Sobre Pamela Mariano

Redatora e Editora do Portal Lorena - R7

Amazon anuncia novos nomes e inicia filmagens do terceiro spin-off de The Boys

Ambientada nos anos 1950, “Vought Rising” é a nova série do universo “The Boys” e começou a ser gravada neste mês em Toronto, no Canadá. Produzida pela Amazon MGM Studios, a trama se passa décadas antes dos eventos da série original e de “Gen V”, abordando os bastidores da “Vought International” e o nascimento dos primeiros Supers em meio ao auge da Guerra Fria e da propaganda corporativa nos Estados Unidos.

Apesar de ainda não ter uma data oficial de estreia, a produção está se preparando para chegar ao Prime Video e traz um elenco que é, em sua maioria, formado por iniciantes e jovens talentos. Eles prometem trazer uma nova energia ao universo criado por Eric Kripke. Além disso, a série agora traz consigo uma abordagem estética super inovadora ao retratar a era dos Supers, mergulhando em uma atmosfera noir repleta de paranoia, onde o poder e também o controle caminham lado a lado.

Estética de época, vigilância e origem do poder

Ambientada nos anos 50, a série nos leva de volta às raízes da Vought e aos seus primeiros experimentos com o Composto V. Diferente da crítica direta que encontramos em “The Boys” ou da sátira voltada para os jovens em “Gen V”, essa nova produção opta por um tom mais sombrio, inspirado em thrillers políticos e na estética noir.

A série promete levar seu público a um mergulho profundo na tensão política da época, que foi marcada pela Guerra Fria, pela vigilância do Estado e também pela manipulação da mídia. Segundo a equipe criativa, a proposta é mostrar que os Supers não apareceram inicialmente como heróis, mas sim como ferramentas ideológicas, uma visão que se encaixa perfeitamente com o tom ácido que tornou a franquia tão famosa. A fotografia sombria, os figurinos vintage e o uso de cenários fechados ajudam a criar uma atmosfera opressiva e conspiratória na narrativa.

Novos rostos no universo de The Boys

Vought Rising é uma excelente chance para uma nova geração de atores brilhar no mundo da franquia. Entre os nomes já confirmados, estão Abigail Donaghy, Sidney Topol, Michael Bishop (Spin), Joshua D. Keller, Kirigan Kelly, David A. Arnold e Travis Nelson (The Lake). Embora ainda não tenhamos muitos detalhes sobre os personagens em si, a seleção do elenco sugere que teremos um grupo extremamente diversificado e repleto de muito potencial.


Jensen Ackles também retornará como Soldier Boy (Foto: Reprodução/Prime Video)

Já o novo elenco foi divulgado pela Amazon nesta semana e inclui uma geração de atores vindos de produções prestigiadas. Jorden Myrie (Bridgerton), Nicolò Pasetti (Industry), Ricky Staffieri (The Bear) e Brian J. Smith (Sense8) se unem a Will Hochman (Blue Bloods) e Elizabeth Posey (American Horror Stories), compondo a frente jovem do spin-off.



A grande presença de novatos é uma estratégia que muitos criadores estão adotando para se distanciar da fama instantânea. Eles estão apostando em talentos menos conhecidos, que têm o potencial de criar uma nova mitologia no universo Vought. A ideia é de que a série funcione como uma espécie de vitrine para os futuros protagonistas tanto em histórias derivadas quanto também nas produções principais do estúdio.

Sem data, mas com função central no universo da franquia

Mesmo sem uma data de estreia definida por enquanto, Vought Rising já está sendo vista como uma peça extremamente fundamental na expansão do universo de The Boys. A série promete desvendar como os Supers foram criados, como a corporação Vought se estabeleceu e também a origem da propaganda que transformou essas figuras biotecnológicas em verdadeiros ídolos americanos.

Além disso, o seu tom mais sutil e também a ênfase em novos talentos mostram que o Prime Video está se direcionando para uma narrativa agora mais refinada, investindo em histórias mais profundas e também autorais. A série deve se conectar diretamente com os eventos de The Boys e Gen V, enquanto cria um novo ponto de partida para a franquia, desta vez, olhando do passado para o presente.

Volumetria artesanal e silhuetas etéreas marcam retorno de Freya Dalsjø

Após seis anos longe das passarelas, Freya Dalsjø voltou à Copenhague Fashion Week com uma apresentação que não apenas reafirma sua importância na cena escandinava, mas também enriquece seu vocabulário criativo. Ao escolher uma coleção que ignora a pressa das tendências, a estilista oferece um guarda-roupa cheio de peças duráveis, todas com um toque de rigor artesanal.

Fundada em 2012, a marca se destaca por sua abordagem inovadora e pela seleção cuidadosa dos materiais. Para o verão 2026, a sustentabilidade não aparece como discurso isolado, mas como eixo que sustenta toda a coleção. As peças são compostas por fibras naturais e tecidos excedentes de grifes de luxo, que seriam descartados — política obrigatória entre os participantes do evento dinamarquês, mas que Dalsjø leva além, incorporando inovação estética.

Couro trançado e materiais inusitados elevam o acabamento

O grande destaque da coleção está no couro, que aparece trabalhado com uma técnica própria da marca: tiras finas do material são enroladas, cortadas em diferentes comprimentos e aplicadas de maneira a criar volume e textura. De longe, o resultado lembra pele ou penas — dois materiais proibidos na semana de moda por motivos ambientais, mas evocados aqui de forma engenhosa.



Essa proposta ganha força ao lado de peças em cashmere duplo costurado à mão, sedas estruturadas e materiais menos usuais, como crina de cavalo e madeira. Em vez de soar excessiva, a justaposição dessas matérias resulta em um equilíbrio entre suavidade e rigidez que guia toda a coleção. A marca também incorporou o llacon, tecido artesanal de Hangzhou, na China, em colaboração com a Felefasa.

Paleta contida revela a força de cada textura

Com tonalidades que variam entre marfim, carvão, java e mogno, a paleta aposta na contenção cromática para dar protagonismo à construção das roupas. Em seda, lã ou couro, as silhuetas não se impõem — flutuam. É um exercício de presença silenciosa que amplia a sofisticação da coleção e reafirma o apreço de Dalsjø pela permanência.



Ao invés de simplesmente criar peças para o presente, a marca dinamarquesa se dedica a estabelecer um diálogo com o futuro. Ela propõe roupas que não só têm um apelo visual duradouro, mas que também se destacam pela qualidade dos materiais e pela habilidade artesanal envolvida. O seu retorno ao calendário de Copenhague não é apenas motivo de celebração — é algo essencial.

Semana de Moda de Copenhague aposta em ousadia e retorno de nomes-chave

A Semana de Moda de Copenhague está na sua metade, mostrando à cidade como um verdadeiro polo criativo no mundo da moda. Nesta temporada de primavera-verão 2026, a irreverência nórdica que já esperávamos se manteve firme, mas também trouxe à tona conversas sobre design circular, identidade regional e novas maneiras de produzir. O street style, sempre um termômetro das tendências do evento, mostrou uma fusão entre o minimalismo funcional e toques excêntricos.

Com um calendário que mistura novos talentos e marcas já estabelecidas, a CPHFW decidiu trazer de volta criadores que foram fundamentais para construir sua reputação nos últimos anos. Ao mesmo tempo, grandes estreias mostraram que o evento também funciona como uma plataforma poderosa para marcas do norte europeu que buscam expandir sua presença no cenário internacional.

Propostas autorais, acessórios impactantes e silhuetas que desafiam a lógica tradicional dominaram as passarelas, refletindo um desejo claro por narrativas visuais mais impactantes.

Anne Sofie Madsen retorna com crítica irônica ao gosto burguês

Um dos momentos mais aguardados da temporada foi o retorno da estilista Anne Sofie Madsen ao line-up oficial da semana de moda. Depois de estar fora do calendário por oito anos, a estilista dinamarquesa se juntou à designer Caroline Clante para apresentar uma coleção que pode ser vista como uma crítica afiada ao imaginário burguês da moda europeia.



Em vez de buscar a aprovação fácil, a dupla decidiu explorar o que já é considerado pela atual geração como “mau gosto” como uma forma de arte, trazendo de volta elementos como suspensórios vintage, boinas no estilo dos anos 1940 e vestidos de festa em tule transparente, tudo isso de maneira propositalmente distorcida.

A coleção desafiou as categorias tradicionais ao criar contrastes entre a alfaiataria estruturada e os tecidos fluidos, além de misturar peças de acabamento bruto com vestidos de construção couture. Um dos acessórios que mais se destacou, entretanto, foram as clutchs brilhantes de acabamento prateado em forma de rato, que foi inspirada em uma escultura do artista Esben Weile Kjær.



A provocação era evidente: transformar o feio em algo desejável e ironizar o que normalmente é visto como “chique”. O resultado foi uma coleção que se destacou por sua coesão mas também por sua inquietude e principalmente provocação, exatamente o tipo de atitude que fortalece o papel cultural da moda escandinava.

Rave Review estreia com coleção delicada e impacto técnico

A sueca Rave Review, conhecida por seu trabalho incrível com upcycling e também seu design arrojado, fez sua estreia na CPHFW após várias temporadas em Milão. Essa transição para o calendário escandinavo trouxe uma nova estética: a marca apresentou uma coleção mais sofisticada, com acabamentos elegantes e uma abordagem visual mais fluida. Mas isso não significa que a sustentabilidade foi deixada de lado; ela continua sendo uma prioridade fundamental. Todas as peças foram feitas com tecidos reaproveitados, especialmente deadstock de casas têxteis italianas.



A coleção apostou em volumes inteligentes, com armações internas que acentuavam os ombros e os quadris, mas sem interferir no conforto. As silhuetas se alongavam, trazendo consigo sobreposições inusitadas, como calças oversized combinadas com tops estruturados. A inspiração veio da artista sueca Marie-Louise Ekman e do movimento Mah-Jong, que foi um precursor da moda consciente nos anos 1970. A sofisticação técnica da coleção, junto com seu compromisso ambiental, destaca a Rave Review como uma das marcas mais relevantes do norte europeu atualmente.

Inovação e colaboração internacional renovam vocabulário da passarela

Entre os lançamentos que estão rompendo barreiras geográficas e tecnológicas, a parceria entre a opéraSPORT, Havaianas e a empresa alemã Zellerfeld resultou em um novo modelo de chinelo impresso em 3D, feito com material reciclável e um acabamento orgânico. Embora tenha chamado a atenção do público e se tornado um verdadeiro fenômeno nas redes sociais, esse calçado é apenas um dos muitos exemplos de como a CPHFW está se consolidando como um espaço para inovações em design sustentável.



Outras marcas estão se unindo em colaborações para ampliar suas ofertas. Um exemplo é a Sunflower, que criou peças com foco em inteligência climática, e a The Garment, que trouxe tecidos inovadores com tecnologia de rastreabilidade digital. Esses avanços mostram a ambição do evento de ir além da estética, propondo um novo sistema de produção que combina inovação, ética e funcionalidade.

Moda de permanência: o retorno sereno de Freya Dalsjø

Depois de seis anos longe das passarelas, Freya Dalsjø fez um retorno discreto, mas cheio de confiança. A nova coleção é uma verdadeira celebração da permanência, tanto do ponto de vista estético quanto político. Ela traz peças de alfaiataria fluida, com tecidos naturais e um cuidado especial com o trabalho manual. Em vez de seguir as tendências passageiras, a estilista dinamarquesa optou por uma paleta neutra e cortes que valorizam o corpo em movimento. Materiais como cashmere, couro trançado à mão e crina de cavalo foram utilizados em criações que priorizam a durabilidade e a intenção.



A apresentação foi recebida como um alívio em meio à agitação estética dos outros desfiles. Ao trazer uma moda que não precisa de traduções constantes, Dalsjø reafirma a força do trabalho manual e da materialidade consciente. Em um evento marcado por novas formas e discursos, sua proposta se destaca exatamente por não tentar reinventar a roda o tempo todo, mas sim, por se aprofundar.

Pamela Anderson reacende polêmica e reforça acusação de proposta indecente

Pamela Anderson reafirmou no último domingo (3) uma polêmica envolvendo Sylvester Stallone que já havia ganhado atenção no documentário “Pamela, a Love Story”. Em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, a atriz disse novamente que o astro de “Rocky” lhe fez uma proposta indecente nos anos 1990, oferecendo um apartamento e um Porsche para que fosse sua “garota número um”.

A fala reacendeu a controvérsia que veio à tona em 2023, quando o documentário foi lançado na Netflix. Stallone, por meio de um porta-voz, nega veementemente a história desde então, alegando que “nunca fez parte de qualquer declaração desse tipo”.

Atriz recusou oferta por querer amor verdadeiro

Segundo Pamela, essa proposta surgiu no começo da sua carreira, um momento em que ela estava em busca de estabilidade tanto profissional quanto afetiva. Ao receber a proposta, ela compartilha que a rejeitou de imediato, deixando claro que desejava um relacionamento fundamentado no amor, e não em troca de bens materiais.


Pamela fala sobre o assunto em entrevista (Vídeo: Reprodução/YouTube/Watch What Happens Live with Andy Cohen)

Ela reforçou que não teria razão para inventar o episódio e que sua decisão de falar sobre isso foi pautada pela sinceridade. “Como eu inventaria uma coisa dessas?”, comentou, com naturalidade, durante o programa.

O caso traz à tona as pressões que as mulheres jovens enfrentavam em Hollywood, especialmente nos anos 90, quando os ambientes ainda eram dominados por homens e marcados por comportamentos abusivos e um grande desequilíbrio de poder.

Sylvester Stallone nega acusações desde o início

Desde que o documentário foi lançado, Stallone continua firme na sua posição: de acordo com seu representante, a declaração de Pamela Anderson é “totalmente falsa e inventada”. O ator, que agora tem 76 anos, ainda não se pronunciou diretamente sobre o assunto, mas continua longe da polêmica.


Embed from Getty Images

Pamela e Stallone juntos em 2007 (Foto: Reprodução/Dave M. Benett/Getty Images Embed)

Na época em que a denúncia foi divulgada, a resposta negativa veio acompanhada de declarações que colocavam em dúvida a credibilidade da atriz. Ainda assim, Pamela sustentou sua versão, mesmo diante da contestação.

Hoje, Stallone é casado com Jennifer Flavin, com quem tem três filhas. O ator tem se esforçado para manter sua imagem pública em meio a um momento em que se revisitam os comportamentos de estrelas masculinas da indústria do cinema.

Outras revelações do documentário ampliam debate

O documentário de Pamela Anderson não só aborda as acusações contra Stallone, mas também revisita outros episódios complicados de sua trajetória, como a denúncia de assédio contra Tim Allen durante as filmagens de Home Improvement. Allen, por sua vez, também se manifestou e negou a acusação.

Esses episódios levantaram discussões importantes sobre o tratamento das atrizes nos bastidores das produções de TV e cinema. Agora, aos 55 anos, Pamela tem usado sua história para provocar uma reflexão pública sobre os limites, as pressões e as desigualdades que as mulheres enfrentam em Hollywood.

A sua atitude, marcada pela sinceridade e pela bravura em discutir assuntos sensíveis, tem sido percebida por muitos como um elemento de um movimento maior que procura uma análise crítica da cultura da fama e das relações de poder no universo do entretenimento.

Carolina Dieckmann relembra perda da mãe e desabafa sobre luto por Preta Gil

Carolina Dieckmann tocou o coração de seus seguidores ao compartilhar como tem lidado com o luto pela perda de Preta Gil. A atriz, que era uma das amigas mais íntimas da cantora, contou que a dor que sente agora a fez relembrar a perda de sua mãe, que aconteceu há seis anos. Ela mencionou que essa experiência anterior lhe trouxe uma nova perspectiva sobre como o luto não segue um caminho linear: há dias em que se sente em negação, outros em que a tristeza é profunda, e até momentos de tranquilidade que a pegam de surpresa. Com o tempo, ela aprendeu a aceitar essa montanha-russa emocional.

A artista reforçou que cada dia é vivido de uma forma diferente, sem previsibilidade. Acordar bem não garante leveza, assim como um início difícil pode se transformar em um dia sereno. Para ela, compreender esse movimento irregular tem sido essencial para atravessar o momento com menos peso.

O valor de uma despedida verdadeira

Mesmo em meio à dor, Carolina relatou sentir uma paz interior por ter conseguido se despedir da amiga nos últimos momentos de vida. Estar presente, cuidar e demonstrar amor nos dias finais fez com que a tristeza fosse acolhida com mais ternura. Esse período de conexão intensa, segundo a atriz, trouxe um conforto que, embora não elimine a dor, a torna mais suportável.


Carolina Dieckmmann fala sobre luto após morte de Preta Gil (Vídeo:reprodução/Twitter/@whatwouldlbdo)

Ela reforçou que a amizade entre as duas foi construída com base em cumplicidade, afeto e entrega. Ter vivido esse laço de forma tão completa faz com que agora ela se sinta grata, apesar da saudade.

Aprendizados e decepções após a perda

A atriz também compartilhou suas ideias sobre a repercussão da morte de Preta Gil, tanto nas redes sociais quanto nos bastidores da vida pública. Enquanto se sentiu tocada pelas manifestações sinceras de carinho, também ficou decepcionada ao notar que algumas pessoas aproveitaram o momento de forma oportunista, tentando se aproximar da cantora.


Preta e Carol mantinham amizade a anos (Foto:reprodução/Instagram/@pretagil)

Isso, no entanto, não diminuiu o valor da amizade verdadeira que viveram — e que, para ela, ficou evidente aos olhos de quem conhecia a relação delas.

Legado da amizade e homenagem emocional

Para Carolina, Preta foi mais do que uma amiga — foi uma referência de afeto e lealdade. A atriz afirmou que aprendeu com ela a ser uma amiga melhor, a estar presente, a merecer um vínculo tão forte. Escolheu, inclusive, manter viva essa conexão através da gratidão, honrando o legado deixado por Preta Gil em sua vida.

A fala de Carolina reforça que o luto não é apenas ausência, mas também memória e transformação. E que, mesmo a dor mais intensa, pode viver lado a lado com a paz que vem de ter experimentado um amor verdadeiro e recíproco.

 

Blood of My Blood estreia em agosto com romance e viagem no tempo

O Disney+ confirmou para 9 de agosto a estreia de “Outlander: Blood of My Blood”, série derivada da saga original estrelada por Claire e Jamie Fraser. A produção, desenvolvida pela Starz, contará com 10 episódios e começa com a liberação dos dois primeiros de forma simultânea. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente aos sábados.

A trama é ambientada em dois períodos históricos distintos e acompanha histórias de amor paralelas: uma nas Terras Altas da Escócia no início do século XVIII, com Ellen MacKenzie e Brian Fraser, pais de Jamie; e outra durante a Primeira Guerra Mundial, na Inglaterra, com Julia Moriston e Henry Beauchamp, pais de Claire. Diferente da série original, “Blood of My Blood” não é baseada em nenhum livro de Diana Gabaldon, mas a autora atua como consultora e assina o roteiro de um episódio.

Romance e mistério entre gerações

Os protagonistas são interpretados por Harriet Slater e Jamie Roy como Ellen e Brian, e por Hermione Corfield e Jeremy Irvine como Julia e Henry. As duas linhas do tempo se entrelaçam para oferecer ao público uma compreensão mais profunda das origens dos protagonistas da franquia principal. O trailer divulgado mostra que o spin-off explorará não só as relações familiares, mas também elementos de fantasia já conhecidos pelos fãs, incluindo uma nova camada sobre a temática da viagem no tempo.


Trailer oficial legendado de Outlander: Blood of My Blood (Vídeo: Reprodução/YouTube/Disney+ Brasil)

A sinopse oficial antecipa que as experiências dos casais do passado e da Primeira Guerra Mundial estarão mais conectadas do que se imaginava. A revelação de que os Beauchamps podem ter atravessado o tempo coloca em xeque a história contada na série original, na qual se presumia que os pais de Claire haviam morrido em um acidente de carro.

Personagens conhecidos retornam

Além dos novos protagonistas, o derivado trará versões jovens de personagens importantes da franquia. Rory Alexander viverá Murtagh Fitzgibbons Fraser, papel originalmente de Duncan LaCroix. Sam Retford será o jovem Dougal MacKenzie, enquanto Séamus McLean Ross interpreta Colum MacKenzie. Também estão confirmados no elenco Conor MacNeil como Ned Gowan, Sara Vickers como a avó de Jamie, e Peter Mullan como Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen.



Parte do elenco oficial da série em premiere (Foto: Reprodução/Dan Doperalski/Variety)

O projeto tem produção executiva de Matthew B. Roberts, veterano da série original, e amplia o universo Outlander ao mergulhar no passado de figuras já conhecidas pelos fãs. O criador promete entregar um drama de época com a mesma intensidade emocional que consagrou a série principal.

Disponibilidade e expectativas para o universo

Outlander: Blood of My Blood estará disponível no Disney+ no Brasil e na plataforma Starz nos Estados Unidos. Enquanto isso, todas as sete temporadas de Outlander seguem disponíveis na Netflix. A oitava e última temporada da série original ainda está em desenvolvimento.

A nova produção chega como uma tentativa de manter o interesse dos fãs pela franquia após anos de sucesso. A proposta de explorar novas gerações e oferecer novas perspectivas sobre o legado de Claire e Jamie promete reacender a paixão dos fãs por esse universo — agora com mais intrigas, romances e, claro, reviravoltas temporais.

Doja Cat negocia retorno ao Brasil com turnê “Vie” em 2026

Doja Cat, a rapper e cantora, pode retornar ao Brasil em 2026 com sua nova turnê do álbum Vie. De acordo com o jornalista Eduardo Reis, do portal LeoDias, as negociações para a vinda da artista estão em um estágio bem avançado, restando apenas a assinatura do contrato.

As apresentações aconteceriam em abril do ano que vem, com shows previstos no Allianz Parque, em São Paulo, e na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro. As datas oficiais e os preços dos ingressos ainda não foram divulgados, mas o plano é realizar os dois shows com a estrutura completa da turnê mundial — incluindo painéis visuais, corpo de dança e repertório inédito.

Primeira turnê solo no país deve atrair multidões

Essa será a primeira vez que a artista faz uma turnê solo no Brasil, e isso está gerando uma expectativa enorme entre os fãs e os produtores. A última vez que a Doja esteve por aqui foi ainda em 2022, quando ela se apresentou no Lollapalooza Brasil. Embora ela tenha participado apenas de algumas ações paralelas e também de apenas um show no festival, sua presença atraiu multidões e deixou claro o impacto que a artista tem sobre o seu público brasileiro.


Doja se apresentando no Lollapalooza Brasil (Vídeo: Reprodução/Twitter/@tracklist)

Desde aquele momento, a base de fãs se expandiu bastante nas redes sociais. As campanhas pedindo seu retorno têm se tornado cada vez mais comuns, especialmente depois do lançamento de “Scarlet”, um álbum que colocou faixas como “Paint the Town Red” nas paradas de sucesso. Optar por uma turnê solo é um passo importante para a artista no mercado latino-americano e pode sinalizar o começo de uma nova fase em sua conexão com o público local.

Turnê internacional acompanha lançamento de Vie

Doja Cat está se preparando para lançar seu novo álbum de estúdio, chamado “Vie”, e deve começar uma turnê mundial para promovê-lo. O conceito desse seu novo disco é explorar um lado mais leve, dançante e pop, se afastando assim da estética sombria e marcada do álbum anterior. A artista já tem compartilhado algumas dicas sobre a sonoridade nas redes sociais e em entrevistas recentes.


Último álbum de Doja "Scarlet" (Áudio: Reprodução/Spotify/Doja Cat)

Além das novas faixas, os shows vão incluir os grandes hits da carreira da cantora, como “Say So”, “Woman” e “Kiss Me More”. A parte visual promete ser um show à parte, com figurinos dramáticos, coreografias incríveis e painéis de LED que vão montar um cenário futurista para essa nova etapa. O objetivo da turnê é reposicionar a artista no cenário global e se conectar com diferentes públicos, especialmente na Europa e na América Latina.

Shows devem acontecer entre março e abril na América Latina

A possível vinda ao Brasil faz parte da etapa latino-americana da turnê “Vie”, que está prevista para acontecer entre março e abril de 2026. A informação foi divulgada por um insider ligado à produção internacional da cantora, reforçando o planejamento da equipe em alinhar a logística dos shows no continente antes do verão no hemisfério norte.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, outros países como Argentina, Chile, Peru e México também devem receber datas. A agenda internacional da artista inclui, ainda, compromissos de grande visibilidade, como o show de intervalo da final da Copa do Mundo de 2026, que acontece em julho no MetLife Stadium, nos Estados Unidos. Doja subirá ao palco ao lado de Tems e J Balvin em um show que promete ter um impacto mundial.

Essa movimentação destaca Doja como uma das figuras mais importantes da música pop contemporânea. Com um repertório incrível, uma presença de palco que chama a atenção e uma conexão intensa com seus fãs online, a turnê promete ser um dos maiores eventos pop de 2026.

Selena Gomez estreia no mercado de perfumes com Rare Eau de Parfum

Selena Gomez está lançando o Rare Eau de Parfum, que será o primeiro perfume da sua marca Rare Beauty. A data de lançamento é 7 de agosto, com uma pré-venda exclusiva no app da Sephora no dia 6. Essa nova adição ao portfólio da marca traz uma nova dimensão ao mundo das fragrâncias e mantém o compromisso com a acessibilidade e a empatia que sempre foram fundamentais para os produtos da artista.

A fórmula é vegana, dermatologicamente testada, cruelty-free e perfeita para peles sensíveis. Feito na França com ingredientes de várias partes do mundo, esse perfume levou dois anos para ser desenvolvido — e a própria Selena fez testes em sua rotina para ver como as pessoas reagiam. Ela contou que usava o perfume em diferentes momentos do dia para perceber o impacto emocional e olfativo, tanto nela quanto nas pessoas ao seu redor.

Pirâmide olfativa sofisticada

Criado junto com o talentoso perfumista Jérôme Epinette, o Rare Eau de Parfum apresenta uma composição que é ao mesmo tempo, quente e envolvente. As notas de topo trazem caramelo, pistache e pimenta rosa; o coração é formado por baunilha, gengibre e grãos de cacau; e o fundo revela sândalo, fava tonka e skin musk — responsável por garantir suavidade e fixação.


Vídeo promocional de Rare Eau de Parfum (Vídeo: Reprodução/YouTube/Rare Beauty)

“Pode soar estranho, mas é o skin musk que dá aquela sensação suave e duradoura”, afirmou Selena ao WWD, durante o anúncio da fragrância. O mesmo perfumista também assina a névoa capilar Find Comfort, lançada anteriormente pela Rare.

Linha complementar de fragrâncias

O lançamento inclui ainda quatro Fragrance Layering Balms, perfumes sólidos pensados para misturar, sobrepor ou usar separadamente. Os bálsamos chegam em versões Floral Peony Blossom, Amber Vanilla, Fresh Bergamot e Woody Oak, cada um em embalagem de 20 ml. A ideia é enriquecer a experiência olfativa com combinações personalizadas que destacam a identidade sensorial da Rare Beauty.



Toda a linha do novo lançamento de Rare Beauty (Foto: Reprodução/Rare Beauty)

Nos Estados Unidos, o Rare Eau de Parfum será vendido por US$ 75 na versão de 50 ml e por US$ 30 na de 10 ml. Embora ainda não tenhamos uma confirmação sobre o lançamento no Brasil, a expectativa é que ele chegue ao país até o final do ano, seguindo o mesmo cronograma que foi utilizado para outros produtos da marca.

Design acessível e foco social

Em linha com a filosofia da Rare Beauty, o frasco do perfume foi projetado com a acessibilidade como prioridade. A embalagem ergonômica foi desenvolvida em parceria com a clínica Casa Colina, especializada em reabilitação, para tornar o uso mais fácil para pessoas com mobilidade reduzida — uma decisão pessoal de Selena, que vive com lúpus e já compartilhou sua experiência com o público.

Com essa nova adição ao mundo das fragrâncias, a Rare Beauty está ampliando sua presença, sempre mantendo seu compromisso com a inclusão, a experiência sensorial e o impacto emocional. A marca reforça sua identidade no universo da beleza consciente e destaca Selena Gomez como uma das figuras mais influentes da indústria de cosméticos atualmente.

Burberry lança coleção cápsula com foco no Dia dos Namorados chinês

A Burberry lançou sua nova campanha, direcionando seu olhar para o público jovem da China. Com inspiração no Dia dos Namorados chinês, que ocorre em 29 de agosto, a coleção cápsula “Love, unexpected” une design moderno, herança cultural e um toque de consciência social. Esse lançamento é um passo significativo no reposicionamento da marca britânica, que está em busca de um equilíbrio entre sofisticação e autenticidade ao se conectar com mercados em expansão.

A coleção tem como foco principal o nó tradicional chinês, um símbolo que representa valores positivos como união, prosperidade e longevidade. Esse ornamento é utilizado em bordados delicados que enfeitam a coleção em camisetas, camisas, lenços de seda e shorts de popelina de algodão. A nova coleção traz uma estética que valoriza o artesanato tradicional, mas com um toque moderno, leve e jovem, exatamente como a nova geração de consumidores chineses quer se ver refletida.

Tradição reinterpretada

Um dos grandes destaques da campanha é a colaboração inovadora entre a Burberry e a Donghua University, reconhecida como uma das instituições de moda mais prestigiadas da Ásia. Professores e alunos se envolveram na criação da coleção, reinterpretando o nó tradicional com base em briefings reais da indústria e trazendo seus conhecimentos técnicos e sensibilidade cultural para o processo de design.


Reinterpretação do nó tradicional em aplicações em camisetas (Foto: Reprodução/Burberry)

Colaborar é muito mais do que apenas um ato criativo; é uma demonstração de que tradição e juventude podem se encontrar e dar vida a produtos de moda com um significado profundo. O resultado são peças que unem a fluidez da linguagem de rua à rica herança emocional de uma cultura milenar, provando que a moda também é uma forma de narrativa.

Educação e impacto social

Esse projeto é uma parte do Burberry Youth Entrepreneurship Fund, um programa que a marca lançou em colaboração com a Shanghai Youth Development Foundation. A ideia é dar aos jovens talentos da moda na China a chance de ter experiências práticas, receber mentorias e se conectar com redes de empreendedorismo criativo. Portanto, essa coleção vai além de ser uma simples celebração romântica; ela também representa a estratégia da Burberry de focar em educação e capacitação.


Alunos criando em parceria com a Burberry (Foto: Reprodução/Instagram/@burberry)

“Acreditamos na força de apoiar os jovens talentos criativos”, afirmou a marca em um comunicado. “Essa iniciativa ressalta nosso compromisso em capacitar os jovens, oferecendo não apenas conhecimento teórico, mas também experiências práticas e insights importantes para moldar o futuro da moda e do luxo.” Ao integrar a tradição artesanal, a formação técnica e oportunidades reais de trabalho, a campanha transforma a ideia de “luxo” em algo mais concreto e coletivo.

Luxo com identidade cultural

Mais do que uma coleção cápsula comum, “Love, unexpected” representa um avanço importante na estratégia global da Burberry. A campanha procura criar vínculos emocionais com os consumidores asiáticos, utilizando elementos culturais autênticos e valorizando as histórias locais. Apostar no Dia dos Namorados chinês é, nesse contexto, uma decisão que combina posicionamento comercial com respeito simbólico.


Charm com aplicação da coleção cápsula "Love, unexpected" (Foto: Reprodução/Burberry)

A estética da coleção reforça os traços mais recentes da marca: sofisticação descomplicada, atenção à juventude e compromisso com propósito. O nó — enquanto ornamento e metáfora — torna-se elo entre gerações, expressando afeto, conexão e continuidade. Dessa forma, a Burberry mostra que inovação e herança podem coexistir em harmonia: juntas, elas têm a capacidade de moldar o futuro do luxo global com leveza, amor e uma identidade única.

Príncipe Harry tenta reconciliação e compartilha agenda com Charles 3º e William

Em um novo gesto que pode ser reconhecido como uma forma de reconciliação, o Príncipe Harry ofereceu ao Rei Charles 3º e ao Príncipe William acesso total à sua agenda de compromissos oficiais, após longos anos de afastamento e também diversos conflitos com a família real britânica. A proposta também abrange todos os compromissos de Meghan Markle e tem como finalidade evitar que os Sussex ofusquem os eventos da monarquia nas páginas da imprensa.

Segundo fontes ligadas ao Palácio, Harry quer garantir que seus compromissos não coincidam com os da família real, por já ter gerado no passado, inúmeras disputas por atenção e também por cobertura da mídia. Um caso recente foi a viagem do duque à Angola, que acabou roubando a cena e ofuscou o 78º aniversário da Rainha Camilla e toda a cobertura do evento.

Segundo um insider ouvido pelo “Mail”, “Harry mudou sua forma de pensar” e deseja reduzir os conflitos públicos com a realeza. “Antes, os Sussex apreciavam ou até incentivavam as disputas de visibilidade. Agora, o tom é outro: ele quer reconstruir pontes e evitar confrontos”, declarou a fonte.

Primeira reunião entre os times em anos

A iniciativa de Harry ocorreu apenas algumas semanas após uma reunião inédita entre seus assessores e representantes do Rei Charles, que foi realizada em Londres no início de julho. Meredith Maines, diretora de comunicação de Harry, viajou do estado da Califórnia até o Reino Unido, onde se encontrou com Tobyn Andreae, secretário de comunicações do rei, em um clube privado próximo à Clarence House.


Reunião entre Meredith Maines e Tobyn Andreae (Foto: Reprodução/Press Reader)

Foi a primeira reunião entre as equipes em anos, e fontes próximas a ela a descreveram como “um bom primeiro passo”. Embora o clima tenha sido um pouco reservado, essa movimentação foi vista como um sinal de que ambas as partes estão abertas ao diálogo.

O príncipe vê a decisão de compartilhar sua agenda como um “gesto significativo”, segundo uma fonte próxima. Embora tenha algumas reservas sobre a estrutura e o controle da chamada “máquina real”, ele acredita que permitir que o Palácio acompanhe seus passos pode facilitar a organização de encontros e evitar mal-entendidos.

Possível reencontro presencial com Charles

Além do mais, o compartilhamento da agenda tem um grande potencial prático: pode tornar mais fácil a organização de um reencontro entre Harry e Charles. Eles não se encontram desde fevereiro de 2024, que foi quando o príncipe fez uma viagem de emergência ao Reino Unido devido ao diagnóstico de câncer do pai. Na época, a visita durou apenas 45 minutos.


Príncipe Harry e Rei Charles (Foto: Reprodução/CNN Brasil)

“Se a família souber com antecedência onde Harry estará, pode se planejar para um eventual encontro”, afirmou um interlocutor ao “Mail on Sunday”. A esperança, ainda segundo a fonte, é que os dois lados “sigam em frente” e abandonem a postura combativa que marcou os últimos anos.

William permanece resistente ao contato

Mesmo com sua nova estratégia, a relação entre Harry e seu irmão, o Príncipe William, ainda é cheia de tensões. Eles não se falam há anos, e fontes indicam que o herdeiro do trono está mais hesitante do que Charles. Ainda assim, a oferta de agenda também foi estendida ao Palácio de Kensington, sede do príncipe de Gales.

Em maio, durante entrevista à BBC, Harry falou abertamente sobre o desejo de se reconciliar com a família. “Eu adoraria me reconectar com eles. Não faz mais sentido continuar lutando. Só não sei quanto tempo meu pai ainda tem”, afirmou, em referência à saúde fragilizada do rei.


Entrevista de Príncipe Harry para a BBC (Vídeo: Reprodução/YouTube/BBC News)

Desde que deixou suas funções reais em 2020 e se mudou para os Estados Unidos com Meghan Markle, Harry protagonizou episódios que aumentaram a tensão com a monarquia. Além da explosiva entrevista a Oprah Winfrey em 2021, em que Meghan denunciou racismo dentro da família real, ele lançou a autobiografia Spare e a série documental Harry & Meghan, na Netflix — ambos recheados de críticas à instituição.