Sobre Sofia Strach

Redatora do lorena.r7

TI recebeu R$ 15 mil para facilitar fraude de R$ 541 mi no Pix, segundo a polícia

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na quinta-feira (3), João Nazareno Roque, operador de TI na empresa C&M Software, apontado como peça-chave no maior ataque ao sistema Pix da história. Ele teria recebido R$ 15 mil para entregar suas credenciais e facilitar o acesso dos hackers, que desviaram R$ 541 milhões de contas reservadas gerenciadas pela BMP Instituição de Pagamentos.

Credenciais vendidas por R$ 15 mil

Segundo a investigação, Roque foi abordado por um intermediário em março. Em um primeiro pagamento via motoboy, recebeu R$ 5 mil por suas credenciais corporativas. Duas semanas depois, criou uma conta no Notion e continuou executando comandos em seu computador para os hackers — pelo que recebeu mais R$10 mil. Ao todo, somam R$ 15 mil em dinheiro vivo, pagos em cédulas de R$ 100.

A C&M Software integra sistemas de instituições financeiras ao Banco Central e é responsável pela conexão ao Pix. O acesso indevido permitiu que os hackers usassem a infraestrutura da empresa para gerar transferências automatizadas por meio do sistema, enquanto os criminosos sacaram os valores desviados.

Desvios e reação policial

As transferências fraudulentas somaram R$ 541 milhões, segundo a Polícia Civil . Após o incidente, o Banco Central determinou a suspensão do acesso da C&M aos sistemas Pix, que só foi autorizado novamente após reforço de segurança e auditoria na sexta-feira (4).

Durante as investigações, policiais cumpriram mandados de busca e prisão no bairro City Jaraguá, zona norte de São Paulo, e apreenderam equipamentos usados no ataque. Também bloquearam R$ 270 milhões em contas suspeitas, intermediadas pela quadrilha.


Hacker é preso em São Paulo (Foto: Reprodução/Istagram/@portalg1)

O ataque causou grande turbulência no mercado financeiro e chamou atenção do Banco Central, que discutiu ajustes emergenciais nos protocolos de autorização e monitoramento do Pix. A confiança nas empresas de TI que operam o sistema ficou abalada, intensificando críticas à C&M Software, que, por sua vez, afirmou que não foi a origem do problema .

A Polícia Federal investiga os demais integrantes da quadrilha e busca recuperar os recursos desviados. O caso destaca vulnerabilidades no sistema PIX e reforça a necessidade de implementação acelerada de autenticação mais robusta e redundâncias de segurança em plataformas financeiras.

Após conversa com Trump, Putin lança maior ataque aéreo à Ucrânia desde 2022

Em um dos episódios mais intensos desde a invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, a Rússia realizou o maior ataque aéreo da guerra nesta semana, apenas algumas horas depois de uma conversa, sem resultados concretos, com o presidente americano Donald Trump. O ataque foi feito na madrugada desta sexta-feira (04). Segundo as Forças Armadas da Ucrânia, foram lançados 539 drones e 11 mísseis contra alvos civis e militares, deixando pelo menos 23 pessoas feridas e danos significativos em infraestrutura urbana. Parte dos artefatos foi interceptada pela defesa aérea ucraniana.


 23 mortos no último conflito entre Rússia e Ucrânia. (Vídeo: Reprodução/Instagram/@kyivindependent_official)

Escalada após conversa diplomática frustrada

De acordo com fontes do governo ucraniano e reportagens da BBC e Reuters, a ofensiva aconteceu menos de 24 horas após uma ligação entre Putin e Trump. Fontes do Kremlin afirmaram que a conversa abordou “a necessidade de negociações de paz”, mas terminou sem qualquer sinal de avanço diplomático. O governo dos Estados Unidos declarou que Trump pressionou por um cessar-fogo imediato, mas que Putin se manteve irredutível quanto às exigências territoriais russas.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky qualificou o ataque como “deliberadamente massivo e cínico”, afirmando que “mais uma vez, a Rússia demonstra que não tem intenção de pôr fim à guerra e ao terror”. Ele destacou que os primeiros alertas de ataque aéreo começaram quase simultaneamente ao término da ligação entre Trump e Putin, exigindo maior apoio internacional à Ucrânia.

Ainda nesta sexta-feira, Trump e Zelensky devem se comunicar por telefone para discutir o ataque russo, segundo autoridades ucranianas. O incidente piora o impasse diplomático e aumenta a pressão internacional sobre Moscou, enquanto o risco de escalada global cresce.

Reação internacional

A reação global foi imediata. Ex-secretária de Estado dos EUA e provável candidata nas eleições, Nikki Haley criticou duramente a ofensiva e declarou que “os Estados Unidos não hesitarão em fortalecer a defesa da Ucrânia contra agressões desumanas” .

Por sua vez, a União Europeia anunciou aceleração nos envios de sistemas antiaéreos para apoiar a Ucrânia, como parte de um esforço coordenado com a Otan, que convocou uma reunião extraordinária para avaliar a escalada .

Especialistas ouvidos pela CNN Internacional apontam que esse aumento na intensidade dos ataques pode enfraquecer as iniciativas diplomáticas em andamento e elevar o risco de uma escalada mais ampla do conflito .

A guerra na Ucrânia já ultrapassou 850 dias e, segundo o The Guardian, estima-se que mais de 500 mil pessoas tenham morrido ou ficado feridas no confronto. Apesar de tentativas diplomáticas, a violência tem se intensificado nos últimos meses, sinalizando um impasse perigoso para a estabilidade global.

 

Katy Perry quebra recorde histórico no YouTube

Na última quarta-feira (02), Katy Perry alcançou um marco inédito no cenário da música digital: seu videoclipe “Dark Horse” ultrapassou a marca de 4 bilhões de visualizações no YouTube, consolidando-a como a primeira artista a ter dois videoclipes acima desse patamar, ao lado de “Roar”, que alcançou 4,1 bilhões.

Ambas as faixas integram o álbum “Prism – o último grande sucesso da popstar –, que vendeu mais de 4,5 milhões de cópias no mundo, foi indicado ao Grammy como Melhor Álbum Pop Vocal e rendeu os dois maiores hits de sua carreira no formato visual.

Recorde duplo inédito

As visualizações no YouTube deixaram de ser apenas números: tornaram-se referência de relevância cultural. No caso de Perry, atingir 4 bilhões em dois clipes – e ainda duas faixas de um mesmo álbum – aponta para um impacto raro e duradouro no mainstream musical e digital. “Roar” foi o primeiro videoclipe de Perry a chegar aos 4 bilhões de visualizações, atingindo essa marca em maio de 2024. Já “Dark Horse”, lançado em 2014, chegou ao histórico número em semanas recentes, ultrapassando a barreira anterior de quase 4 bilhões.

Com isso, Katy se torna a primeira artista na história a alcançar o feito de dois vídeos tão populares — um feito que solidifica seu legado na era do streaming.

A força de “Prism” e o legado musical

O álbum Prism, lançado em outubro de 2013, combinou energia pop, eletrônica e influências de trap, rendendo sucessos como “Roar” e “Dark Horse”. Ele vendeu mais de 4,5 milhões de cópias mundialmente e ganhou indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal Contemporâneo, tornando-se um divisor de águas na carreira de Katy Perry.

O videoclipe de “Roar” mostra a artista se reconstruindo após um acidente de avião e domando um tigre selvagem — tema que mescla força e empoderamento — enquanto o de “Dark Horse” incorpora uma estética egípcia, com elementos místicos e o rapper Juicy J, reforçando a versatilidade visual de Perry. Ambos os vídeos se tornaram emblemáticos, elevando a produção artística do pop e influenciando visualmente diversas gerações.


Katy Perry em performance na sua turnê (Foto: reprodução/Kevin Mazur/Getty Images Embed)

Atualmente, Katy Perry está em turnê mundial com o espetáculo “Katy Perry: The Reflection Tour“, que marca seu retorno aos palcos após uma pausa desde sua residência em Las Vegas. Com uma estética visual recheada e figurinos exuberantes, a cantora tem lotado arenas ao redor do mundo, reafirmando sua força como uma das maiores estrelas do pop.

Ainda que tenha passado por mudanças pessoais recentes — como a separação de Orlando Bloom —, ela demonstra estar em plena forma artística, explorando seu alcance global.

The Last of Us: Neil Druckmann deixa a série da HBO

Nesta última quarta-feira(02), Neil Druckmann, co-criador dos jogos e co-showrunner das duas primeiras temporadas, comunicou oficialmente que deixará de atuar como roteirista e diretor na terceira temporada de The Last of Us na HBO.

Apesar de continuar como co-criador e produtor executivo, sua decisão marca o fim de sua participação ativa na série para focar no desenvolvimento de novos projetos na Naughty Dog, especialmente o aguardado game Intergalactic: The Heretic Prophet. Craig Mazin, conhecido por Chernobyl, assumumirá integralmente o rumo da série.

Motivação da saída de Druckmann

Druckmann esclareceu que finalizou seu trabalho criativo na segunda temporada e considerou o momento ideal para encerrar sua atuação antes do início da 3ª temporada. Agora, ele deseja reinvestir seu tempo nas responsabilidades como chefe de estúdio e diretor criativo da Naughty Dog, e se dedicar à direção e roteiro de seu novo jogo Intergalactic: The Heretic Prophet. Em nota, afirmou: “Co-criar a série foi um dos pontos altos da minha carreira […] Sou profundamente grato pela abordagem cuidadosa e dedicação do elenco e da equipe […]”.


Ellie na segunda temporada da série The Last of Us (Foto: reprodução/HBO)

Além dele, a roteirista Halley Gross, colaboradora da segunda temporada e roteirista do game The Last of Us Part II, também anunciou sua saída para seguir outros rumos profissionais.

Craig Mazin assume a 3ª temporada

Com a saída de Druckmann e Gross, Craig Mazin, co-criador de Chernobyl, assume sozinho a função de showrunner, roteirista e produtor da terceira temporada. Em comunicado, Mazin declarou que trabalhar ao lado de Druckmann foi um “sonho criativo” e que continuará empenhado em entregar uma série à altura do que o público espera.

Mazin reforçou confiar no legado deixado por Druckmann, afirmando: “Druckmann jamais me deixará estragar nada”, ressaltando o equilíbrio entre inovação e fidelidade à narrativa original.

Estimativas da imprensa especializada sugerem que a série só retornará ao ar em 2027, devido à extensa preparação necessária e ao cronograma apertado dos envolvidos.

Com Craig Mazin no comando e o foco já estimulado na narrativa de Abby, a série segue garantida — ainda que a espera pela terceira temporada seja longa.

Irã suspende cooperação com agência nuclear da ONU após trégua com Israel

Em um movimento que pode acirrar ainda mais os ânimos no Oriente Médio, o Irã suspendeu oficialmente sua cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), responsável por monitorar o desenvolvimento de programas nucleares no mundo. A decisão foi tomada pelo Parlamento iraniano no dia 24 de junho deste ano, apenas um dia após o cessar-fogo com Israel, que pôs fim a 12 dias de confrontos diretos entre os dois países, e divulgada oficialmente nesta quarta-feira (2).

Irã endurece postura após trégua militar

O Parlamento de Teerã aprovou uma nova legislação que determina a suspensão imediata das inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e a retirada das câmeras de vigilância instaladas em instalações nucleares sensíveis do país. Segundo o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, a medida é uma resposta à “passividade da comunidade internacional diante das agressões israelenses” e ao que o país classifica como “violações dos compromissos nucleares por parte do Ocidente”.

A segurança nacional do Irã não será refém de acordos desequilibrados”, afirmou Ghalibaf durante a sessão parlamentar transmitida pela televisão estatal iraniana.

Segundo a rede Al Jazeera, a AIEA confirmou que seus inspetores foram retirados de algumas instalações e que está em diálogo com autoridades iranianas para avaliar os impactos da medida. Já os Estados Unidos, por meio do Departamento de Estado, afirmaram estar “profundamente preocupados” com a decisão, que classificaram como “um retrocesso significativo nos esforços diplomáticos”.


Presidente americano Donald Trump confirma 
cessar-fogo em entrevistas (Foto: Reprodução/Chip Somodevilla/Getty Images Embed)

Especialistas temem avanço sem transparência

A decisão iraniana reacende temores de que o país possa acelerar seu programa nuclear sem supervisão internacional. Para o analista em segurança internacional Ali Vaez, do International Crisis Group, “sem a presença da AIEA, o mundo terá menos clareza sobre as intenções e capacidades nucleares do Irã, o que pode aumentar a possibilidade de novos conflitos na região”.

O Irã afirma que seu programa nuclear tem fins exclusivamente pacíficos, mas países como os EUA e Israel veem com ceticismo essa declaração, especialmente diante da retomada de atividades que violam o acordo nuclear de 2015 — do qual os Estados Unidos se retiraram em 2018.

Segundo a “BBC”, a AIEA já enfrentava dificuldades para obter acesso irrestrito às instalações iranianas nos últimos meses. A suspensão formal da cooperação marca, segundo especialistas, “um novo e perigoso capítulo” na já conturbada relação entre Irã, Israel e o Ocidente.

FAB decide equipar caças com mísseis para garantir segurança da cúpula do BRICS no Rio

 A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou nesta terça-feira (01), que irá acoplar mísseis aos seus aviões de caça durante a operação de segurança para a Cúpula do BRICS, que ocorrerá no Rio de Janeiro em outubro deste ano. Esta será a primeira vez desde as Olimpíadas de 2016 que a FAB usará armamentos reais em missões de patrulhamento aéreo em território nacional.

Segurança máxima para evento internacional

A medida foi tomada diante da complexidade da operação de segurança aérea que envolve o encontro de chefes de Estado de países que integram o grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além de novos membros convidados, como Irã, Egito, Etiópia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. A expectativa é de que a reunião reúna dezenas de autoridades internacionais, o que requer um aparato robusto para prevenir qualquer tipo de ameaça, incluindo ataques terroristas ou invasões do espaço aéreo restrito.

Os mísseis que serão utilizados são do tipo ar-ar, como o A-Darter, de fabricação sul-africana em parceria com o Brasil, e o Python 4, de origem israelense. Eles estarão acoplados a caças F-5EM e Gripen E/F da FAB, que atuarão na defesa aérea do perímetro do evento.

Segundo o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), os caças armados com mísseis farão parte da chamada “Zona de Exclusão Aérea”, que será criada sobre a cidade do Rio de Janeiro nos dias da cúpula. Aeronaves que invadirem essa zona sem autorização poderão ser interceptadas e, em casos extremos, abatidas, conforme previsto na Lei nº 13.097/2015.

Olimpíadas de 2016

A última vez que a FAB adotou essa configuração armada foi durante os Jogos Olímpicos do Rio, quando uma estrutura semelhante de segurança aérea foi implementada. Na época, nenhuma ocorrência grave foi registrada, mas a presença dos caças armados serviu como fator de dissuasão.


Abertura dos jogos olímpicos no rio de Janeiro em 2016 (Foto: reprodução/Getty Images Embed/WILLIAM WEST)

De acordo com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, a decisão reforça a postura do Brasil como anfitrião responsável. “Estamos garantindo que todas as condições de segurança estejam atendidas para um evento dessa magnitude”, afirmou em coletiva.

Rússia nega atrasar negociações de paz enquanto intensifica ofensiva na Ucrânia

O governo russo rejeitou nesta terça-feira (01) as declarações do enviado especial dos Estados Unidos para a Ucrânia, Keith Kellogg, que acusou Moscou de atrasar intencionalmente as negociações para encerrar a guerra, enquanto intensifica ataques contra civis. O Kremlin reiterou que está disposto a dialogar, mas apontou que as exigências ocidentais são “inaceitáveis” e perpetuam a instabilidade.

Rússia responde às críticas de Washington

Durante visita a Kiev na segunda-feira (30), Keith Kellogg afirmou que a Rússia “não pode continuar a ganhar tempo enquanto bombardeia alvos civis“. A declaração provocou uma reação imediata do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, que classificou a fala como “manipuladora e desprovida de fundamento”.


Keith Kellogg em visita a Kiev (Foto: Reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)

Em comunicado oficial, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que “a Rússia nunca se recusou a negociar. Pelo contrário, são os Estados Unidos e seus aliados que insistem em condições irrealistas e recusam qualquer proposta viável de cessar-fogo”. Peskov acusou Washington de estimular a escalada do conflito ao fornecer armamento pesado à Ucrânia.

A embaixada russa em Washington também se manifestou, dizendo que “os EUA continuam a alimentar o conflito com sanções e armas, ao mesmo tempo que acusam a Rússia de falta de compromisso com a paz“.

Ofensiva russa e impasse diplomático

Enquanto as declarações ganham repercussão internacional, o conflito segue violento no leste da Ucrânia. Relatórios da ONU indicam que, somente na última semana de junho, ao menos 112 civis morreram em bombardeios nas regiões de Donetsk e Kharkiv. A missão de monitoramento da ONU na Ucrânia expressou “grave preocupação” com o uso indiscriminado de munições em áreas densamente povoadas.

Segundo analistas do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), a Rússia parece apostar em ganhos territoriais mínimos enquanto mantém um discurso público de abertura ao diálogo. “É uma estratégia dupla: continuar a guerra no campo de batalha, mas simular disposição diplomática”, afirma Nataliya Bugayova, pesquisadora do ISW.

Em paralelo, líderes da União Europeia preparam nova rodada de sanções contra o setor energético russo, enquanto pressões diplomáticas sobre Moscou se intensificam nas Nações Unidas. Ainda assim, não há previsão concreta de retomada de negociações multilaterais.

Trump sugere deportar Elon Musk após críticas à sua conduta política

Em meio a uma escalada de tensões públicas, o presidente americano Donald Trump, declarou hoje, minutos antes de embarcar para Flórida, estar aberto à ideia de deportar o empresário Elon Musk — naturalizado americano — caso o CEO da Tesla e SpaceX persista em criticar proposta de corte de gastos e leis impostas por Trump. Musk, nascido em Pretória, África do Sul, tornou-se cidadão americano em 2002.

A troca de farpas e a ameaça de deportação

O escândalo deu-se início após Elon Musk criticar fortemente o projeto de lei que prevê cortes amplos nos impostos e nos gastos públicos. Apesar de ser um defensor da redução dos gastos do governo, o bilionário classificou o pacote como irresponsável e ameaçou fazer campanha contra os parlamentares que o aprovaram, afirmando que trabalhará para retirá-los de seus cargos.

Em resposta, Trump declarou estar “muito desapontado” com as críticas do empresário, ressaltando que já havia lhe ajudado em diversas ocasiões.


Donald Trump revela sua ideia de deportação de Musk (Foto: reprodução/MEHMET ESER/Getty Images Embed)

Na sequência, Trump ameaçou revogar contratos governamentais, incluir sua empresa SpaceX em ações preventivas e, agora, até cogitar a deportação caso o embate continue.

Especialistas em imigração alertam que deportar um cidadão naturalizado exigiria processos judiciais complexos, incluindo a possível revogação da cidadania caso ocorra alguma descoberta de fraude durante o processo. Mesmo com Trump empenhado, o caminho legal se configura como longo e desafiador.

Tensão política

Com o clima político cada vez mais polarizado, o conflito Trump x Musk afeta não apenas as relações pessoais e empresariais, mas também a estabilidade dos contratos entre o governo americano e as empresas do bilionário, como SpaceX e Tesla.

Elon Musk nasceu em Pretória, África do Sul, em 1971, migrou para o Canadá em 1989 e migrou para os EUA em 1992, tornando-se cidadão americano em 2002. Embora seja cidadão legal, algumas peças da narrativa política atual invocam incidentes de trabalho irregular na década de 1990 como justificativa para ações extremas.

Analistas sugerem que um processo de deportação, ainda que improvável, aumentaria ainda mais a tensão política, gerando repercussões econômicas — especialmente se impactar o setor aeroespacial ou a liderança de Musk em tecnologia.

James Gunn revela identidade da criatura misteriosa em novo trailer de Superman

O aguardado filme Superman, estrelado por David Corenswet e dirigido por James Gunn, o filme que está previsto para estrear em 11 de julho deste ano, revisitou uma criatura misteriosa em seu trailer, deixando fãs e críticos teorizando sobre sua identidade. Recentemente, durante uma entrevista ao Fandango, o diretor Gunn revelou que a figura branca enigmática se trata de uma criação de Lex Luthor.

A aparição enigmática no trailer

O trailer de Superman apresentou uma cena intrigante onde uma figura alienígena é vista em cativeiro, ao lado de Lex Luthor, interpretado por Nicholas Hoult. A imagem gerou especulações entre os fãs, com teorias sugerindo que a criatura poderia ser um White Martian, Parasite, Metamorpho em sua forma regressiva ou até mesmo Ultraman.

Entretanto, James Gunn, em entrevista recente, esclareceu que a figura arrepiante é, na verdade, um personagem original, uma criatura criada em laboratório por Lex Luthor, apelidada de Mr. Handsome, o “Senhor Bonitão”.

Em entrevista, James diz que o apelido é irônico, pois a criação é uma coisa horrível.

“Mr. Handsome é uma criação de Luthor que é capaz de se locomover em uma plataforma flutuante. […] é a criatura mais feia e nojenta do mundo.” Diz James Gunn.


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filme Superman (Vídeo: Reprodução/@ingresso.com/Youtube)

Sobre o filme

O próximo Superman, dirigido por James Gunn e produzido por Peter Safran, tem data de estreia para 10 de julho de 2025. Com David Corenswet como Clark Kent/Superman, o filme não será uma história de origem — ele já está atuando em Metrópolis como repórter e conciliando sua herança kriptoniana com sua família adotiva.

O elenco traz Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor, um bilionário rival. Além disso, apresenta a “Justice Gang”: Nathan Fillion (Lanterna Verde), Isabela Merced (Mulher-Gavião) e Edi Gathegi (Senhor Incrível), ampliando a narrativa para outros meta-humanos já ativos.

O trailer final revela sequências de ação grandiosas, visuais impressionantes, conflitos emocionais com Luthor e a introdução de Krypto, o supercão, além de adotar o tema icônico criado por John Williams, revisitado com estilo contemporâneo.

Gunn optou por recuperar a estética clássica do herói — inclusive com os tradicionais “boxers vermelhos” — para aproximar Superman do público e humanizá-lo.

Chris Martin e Dakota Johnson: fontes explicam separação

Após oito anos de relacionamento, fontes revelaram o fim do noivado entre Dakota Johnson, de 35 anos, e Chris Martin, de 45. Segundo relatos, a separação foi motivada por divergências em relação ao casamento, ao desejo de ter filhos e às diferentes prioridades de vida do casal.

Uma fonte próxima revelou nesta semana que Dakota desejava formalizar a união e construir uma família. Chris, por outro lado — já pai de dois filhos do relacionamento anterior com Gwyneth Paltrow — preferia manter o relacionamento como estava, sem novos compromissos formais.

Relacionamento chega ao fim após quase oito anos

Dakota Johnson e Chris Martin, que mantiveram um relacionamento discreto desde 2017, decidiram encerrar de forma definitiva o noivado após quase oito anos de idas e vindas. A ruptura foi confirmada por fontes ao “IndiaTimes” e ao “Page Six” nesta última semana, que relataram divergências profundas sobre planos de casamento, filhos e incompatibilidades relacionadas à diferença de idade. As fontes tambem revelaram que o término parece ser “definitivo”.


Dakota e Chris Martin (Foto: Reprodução/Instagram/@johnsonsource)

Relatos apontam que as conversas para investimento no futuro – seja um casamento formalizado ou ter filhos – tornaram-se recorrentes e desgastantes nos últimos meses. A atriz e o vocalista encontraram dificuldades para equilibrar perspectivas de vida que pareciam se distanciar.

Divergências sobre futuro e idade motivaram a decisão

De acordo com fontes próximas, Dakota Johnson vinha pressionando Chris Martin por uma definição clara sobre o futuro do relacionamento, especialmente em relação ao casamento. Relatos divulgados pelo “Page Six” afirmam que “ela estava cansada dele adiar a definição de uma data”.

Nos últimos meses, aumentaram os questionamentos sobre o status da relação, especialmente após rumores de que o casal estaria noivo desde 2019. No entanto, a ausência de planos concretos para oficializar a união teria se tornado um ponto de tensão entre os dois.

Outro fator foi a divergência sobre filhos. Enquanto Johnson, sem filhos, tinha interesse em ter uma família, Martin já com dois filhos do primeiro casamento, estaria “satisfeito” com sua atual estrutura familiar e não demonstrava interesse em expandi-la. Essa diferença de expectativas foi descrita como um “impasse irreversível” por fontes que acompanhavam o relacionamento.

A diferença de 13 anos entre ambos também acabou sendo ressaltada como elemento que dificultava o alinhamento das prioridades. Fontes também relataram que, embora o respeito e carinho mútuo permanecessem, os dois chegaram ao entendimento de que seguiam “em direções diferentes”.

Embora nenhum dos artistas tenha se pronunciado ainda sobre o fim do relacionamento, o ponto final do namoro marca um novo capítulo para os dois, que permanecem centrados nas respectivas carreiras. Johnson estreia “Materialists” em 13 de junho, enquanto Martin segue em turnê com o Coldplay.