; Erick (Lucas Braga), Renato Kayzer (Renzo López) e Cantalapiedra (Matheuzinho).

Já Rafael Guanaes, mandou o Mirassol a campo no tradicional 4-3-3, com: Walter; Lucas Ramon, João Victor, Luiz Otávio e Reinaldo (Felipe Jonathan); Danielzinho, José Aldo (Neto Moura) e Gabriel (Renato Marques); Negueba, Alesson (Cristian Renato) e Carlos Eduardo (Chico da Costa).

Primeiro tempo

O jogo começou animado. Jogando em casa, o Vitória tentou se impor no começo da partida e teve, aos 5′, uma boa oportunidade com Renato Kayzer. Após cruzamento de Erick pelo lado direito, o camisa 79 subiu livre, na marca do pênalti, mas errou o alvo e cabeceou à esquerda de Walter.

Quatro minutos depois, o Mirassol respondeu e parou em um dos grandes nomes do duelo, o goleiro Thiago Couto. Após cobrança de falta, Luiz Otávio escorou para Lucas Ramon, que chutou para defesa à queima-roupa do goleiro rubro-negro. No rebote, o próprio lateral direito tentou novamente, mas acertou a rede pelo lado de fora.

Aos 12′, foi a vez de Erick, em rápido contra-ataque, levar perigo ao gol da equipe paulista. Renato Kayzer acionou o veloz ponta direita, que cortou para o pé esquerdo, enganou Luiz Otávio e finalizou forte, da entrada da área, mas a bola passou à direita, assustando o goleiro do Mirassol.

No equilíbrio que se estabeleceu em campo, qualquer detalhe poderia ser decisivo e, aos 24′, a bola aérea fez a diferença para os donos da casa. Após cobrança de escanteio, a defesa do Mirassol afastou parcialmente, Erick pegou o rebote e cruzou na cabeça de Lucas Halter. O capitão da equipe baiana dividiu com Walter e aproveitou a sobra para empurrar a bola para o gol vazio: 1 a 0 Vitória e festa nas arquibancadas do Barradão.



O gol abalou um pouco a equipe paulista, que só voltou a levar perigo ao gol de Thiago Couto aos 41′. Após boa troca de passes entre Danielzinho e Gabriel, a bola sobrou para Alesson, que chutou forte e a bola explodiu no travessão de Thiago Couto.

Segundo tempo

As duas equipes voltaram do intervalo sem alterações e, assim como na primeira etapa, o Vitória começou pressionando o Mirassol. Logo aos 6′, Cáceres recebeu pela direita e cruzou na cabeça de Baralhas, que subiu sozinho na marca do pênalti, mas cabeceou torto, à direita de Walter.

Aos 10′, Thiago Couto voltou a brilhar. Lucas Ramon arrancou pela direita e arriscou chute de fora da área, a bola ainda quicou no gramado e quase encobriu o goleiro da equipe baiana, que foi ágil e espalmou pela linha de fundo. No minuto seguinte, foi a vez de Reinaldo invadir a área e chutar para mais uma bela defesa do arqueiro rubro-negro.

A pressão do Mirassol aumentou. Thiago Couto se viu obrigado a trabalhar duas vezes, em chutes de Chico da Costa e Negueba, aos 24′ e 31′, respectivamente.

Mas a pressão da equipe paulista sucumbiu aos 40′, quando Ramon foi derrubado na área de ataque. De início, o árbitro Wilton Pereira Sampaio nada marcou, mas após ida ao monitor do VAR, voltou atrás e apontou a penalidade para o Leão da Barra. Na cobrança, Matheuzinho bateu no canto esquerdo de Walter, que nem se mexeu: 2 a 0 e festa rubro-negra em Salvador.



Sem forças para reagir, o Mirassol ainda tentou uma chegada com Cristian, aos 51′, mas a cabeçada não teve a direção do gol. No apito final, festa dos donos da casa, que saíram da zona de rebaixamento do Brasileirão (42 pontos e 15ª posição) e ultrapassaram Santos (41 pontos e 16º lugar) e Internacional (41 pontos e 17º colocado).


Vitória 2X0 Mirassol melhores momentos (Vídeo: Reprodução/Youtube/GE TV)


Calendário

Com apenas duas rodadas para o fim do Brasileirão, as duas equipes tem ainda um jogo como mandante e outro como visitante.

O Vitória entre em campo na próxima quarta-feira (03), no Cícero de Souza, em Bragança Paulista. A bola rola às 19h (de Brasília), para o duelo diante do Bragantino. Na última rodada, no domingo (07), o Leão da Barra volta ao Barradão e enfrenta o São Paulo, às 16h (de Brasília).

Já o Mirassol volta a atuar como visitante na rodada 37. O Leão Caipira vai até São Januário visitar o Vasco, na próxima terça-feira (02), às 19h (de Brasília). Na última rodada, a equipe do interior paulista recebe o Flamengo, no Maião, às 16h (de Brasília), no domingo (07).

Jorginho ganha protagonismo no Flamengo e mira 2025 vitorioso

A contratação de Jorginho pelo Flamengo, em junho, rapidamente se mostrou determinante para o clube. O jogador de 33 anos ganhou protagonismo e passou a ser peça-chave nas campanhas rubro-negras no Brasileirão e na Libertadores.

Em conversa exclusiva com o ge, o ítalo-brasileiro avaliou o momento e celebrou a chance de atuar pela primeira vez no futebol brasileiro, mesmo em fase mais madura da carreira.

Liderança natural

A torcida rubro-negra já se acostumou à presença marcante de Jorginho, que rapidamente assumiu papel de liderança no elenco. Dentro ou fora de campo, o meio-campista se destaca pela comunicação constante, orientando companheiros, ajustando posicionamentos e influenciando diretamente na organização da equipe. A impressão é de que o jogador tem longa trajetória no clube, embora tenha disputado apenas 27 partidas até aqui.

“Acredito que esse espaço se conquista pela disponibilidade do grupo. O grupo maravilhoso que temos, de jogadores humildes e que todo mundo olha na mesma direção. Eu chego de uma maneira tranquila, só querendo o bem de todo mundo. Acho que eles entenderam isso rapidamente também.

Eu só queria o bem do Flamengo. Consegui me adaptar rápido pelas informações que recebi sobre como iria jogar, entendi o que o treinador queria e as características dos meus companheiros, o que cada um poderia aproveitar melhor. Depois disso, com conversas e convivência no hotel, tudo ajudou muito na chegada e na adaptação. Com o tempo, dia após dia, você acaba conquistando essa confiança, que é muito importante”, avaliou o jorgador rubor-negro.


Jorginho em campo com o Flamengo pela Libertadores (Foto: reprodução/Instagram/@jorginhofrello)


Importância da família

Jorginho foi direto ao explicar por que escolheu defender o Flamengo: o tamanho do clube, uma viagem ao Rio de Janeiro ao lado da esposa e a presença de Filipe Luís pesaram na decisão — sempre com a adaptação da família como prioridade.

A família, aliás, é o alicerce de toda a trajetória do meio-campista. Ele recorda com carinho a origem da veia futebolística, herdada da mãe, Maria Tereza, sua primeira treinadora. Nascido em Imbituba (SC), Jorginho cresceu jogando bola na praia e no quintal de casa. A mãe, que precisava driblar proibições impostas às mulheres que queriam jogar futebol, ganhou do pai o apelido de “Zico”.

O talento para o futebol sempre esteve presente na família de Jorginho. O avô e o irmão dele já praticavam o esporte, e a mãe, Maria Tereza, herdou essa paixão mesmo em um período em que meninas eram desencorajadas a jogar. Por isso, costumava sair escondida de casa para participar de partidas e acabou recebendo do pai o apelido de “Zico”.

Foi essa convivência que marcou a infância de Jorginho. Ele cresceu observando a mãe jogar, treinando ao lado dela e recebendo as primeiras orientações técnicas. Os dois costumavam ir à praia aprimorar domínio de bola, finalização e outros fundamentos. A ligação entre mãe e filho era forte, e o jovem acompanhava suas partidas e compartilhava com ela os primeiros passos no esporte, vínculo que permaneceu até os seus oito ou dez anos.

O atleta também relembrou a decisão de deixar a casa dos pais aos 13 anos para treinar em uma escolinha parceira do Brusque. Graças a um convênio entre o clube catarinense e empresários italianos, foi levado aos 15 anos para o Hellas Verona, na Itália.

O início, no entanto, foi marcado por dificuldades: viveu em um convento, dividiu quarto com outros jovens e recebia apenas uma mesada simbólica. Mais uma vez, encontrou na família a força necessária para seguir adiante.

Tive a sorte de ter uma família que me apoiou muito e me deu conselhos importantes para continuar em busca do meu sonho. Teve um momento em que eu quis desistir, e meus pais foram determinantes para que eu seguisse. Vi meninos da minha idade desistirem por causa das dificuldades, que eram reais, e infelizmente nem todos tinham o empurrão da família. Eu tive essa sorte”, finalizou Jorginho.

Jorginho vive grande fase antes da final em Lima

Após 15 anos no futebol europeu e com passagem consolidada pela seleção italiana, Jorginho demonstra que sempre manteve portas abertas no Brasil. Sua rápida adaptação ao Flamengo reforça essa percepção e aumenta a expectativa por um desfecho positivo nesta nova fase da carreira.

Neste sábado (29), Flamengo e Palmeiras disputam a final da Libertadores em Lima, às 18h (de Brasília). O confronto é tratado como histórico não apenas pela rivalidade recente, mas também por reeditar a decisão de 2021. Além disso, o duelo no Peru definirá o primeiro clube brasileiro a conquistar o tetracampeonato do torneio.

Caso levante o título continental, o Flamengo ainda poderá repetir o roteiro de 2019. Para confirmar também o título do Brasileirão, a equipe precisa vencer o Ceará na próxima quarta-feira (3).

Carlos Belmonte deixa diretoria do São Paulo

O dia pós-derrota vexatória contra o Fluminense não está sendo nada fácil para o São Paulo. Nesta sexta-feira (28), o clube emitiu uma nota oficial oficializando a saída de Carlos Belmonte do cargo de diretor de futebol do Clube. Junto ao ex-dirigente, também foram anunciados os desligamentos de Nelson Marques Ferreira e Fernando Bracalle Ambrogi.

Saída ”já esperada”

Belmonte comunicou pessoalmente os atletas do tricolor nesta sexta-feira no CT da Barra Funda e dentro dos bastidores da equipe paulista a sua saída já era ”esperada”.

Segundo informações de quem acompanha os bastidores do clube de Morumbi, Carlos Belmonte já estava com sua liderança fragilizada no departamento, ainda mais por conta de seus atritos com o presidente Júlio Casares.



Com a chegada do superintendente Marcio Carlomagno, a posição de Belmonte no dia a dia da equipe ficou ainda mais enfraquecida. Antes, o diretor e Casares já estavam caminhando para direções opostas por assuntos políticos, com a possibilidade de se enfrentarem na próxima eleição, em dezembro do próximo ano.

Após o resultado negativo contra o Mirassol, por 3 a 0, em uma decisão administrativa, Casares designou Carlomagno para ”atuar junto do departamento de futebol”. Segundo o informado no documento, o objetivo era “contribuir no planejamento estratégico e orçamentário para 2026, junto com a diretoria e funcionários do CT da Barra Funda”.

Os principais destaques listados eram: acompanhar a elaboração do orçamento do departamento de futebol para 2026; participar do planejamento e acompanhamento das metas esportivas de 2026; e promover o alinhamento entre as áreas atuantes no CT da Barra Funda.

Com Carlomagno, então, executando funções que eram de Belmonte, aos poucos, o diretor de futebol foi perdendo sua relevância e se tornando mais um no cotidiano do São Paulo

Apesar da fragilidade, Belmonte demonstrava o desejo de deixar o cargo, posicionamento este que mudou com a goleada de 6×0 sofrida no Maracanã contra o Fluminense, em partida válida pela  36ª rodada do Brasileirão. 

Substituto e planejamento de 2026

Durante uma coletiva concedida na parte da tarde, ainda nesta sexta-feira,  pelo presidente Júlio Casares, ele foi sincero ao falar sobre o futuro do cargo, um possível substituto e também sobre o planejamento da equipe para 2026, lembrando que o próprio presidente está visado pela oposição, para que seu impeachment se concretize, grande parte da torcida também está se manifestando pela saída do presidente, que deixou claro que não abrirá mão do cargo.

Sobre as mudanças na diretoria, Casares comentou:

“Não teremos nenhum conselheiro. Futebol será tocado por profissionais. Rui Costa executivo e o Muricy como coordenador de futebol. Esse é o quadro para 2026. Quando o CEO assumir, ele será o CEO, chefe de todos”, afirmou o mandatário, que complementou dizendo: “As mudanças foram necessárias, estávamos prevendo mudanças para depois do Brasileirão, mas tivemos que antecipar. O Marcio é o CEO, está aqui para apoiar o processo de profissionalização, que terá o Rui Costa e o Muricy. Está aqui para acelerar o planejamento para 2026”.

O São Paulo volta a campo na próxima quarta-feira (03/12) no Morumbis, contra o Internacional. O tricolor paulista encerra a temporada contra o Vitória, já no domingo (07/12).

 

Flamengo e Palmeiras esboçam estratégias para final da Libertadores

O campeão da Libertadores 2025 será conhecido neste sábado(29) em final realizada às 18h no Monumental U em Lima, onde Flamengo e Palmeiras se enfrentam em busca da tão sonhada Glória Eterna.

Em momentos diferentes na temporada, as duas maiores potências do futebol brasileiro buscam o tão sonhado tetracampeonato e se tornar o maior campeão brasileiro da competição nacional.

Flamengo está a duas vitórias de repetir feito histórico

O Flamengo chega a grande decisão defendendo uma temporada de desempenho sólido, principalmente no Brasileirão onde está a uma vitória de ser campeão do Brasileirão pela nona vez e de uma Libertadores de altos e baixos, mas com solidez defensiva, sendo a melhor defesa da competição até o momento com apenas cinco gols sofridos em 12 jogos até aqui.

Além disso, para o rubro-negro a final tem um gosto de revanche por conta da derrota na final de 2021 por 2×1 para o alviverde em Montevidéu.

A principal dúvida no setor de defesa é a presença ou não de Léo Ortiz. O zagueiro se lesionou na vitória por 3×2 contra o Palmeiras no Maracanã e até jogou o empate sem gols contra o Racing na Argentina, mas desde então não tem entrado em campo.

Danilo desde então assumiu a vaga e de lá só saiu no duelo contra o Sport por estar com a Seleção Brasileira para uma série de amistosos na Europa.

O ataque também é um mistério na escalação rubro-negra. Pelo lado direito, Luiz Araujo e Carrascal brigam pela vaga no 11 inicial. Já pelo lado esquerdo, Samuel Lino e Cebolinha disputam a vaga pela esquerda, tendo Everton chegado a decisão em momento melhor, sendo mais participante em momentos decisivos nos jogos deste mês de novembro.


Flamengo busca ganhar novamente a Libertadores em Lima (Vídeo: Reprodução/YouTube/ Conmebol Libertadores)


Na coletiva pré-jogo, Filipe Luis confirmou o desfalque de Pedro que mesmo recuperado de uma fratura no antebraço direito, não joga por conta de uma lesão na coxa. Outro desfalque certo é o também atacante Gonzalo Plata que foi expulso no duelo contra o Racing em Avellaneda e cumpre suspensão.

Assim, Filipe Luis deve mandar o seguinte time a campo: Rossi; Varela, Danilo(Léo Ortiz), Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho, Carrascal(Luiz Araujo), Arrascaeta e Samuel Lino(Cebolinha) e Bruno Henrique.

Palmeiras busca sair de sequência negativa

Novembro não tem sido um mês fácil para o Palmeiras. Quando parecia que o título do Brasileirão estava encaminhado para o alviverde, as derrotas para Mirassol e Santos tiraram a liderança do Verdão que após os empates contra Vitória e Fluminense e a derrota para o Grêmio viu o Flamengo ficar a apenas uma vitória de conquistar o Brasileirão com uma rodada de antecedência.

A Libertadores tem sido o oásis do Palmeiras em uma temporada de altos e baixos com derrotas para o Corinthians que custaram o título do Paulistão e a ida às quartas de final da Copa do Brasil e um Brasileirão com críticas da torcida pelo desempenho considerado abaixo do esperado.

O alviverde chega a final com a melhor campanha do torneio, tendo apenas uma derrota e um empate em toda a competição, com direito a uma virada estonteante contra a LDU nas semifinais após perder de 3×0 em Quito fazer 4×0 no Allianz Parque.


Palmeiras busca reviver espírito de virada contra a LDU na final (Vídeo: Reprodução/YouTube/ ESPN Brasil)


Em busca de se tornar o primeiro clube brasileiro tetracampeão da Libertadores, o time comandado por Abel Ferreira não vai contar com Paulinho, Lucas Evangelista e Weverton lesionados para a decisão. Além disso, Abel faz mistério no esquema tático da equipe para esta decisão. A principal dúvida é o posicionamento de Bruno Fuchs em campo. Zagueiro de origem, o jogador tem feito partidas como volante. Caso o jogador entre de zagueiro, pode formar um trio de zaga junto com Gustavo Gomez ou Murilo ou Anibal Moreno ou Emiliano Martinez na posição de volante. O mais provável é que ele jogue como volante a decisão.

Outra dúvida é quanto a presença de Raphael Veiga entre os titulares. O meia não viajou para Porto Alegre para jogar a derrota de 3×2 para o Grêmio e deve aparecer entre os titulares tendo em vista o retrospecto de Abel Ferreira de não utilizar em finais de Libertadores atletas que jogaram o jogo anterior desde o início, mas Facundo Torres também pode começar entre os titulares, o que pode quebrar essa surpresa.

Com isso, o mais provável é que Abel Ferreira mande o seguinte time a campo: Carlos Miguel; Khellven, Murillo, Gustavo Gomez e Piquerez; Bruno Fuchs(Aníbal Moreno), Andreas Pereira, Allan e Raphael Veiga(Facundo Torres); Flaco Lopez e Vitor Roque.

Arbitragem da final vem da Argentina

Para comandar essa decisão, a arbitragem vem da Argentina sob o comando de Dario Herrera, que terá Cristian Gonzalo Navarro e José Miguel Savorani. O VAR também vem da Argentina e será comandado por Hector Alberto Paletta.

O Monumental U recebe pela segunda vez a final da Libertadores, mas pela primeira vez o palco foi definido desde o início do mata-mata. Em 2019, o então maior estádio sulamericano foi escolhido faltando exatos 12 dias para decisão após protestos violentos no Chile. Na terra de Santa Rosa de Lima, o Flamengo virou em três minutos com dois gols de Gabigol e voltou a ganhar a Libertadores após 38 anos.

A partida terá transmissão da Globo em tv aberta, a ge tv no YouTube e a ESPN nos canais de tv por assinatura e também no streaming Disney+ com pré-jogo antes da bola rolar às 18h pelo horário de Brasília.  

Neymar está entre os relacionados para Santos x Sport

O Santos divulgou nesta sexta-feira (28) a lista de relacionados para o jogo contra o Sport, válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A. A novidade é a presença de Neymar entre os nomes à disposição do técnico Juan Pablo Vojvoda. A partida será realizada na casa do Santos, no estádio Vila Belmiro, com início às 21h30 (horário de Brasília).

Situação física

Neymar vinha tratando uma lesão no menisco do joelho esquerdo desde o jogo contra o Mirassol Futebol Clube. Naquela ocasião, ele permaneceu em campo os 90 minutos, marcou um gol e cometeu um pênalti, apesar do incômodo.


Imagem de Neymar treinando para o jogo de hoje (Foto: reprodução/x/@brasiledition)


Desde então, o jogador vinha sendo poupado e submetido a exames. Mas nas últimas sessões de treino, ele voltou a trabalhar junto ao elenco com uso de proteção no joelho. O departamento médico do clube, segundo comunicado, vem mantendo acompanhamento diário para avaliar sua condição.

Embora relacionado, não há confirmação sobre sua escalação como titular, a definição dependerá da avaliação física final.

Contexto do Santos urgência contra o rebaixamento

A convocação de Neymar ocorre em meio a um momento delicado da temporada. O Santos vive situação de risco na tabela: a campanha atual é considerada pior do que a registrada em anos recentes, e o clube tenta se recuperar para evitar a queda à segunda divisão.

A proximidade da rodada decisiva realça a importância de cada ponto: a partida contra o Sport aparece como uma oportunidade crucial para o Peixe reavaliar sua permanência na elite do futebol nacional.

Possíveis desdobramentos do jogo

Recuperação de peso ofensivo: com a armação do ataque fragilizada, a volta de Neymar, se ocorrer, pode retomar a principal fonte de criação e finalização da equipe. Avaliação de risco-benefício: a presença de proteção no joelho e o histórico recente de lesões impõem cautela; o clube e o staff avaliarão até o último momento.

Impacto na reta final: com poucos jogos restantes na temporada, o desempenho do Santos em clássicos e jogos decisivos ganhará ainda mais relevância. Pressão sob a comissão técnica e elenco: a dependência de resultados imediatos coloca sob fogo a responsabilidade de Vojvoda e dos jogadores, que precisarão responder sob contexto de instabilidade.

Bergantin sai do Avaí e acena para a Europa ao aceitar convite de Tite

Nesta sexta-feira (28), o Avaí oficializou a saída do técnico Vinícius Bergantin do comando da equipe para a temporada 2026. A decisão interrompeu negociações que vinham desde o fim da Série B, quando a diretoria catarinense considerava sua permanência como muito provável.

O motivo principal: uma proposta para Bergantin integrar a comissão técnica de Tite em um projeto no futebol europeu, ainda sem clube definido. A oportunidade de atuar fora do Brasil, e retomar parceria com Tite, com quem trabalhou em 2024 no Flamengo, foi suficiente para que o treinador optasse por não renovar com o Leão da Ilha.

Trajetória recente e legado em 2025

Bergantin o Avaí em setembro de 2025, substituindo a comissão técnica anterior para a reta final da Série B. Sob seu comando, o time disputou 10 partidas oficiais, alcançando 53,33% de aproveitamento. Sua marca mais expressiva foi conduzir o clube a uma sequência invicta de oito partidas — a melhor da temporada. Esse desempenho havia deixado a diretoria inclinada a renovar contrato, mesmo diante do corte de orçamento previsto para 2026.

Em pronunciamento recente, o presidente eleito do clube, Bernardo Pessi, chegou a afirmar que Bergantin “cresceu bastante no meu conceito” e que poderia seguir no cargo se houvesse acordo orçamentário, o que, de fato, estava em andamento.

O que o Avaí perde e o que Tite ganha

Para o Avaí, a saída do técnico representa um baque no planejamento imediato: a equipe precisará buscar um novo comandante antes da reabertura da temporada, prevista para o início de 2026, com o início do estadual e ajustes no elenco.


Imagem de tecnico Tite como treinador da seleção (Foto: reprodução/X/@futebol_info)


Por outro lado, para Tite e Bergantin, trata-se de uma aposta de retorno ao futebol europeu, com a montagem de uma comissão técnica já alinhada, o que confere competitividade e sinergia ao projeto. A familiaridade entre os dois e o histórico recente no Flamengo dão a Bergantin a chance de retomar visibilidade em mercados mais exigentes.

Próximos capítulos, transição e expectativas para 2026

O Avaí já divulgou que está em conversas avançadas com candidatos para o cargo de técnico e também para a função de diretor de futebol, em substituição à gestão atual. A expectativa é de anúncio oficial nos próximos dias, antes do início da pré-temporada.

Enquanto isso, o elenco se prepara para 2026 com renovação de contratos, dispensas e contratações, dentro de um novo planejamento orçamentário, mais enxuto, porém com objetivo claro de reestruturação.

Para Bergantin, resta agora definir onde exatamente despontará na Europa: clube ou seleção. Mas o movimento deixa claro que ele valoriza a oportunidade de reconstruir a carreira no exterior, em um contexto de maior visibilidade.

Oposição do São Paulo se movimenta por renúncia de Casares

Na manhã desta sexta-feira (28), apenas um dia após a goleada por 6 a 0 sofrida pelo São Paulo diante do Fluminense, no Maracanã, conselheiros da oposição iniciaram um abaixo-assinado pedindo a renúncia do presidente Julio Casares.

A oposição possui atualmente 55 conselheiros, enquanto a situação conta com 256. Apesar da diferença, o cenário político vem mudando com frequência a um ano da eleição presidencial. A expectativa é que o movimento não fique restrito à oposição: integrantes da situação — hoje rachada — também devem aderir ao documento.


 Casares vem sendo repetidamente criticado por sua gestão no clube (Foto: reprodução/Ricardo Moreira/Getty Images Embed)


Racha com grupo de Belmonte

O grupo político ligado a Carlos Belmonte, formado por cerca de 40 conselheiros, tende a apoiar o abaixo-assinado. O dirigente, que já vinha em rota de colisão com Casares, deixou de comparecer a algumas partidas — incluindo a derrota histórica para o Fluminense — e pediu demissão do cargo de diretor de futebol nesta sexta-feira.

A goleada, a maior já aplicada pelo Fluminense sobre o São Paulo e que poderia ter sido ainda mais ampla, aprofundou a crise e deu força às articulações contrárias à atual gestão.

Com mais um ano restante de mandato e impedido estatutariamente de buscar reeleição, Casares trabalha nos bastidores para articular sua sucessão, tendo como favorito Marcio Carlomagno, superintendente geral do clube e figura que ganhou espaço recentemente ao lado do departamento de futebol.

Pinotti e Marco Aurélio ganham força na oposição

Do lado oposicionista, outros nomes são debatidos. Vinícius Pinotti (ex-diretor de futebol do São Paulo) surge como possível candidato à presidência, em uma chapa que poderia incluir Marco Aurélio Cunha, considerado por boa parte da oposição como a principal esperança para “resgatar” o clube — hoje afundado em dívidas que ultrapassam R$ 1 bilhão.

Em reunião recente, membros da oposição chegaram a afirmar que o clube “já passou do poço e chegou à fossa”, criticando duramente a atual gestão, que tenta utilizar a venda de jogadores da base como solução emergencial.


Vinicius Pinotti (lado direito0 é considerado principal candidato da oposição (Foto: reprodução/SPFC)


Ambiente financeiro crítico

A crise política se intensifica em meio a um cenário financeiro alarmante. Mesmo após a criação de um fundo destinado a aliviar parte das dívidas, a diretoria solicitou recentemente mais um empréstimo bancário, de R$ 25 milhões — fato que reacendeu críticas internas.

Procurado, Casares ainda não se manifestou sobre o abaixo-assinado. Após a coleta das assinaturas, conselheiros devem encaminhar o documento ao Conselho Deliberativo.

Até agora, não há movimentações oficiais sobre mudanças no departamento de futebol do São Paulo, que vive uma de suas semanas mais turbulentas em muitos anos.

Rui Costa desabafa após goleada sofrida pelo São Paulo

O diretor-executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, falou aos jornalistas antes da coletiva de Hernán Crespo para pedir desculpas ao torcedor pela goleada histórica de 6 a 0 sofrida diante do Fluminense, no Maracanã, pela 37ª rodada do Brasileirão — resultado que tirou o Tricolor da disputa pela sétima posição.

Mesmo reconhecendo os inúmeros desfalques, o dirigente foi enfático, afirmando que nada justifica a atuação desastrosa da equipe no Rio. O discurso também expôs certa discordância em relação ao desabafo de Luiz Gustavo, que após o jogo cobrou a diretoria e afirmou que as pessoas têm que assumir a responsabilidade.

Luiz Gustavo cobra direção para clube

Em meio a 15 desfalques e a um ambiente politicamente conturbado, o volante — um dos mais experientes do elenco — desabafou com força. Ele afirmou que a culpa não pode recair apenas sobre os jogadores e pediu transparência e organização na condução do clube.

O volante ainda pediu desculpas para a torcida que compareceu ao Maracanã pelo jogo e pediu que clube tenha direção e um plano claro, por parte da diretoria, principalmente.


Desabafo de Luiz Gustavo pós-jogo (Vídeo: reprodução/YouTube/getv)


Rui Costa reconhece vexame e promete mudanças

Questionado após o jogo, Rui Costa reafirmou o pedido de desculpas e classificou o resultado como vergonhoso, vexatório e algo que não condiz com a história do São Paulo. O dirigente afirmou entender a indignação do volante. Além disso, Costa também garantiu que mudanças serão feitas para 2026:

Já começamos o planejamento. Não mantivemos um bom nível de performance e precisamos identificar o que nos trouxe até aqui. Intervenções serão feitas.” disse o executivo.

Sobre o futuro de Crespo, foi categórico ao afirmar que o técnico permanece no cargo e tem contrato até o fim de 2026.

Eu vim antes da coletiva porque entendemos que não é só o Crespo que deve falar. Não houve pedido de demissão. Estamos aqui por respeito ao torcedor.” Finalizou.


 Rui Costa conversou com imprensa antes da coletiva com Crespo (Foto: reprodução/Instagram/@ge.globo)


As consequências da goleada

A vitória levou o Fluminense aos 58 pontos, em quinto lugar, assegurando vaga na fase preliminar da Libertadores. Já o São Paulo permanece com 48 pontos, estagnado em oitavo, e se distancia de vez da luta pelo G7.

O 6 a 0 representa:

  • A pior derrota do São Paulo na temporada

  • O pior resultado do clube diante do Fluminense na história

  • Um vexame ocorrido justamente no reencontro com o ex-técnico Luis Zubeldía

O tricolor paulista volta a campo na próxima quarta-feira (3) para receber o Internacional, às 20:00 (horário de Brasília), pela 37ª rodada do Brasileirão.

Textor aciona cúpula da Eagle e alerta para impacto no Botafogo

Em meio ao agravamento das tensões internas no Botafogo, John Textor decidiu levar o impasse para o nível internacional. O proprietário da SAF convocou o conselho global da Eagle Football em busca de uma solução institucional para a disputa jurídica que mantém com o presidente do clube social, João Paulo Magalhães Lins. A decisão ocorre após a Justiça determinar que qualquer movimentação financeira da SAF, incluindo negociações de atletas, seja submetida ao crivo do clube social, algo que irritou o empresário norte-americano.

Estrutura da Eagle e pressão interna por solução

A Eagle Football é composta por diferentes camadas societárias. No topo está a empresa-mãe, que reúne Textor e outros investidores. Em seguida vem a Eagle BIDCO, sob controle exclusivo do norte-americano, e abaixo dela a Eagle MIDCO, que reúne conselheiros responsáveis pela governança do grupo. Por normas hierárquicas, decisões da BIDCO devem ser cumpridas pelos integrantes da MIDCO.

Foi a esse grupo que Textor enviou, na noite de quinta-feira, um comunicado exigindo que encontrem meios de encerrar o desgaste jurídico no Brasil. No texto, ele classificou o clube social como “opositor” e avaliou que o monitoramento judicial sobre todas as transações financeiras prejudica a estabilidade do Botafogo.


John Textor Exibe o escudo do Botafogo (Foto: reprodução/Instagram/@botafogo)


Risco no planejamento de 2026 e travas financeiras

A determinação judicial acendeu um alerta sobre o orçamento de 2026. Com a folha salarial reduzida após conflitos entre a Eagle e a Ares, a SAF dependia da venda de jogadores e de antecipações de receitas para manter o fluxo de caixa. Agora, qualquer adiantamento, seja de patrocínios, seja de futuras transferências, também precisará da validação do clube social e da Justiça, algo que, segundo a SAF, pode atrasar a entrada de recursos nos primeiros meses do próximo ano.

Ruptura política e retorno de Montenegro aos bastidores

O distanciamento entre Textor e João Paulo já se consolidou. As comunicações entre SAF e clube social passaram a ser mediadas pelo CEO da SAF, Thairo Arruda. Em meio a isso, uma figura histórica do Botafogo voltou a atuar diretamente nos bastidores: Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente e aliado de João Paulo, além de um dos entusiastas da ação judicial. Apesar de reconhecer as contribuições de Textor ao Botafogo, Montenegro apoiou o ingresso do clube social na Justiça.

Diante desse cenário, Textor acionou os diretores internacionais da Eagle e espera uma solução rápida para evitar que a crise comprometa negociações por reforços e captação de recursos em 2026. Já o clube social defende a intervenção como forma de fiscalizar a atuação da SAF, consolidando o fim de qualquer clima amistoso entre as partes.

BAP teve papel decisivo para saída de Andreas Pereira do Flamengo em 2022

A final da Libertadores 2025 entre Flamengo e Palmeiras neste sábado(29) no Monumental U em Lima está recheada de ingredientes que fazem essa decisão ser tratada no continente como o jogo do século.

Além da rivalidade que tem aumentado entre as equipes desde 2016, a partida marca o reencontro de Flamengo e Andreas Pereira na Libertadores após a final de 2021 onde o meia entregou no pé de Deyverson o que seria o tricampeonato do rubro-negro, que veio no ano seguinte com direito a gol do jogador em um dos jogos da campanha do título, mas que não permaneceu até o final por pressão da diretoria que tinha BAP entre os que queriam a saída do meia.

Pressão após final pesou na saída de Andreas

A passagem de Andreas Pereira no Flamengo começou muito bem com gol na goleada com 4×0 contra o Santos na Vila Belmiro e com participações em gol nos outros jogos sendo peça importante para a equipe em um momento complicado com sucessivas lesões de Arrascaeta, mas com a decisão de não disputar a posição de articulador com o uruguaio passou a jogar de segundo volante, o que custou caro em sua passagem pelo Flamengo.

Com o passe para Deyverson em momento que o Mengo era melhor em campo e deixou o atacante de frente para Diego Alves para dar o título ao Palmeiras, o que mexeu com o psicológico do atleta e fez a compra de 15 milhões de euros dividir opiniões.


Andreas marcou oito vezes pelo Flamengo (Vídeo: Reprodução/YouTube/ Boleiragem Gols)


A compra do jogador antes do fim do empréstimo que era previsto para junho de 2022 chegou a ser cogitada várias vezes e em vários momentos tinham torcedores a favor e contra assim como a diretoria que tinha membros a favor e contra o investimento.

Durante o tempo, o valor chegou a baixar para 10 milhões de euros, mas mesmo assim a decisão final foi não comprar o jogador que se despediu do clube no jogo contra o Tolima pelas oitavas de final da Libertadores daquele ano fazendo o gol da vitória no jogo de ida, o que ajudou na classificação do clube.

Um dos fatores para a compra não acontecer foram os sucessivos episódios onde o jogador entrava mal nos jogos ou mentalmente estava perdido como na partida contra o Madureira que Andreas levou amarelo após um atrito com jogadores do tricolor suburbano.

Ninho do Urubu e Gávea pensavam diferente

Marcos Braz e Bruno Spindel presentes no dia a dia no Ninho do Urubu e dirigentes do Departamento de Futebol eram a favor da compra de Andreas, avaliando que mesmo com o erro em Montevidéu, sua qualidade era o suficiente para mantê-lo no elenco, mesmo com a necessidade de um trabalho psicológico.

Enquanto isso, BAP, atual presidente e dirigente de Relações Externas do Flamengo na época, internamente se manifestava contrário a compra por conta do erro e por conta do rendimento fraco e o psicológico abaldo pelo erro poderiam fazer o dinheiro ser mal investido.

Além disso, o dirigente de finanças da época Rodrigo Tostes se via preocupado de fazer este investimento visando uma ação do Banco Central que poderia bloquear 130 milhões de reais do Flamengo, o que acabou não acontecendo.

Com isso, o presidente da época Rodolfo Landim deixou passar o prazo que era até maio de 2022 para exercer a cláusula de compra do empréstimo do meia e no início de junho confirmou em ofício ao Manchester United que não tinha interesse na compra por todos os fatores que fizeram a diferença no rendimento do jogador.

Andreas disse que queria voltar ao Flamengo

Logo após a saída do Flamengo, Andreas foi vendido ao Fulham pelos mesmos 10 milhões de euros da cláusula de compra do empréstimo.

No time inglês, o meia deu diversas declarações a veículos de imprensa do Brasil afirmando a vontade de voltar ao Flamengo para se redimir do erro que deu o título ao Palmeiras.
Com o destaque no Fulham, o meia chegou a chamar a atenção de outros clubes europeus, mas nenhum de fato enviou uma proposta de compra por ele.

Em alguns momentos, chegaram a surgir especulações nos bastidores do Flamengo pela volta, mas sempre que isso era falado as críticas pesavam e em nenhum momento o rubro-negro chegou de fato a enviar proposta pelo jogador.

Com isso, perto do fim do contrato com o Fulham, o Palmeiras enviou uma proposta pelo jogador que aceitou e defende atualmente o alviverde e estará na decisão deste sábado contra o Flamengo.

Reencontro com o Flamengo foi debaixo de vaias

A decisão pelo Palmeiras chegou ainda mais críticas da torcida rubro-negra, que passou a odiar o jogador e o impacto disso foi sentido pelo jogador logo no reencontro entre ele e Flamengo.


Vitória do Flamengo contra o Palmeiras no Maracanã (Vídeo: Reprodução/YouTube/ ge tv)


Em outubro, o Flamengo recebeu o Palmeiras em confronto direto pela liderança do Brasileirão no Maracanã. Em atuação impressionante de Pedro, o Mengão venceu por 3×2, com o alviverde até tendo mais a bola, mas sendo pouco objetivo e em boa parte do jogo assistindo o Flamengo jogar.

Já Andreas, fez uma partida ruim, sendo anulado pelo meio-campo do Flamengo, protagonizando um escorregão em uma cobrança de falta e sendo vaiado desde o primeiro toque na bola até sua saída no segundo tempo.