Sobre Júlia Bispo

Redatora do lorena.r7

Lula diz que não há abertura para negociação e não ligará para Trump

O presidente Lula revelou que não entrou em contato com o presidente americano, Donald Trump, e que não pretende ligar para ele, em conversa com a “Reuters” publicada nesta quarta-feira (6), dia em que o tarifaço sobre exportações brasileiras entrou em vigor. Lula afirma que não vai se humilhar, já que, em meio às declarações, cartas ao governante brasileiro e medidas tomadas, Trump não mencionou a possibilidade de negociações e proferiu mais ameaças.

Declaração de Donald Trump

Na última sexta-feira (1), Donald Trump concedeu uma breve entrevista aos jornalistas e disse que está aberto para conversar com o presidente brasileiro sobre as novas tarifas e qualquer outro assunto relacionado aos dois países. Trump também afirmou que não tem nada contra o Brasil, mas que seus governantes tomam decisões erradas.

“Ele pode falar comigo quando quiser. Vamos ver o que acontece, eu amo o povo brasileiro”, disse Donald Trump.


Presidente americano Donald Trump (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

A declaração aconteceu dias após a assinatura do documento que oficializa as novas tarifas sobre produtos brasileiros, justificadas pelo governo americano como uma respostas as atitudes das autoridades brasileiras que seriam prejudiciais às empresas americanas em solo brasileiro, que fere o direito de liberdade de expressão contra americanos e outros indivíduos fora do Brasil, chegando a citar o jornalista brasileiro João Figueiredo, processado por falas proferidas em terras americanas e as medidas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, decretada na segunda-feira (4).

Diálogo entre os países


Vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, à esquerda, presidente Lula, ao centro, ministro Fernando Haddad, à direita (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

Mesmo sem diálogo entre os presidentes do Brasil e dos EUA, autoridades das duas nações estabeleceram contato. O vice-presidente e também ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, já haviam confirmado que estavam conversando com governantes americanos com intuito de criar uma ponte direta entre Lula e Trump e evitar a aplicação das novas tarifas, mas caso não conseguissem um avanço nas negociações, um plano de contingência estava sendo preparado.

Lindsay Lohan conta quais mudanças faria em sua carreira em Hollywood

Lindsay Lohan falou sobre sua carreira e o que mudaria em sua jornada como atriz em entrevista para o The Sun, no último domingo (5). A atriz, que revive a personagem Anna Coleman, em “Uma Sexta Feira Mais Louca Ainda” afirmou que a Lindsay do passado gostaria de quem ela é hoje e ainda contou sobre a falta de oportunidades em Hollywood.

Arrependimentos na carreira

Ao ser perguntada sobre o que faria de diferente em sua trajetória, Lindsay Lohan revela que seria mais firme em suas decisões e se negaria a ter certas atitudes. “Eu sempre fui uma pessoa que dizia ‘sim’ para meus agentes e para todos. E ninguém nunca se deu ao trabalho de me perguntar: ‘você quer relaxar um pouco’”, respondeu a atriz.

Lohan passou por momentos difíceis em Hollywood. A atriz, que cresceu na indústria cinematográfica, enfrentou problemas com drogas, chegando a ser presas algumas vezes por dirigir alcoolizada e portar drogas, e, por isso, foi duramente assediada pela mídia e excluída de diversos trabalhos. Após o tratamento, Lindsay se mudou para Dubai, em 2014, cidade que contribuiu para sua recuperação e privacidade no período, e local em que mora com o marido, Bader Shammas, e seu filho de dois anos, Luai.


Lindsay Lohan, seu marido, Bader Shammas, e seu filho, Luain na Itália (Foto: reprodução/Instagram/@lindsaylohan)

Oportunidade em Hollywood

Em conversa com a The Sunday Times Style, Lindsay Lohan contou sobre a falta de oportunidade para trabalhar em papéis mais complexos em produções de Hollywood. A atriz marcada por personagens como Cady de “Meninas Malvadas” e as gêmeas Hallie e Annie de “Operação Cupido”, diz que a indústria cinematográfica a colocou em uma caixa e a prendem ao estereótipo dos papéis interpretados em sua infância e adolescência.

“Porque, bem, você me conhece assim. Mas também sabe que eu posso fazer aquilo. Então, me deixe! Me dê uma chance.”, declarou Lohan


Cena de "Meninas Malvadas" com Lindsay Lohan como Cady (Vídeo: reprodução/YouTube/Movieclips)

A atriz também afirmou que senta falta de filmes que narrem grandes histórias, como “Bonequinha de Luxo” e que gostaria de trabalhar em produções como a protagonizada por Audrey Hepburn. Lindsay Lohan ainda contou que a desanimação com os papéis a ajudaram a fazer uma pausa na carreira e viver uma vida longe das telonas, até que uma oportunidade diferente aparecesse.

Chappell Roan diz que não há previsão para lançamento de um novo álbum

Chappell Roan, conhecida pelos sucessos “Good Luck, Babe!” e “Pink Pony Club” falou com a Vogue, em entrevista publicada nesta segunda-feira (4), sobre seu novo trabalho, “The Subway”, faixa que já alcançou o primeiro lugar no Spotify global; o processo de produção e a incerteza do lançamento do novo single e afirmou que ainda não trabalhando em um segundo álbum.

Novo single

“The Subway”, o último trabalho de Chappell Roan, lançado no final de julho, atingiu o topo das paradas mundiais e se tornou a maior estreia de uma artista feminina no ano, em menos de um mês. A faixa já havia sido performada pela cantora em seu show no ano passado e teve sua data de lançamento alterada duas vezes.

A cantora falou sobre os adiamentos da divulgação do novo single durante a entrevista para Vogue. Para Roan, o lançamento da música co-escrita com Daniel Nigro, que fala sobre encontrar um antigo relacionamento, era apavorante e doloroso porque a cantora passava pela mesma situação retratada na canção durante a produção da faixa.

“Eu simplesmente não estava pronta para lançar ainda. Foi doloroso demais. Eu estava com muita raiva e medo, quase da minha vida, para lançar.”, declarou Roan.

Chappell também falou sobre a dificuldade para compor “The Subway”, processo tão complicado quanto foi na criação de “Casual”, seu primeiro lançamento de sucesso e ainda falou sobre o comprometimento que a formulação de um videoclipe exige, dedicação que aplicou na produção do clipe de “The Subway”, lançado na última sexta-feira (1).


Videoclipe de "The Subway" (Vídeo: reprodução/YouTube/Chappell Roan)

Previsão para o próximo álbum

Após o estrondoso sucesso do primeiro álbum de Chappell Roan, “The Rise and Fall of a Midwest Princess”, de 2023, os admiradores da cantora estão ansiosos por um novo álbum. Porém, Chappell fez questão de acabar com as expectativas de seus fãs e afirmou que não há nenhum projeto em andamento. A cantora também disse que não produz boas músicas sobre pressão e que pode demorar até cinco anos para criar o próximo disco, assim como aconteceu na composição se seu primeiro álbum.


Trailer do álbum “The Rise and Fall of a Midwest Princess” (Vídeo: reprodução/YouTube/ Chappell Roan)

“Levei cinco anos para escrever o primeiro, e provavelmente vou levar pelo menos cinco para escrever o próximo. Não sou o tipo de compositora que consegue produzir muito.”, diz Chappell Roan.

A cantora finalizou a conversa afirmando estar feliz com sua agenda tranquila e pela volta de seus shows, que acontecerão a partir de setembro em Nova York, Missouri, Kansas City e Los Angeles, depois de mais de um ano longe dos palcos.

Donald Trump determina tarifa de 50% sobre produtos brasileiros

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o decreto que aplica taxa de 40% sobre as exortações brasileiras, que já possuíam uma tarifa de 10 %, somando 50% sobre produtos nacionais, nesta quarta-feira (30). Segundo o comunicado divulgado pela Casa Branca, a ordem entra em vigor em 7 dias e apresenta uma lista de produtos que não sofrerão com a taxação, como petróleo, aviões e derivados da laranja.

Comunicado da Casa Branca

O comunicado do governo americano sobre o aumento das tarifas oficializa a decisão de Donald Trump. A primeira parte do documento justifica a aplicação da medida ao afirmar que a ordem seria uma resposta às decisões das autoridades brasileiras que “prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos, a política externa dos EUA e a economia americana.”.

Além disso, o documento também critica as medidas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, ações denominadas como “graves abusos de direitos humanos que minaram o Estado de Direito do Brasil”. Em um momento do texto, o ministro Alexandre de Moraes é citado e acusado de, junto com outros ministros do STF, abusar de seu poder para perseguir seus opositores, proteger aliados, prejudicando organizações americanas em solo brasileiro.


Ministro do STF Alexandre de Moraes (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

João figueiredo, jornalista residente nos Estados Unidos, que já participou de reuniões com o presidente americano e outras autoridades do país, também foi mencionado. Figueiredo está sendo processado por declarações feitas em terras americanas, e segundo o documento, Moraes supervisiona o andamento do processo, considerado um atentado contra a liberdade de expressão, e entendendo a taxação americana como uma proteção contra “decretos arbitrários de um juiz estrangeiro tirânico”.

Por fim, o comunicado trata da revogação dos vistos de Alexandre de Moraes e de seus familiares; dos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli e Cristiano Zanin; além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. A medida, segundo o texto, visa “alcançar a paz por meio da força e garantir que a política externa reflita os valores, a soberania e a segurança dos EUA”.

Possibilidade de negociações

Em entrevistas recentes, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declararam que o governo brasileiro estava em contato com autoridades americanas para que o “tarifaço” americano não entrasse em vigor. Entretanto, os dois afirmaram que um plano de contingência estava sendo desenvolvido.


Vice-presidente Geraldo Alckmin, à esquerda, presidente lula, ao centro, ministro Fernando Haddad, à direita (Foto: reprodução/Bloomberg/Getty Images Embed)

O presidente Lula demonstrou disposição para negociações, ao contrário de Donald Trump, que, segundo o governante brasileiro, “não quer conversar”, dificultando acordos para evitar o aumento das taxas sobre exportações brasileiras, que entram em vigor na próxima semana.

“Superman” arrecada mais de US$500 milhões em bilheteria

O mais novo filme da DC, “Superman”, arrecadou um total de US$ 502,7 milhões em bilheteria desde sua estreia mundial. O longa, que narra a história de Clark Kent, já acumula mais de US$ 200 milhões apenas nos Estados Unidos, onde faturou US$ 24,9 milhões no último final de semana.

Maior estreia de um filme do “Superman”

“Superman” somou um valor maior que US$ 200 milhões em apenas duas semanas em cartaz nos cinemas americanos, e também arrecadou US$ 400 milhões em escala mundial, sendo US$ 2 milhões acumulados no Brasil. Em 14 dias, o novo longa do super-herói superou a bilheteria de “Thunderbolts*”, uma das novas apostas da Marvel, que acumulou pouco mais de US$ 300 milhões.


David Corenswet, à direita, James Gunn, no centro, Rachel Brosnahan, à esquerda (Foto: reprodução/Wagner Meier/Getty Images embed)

O projeto de James Gunn se tornou a estreia mais bem sucedida de um filme do Super-homem, ultrapassando o “O Homem de Aço” de 2013, de Zack Snyder, que tinha Henry Cavill no papel do herói.

Detalhes do filme “Superman”

A nova versão de um dos maiores super-heróis de todos os tempos, marca o início de uma nova era da DC. “Superman” narra a história do Clark Kent mais novo, o início de sua trajetória como jornalista em Metrópoles, e também o início de sua jornada como herói.


Trailer de "Superman" (Vídeo: reprodução/YouTube/Warner Bros.Pictures Brasil)

O novo longa é roteirizado e dirigido por James Gunn, diretor de filmes como “Esquadrão Suicida” e a franquia “Guardiões da Galáxia”, com elenco formado por David Corenswet, como o Superman/Clark Kent; Rachel Brosnahan, conhecida como Mirian Maisel de “A Maravilhosa Sra. Maisel”, no papel de Lois Lane; Nicholas Hoult, de “Skins” e “Nosferatu”, como Lex Luthor.

Além destes personagens clássicos, algumas outras figuras do universo da DC, como Lanterna Verde (Guy Gardner), Engenheira (María Gabriela de Faria), Mulher Gavião (Isabela Merced) e Supergirl (Milly Alcock), aparecem no filme.

Demi Lovato divulga data de lançamento do novo single

Demi Lovato anunciou a data de lançamento de “Fast”, seu novo single, em suas redes sociais nesta segunda-feira (28). Junto das fotos publicadas, em que a cantora está de vestido branco e se apoia em um carro antigo, Demi escreveu na legenda: “Eu quando sirvo meu prato favorito… FAST sai sexta 01.08”. “Fast” é o single de retorno da artista após dois anos de seu último projeto, “Revamped”, álbum que trazia sucessos da cantora na versão rock. Além disso, o novo single marca o retorno de Demi ao pop, seu gênero musical de origem.


Post de anúncio da data de lançamento do novo single, "Fast" (Foto: reprodução/Instagram/@ddlovato)

O que se sabe sobre o novo projeto

A divulgação de um novo single não foi uma surpresa, Depois de apagar todas as mídias de suas redes socias, atitude que deixam os fãs atentos aos novos projetos de vários artistas, Demi Lovato vem publicando alguns trechos de “Fast” e de sua nova era desde o início de julho. Em destas postagens que mostram um pouco do single, Demi canta: “Porque querido, honestamente, eu só quero sentir suas mãos sobre mim (de novo e de novo), exatamente onde elas querem estar, mesmo que seja apenas por esta noite.”

O novo projeto de Demi está em produção desde 2023, e segundo a cantora, será um álbum de faixas românticas e sensuais. O trabalho tem participação de Jake Torrey, compositor lembrado pela sua colaboração com Justin Bieber, e Zhone, que já trabalhou com artistas como Charli XCX e Kesha, indicando uma grande influência do pop e da música eletrônica na nova era de Demi Lovato, o que foi confirmado através dos trechos do novo faixa “Fast”.

Trajetória de Demi Lovato

Demi Lovato começou sua carreira aos 10 anos na séria infantil “Barney e seus Amigos”, mas foi na Disney que a cantora alcançou um grande reconhecimento. Após o sucesso estrondoso de “Camp Rock”, produzido pelo Disney Channel, Demi lançou seu primeiro álbum, “Don’t Forget”, em 2008, que conquistou muitas crianças e adolescentes na época.


Videoclipe de "Heart Attack" (Vídeo: reprodução/YouTube/Demi Lovato)

Desde então, Demi Lovato se tornou uma das maiores artistas do pop, colecionando diversos sucessos, como “Heart Attack”, “Sorry Not Sorry”, “Give Your Heart a Break” e “Cool For The Summer”, presentes em seus mais de cinco álbuns. Mesmo com tantas dificuldades pelas quais passou, problemas de saúde e vícios, a cantora se reinventou e inspira a muitos com sua história. Demi Lovato não marcou só o mundo do pop e os “lovatics”, como são chamados seus fãs apaixonados, mas também faz parte da vida de uma geração, que cresceu junto e acompanhou toda a trajetória da artista.

Israel libera envio de ajuda aérea a Faixa de Gaza

Israel dá acesso livre a países que desejarem enviar ajuda a população na Faixa de Gaza. A informação é de uma autoridade da área de segurança de Israel e, ainda segundo ele, Israel também está planejando mandar ajuda aérea, ação organizada pelas Forças armadas e pelo Coordenador de Atividades Governamentais nos Territórios. Os Emirados Árabes Unidos e a Jordânia também farão lançamentos em breve para ajudar os que estão na região.

Fome na Faixa de Gaza

Na última quarta-feira (23), Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou atenção mundial para a fome enfrentada na parte Palestina da Faixa de Gaza. Segundo o diretor, os núcleos de distribuição de alimentos se tornaram locais inseguros para a população palestina, declaração atestada pela morte de 34 pessoas que estavam indo para um destes postos de distribuição, assassinadas por soldados israelenses. Tedros Adhanom também afirmou que a fome em massa é culpa pelo bloqueio promovido por Israel, que impedia a entrada de ajuda na região.


Palestinos em núcleos de distribuição de comida (Foto: reprodução/NurPhoto/Getty Images Embed)

Recentemente, emissoras também fizeram um apelo a Israel pelos profissionais que estão cobrindo o conflito. No apelo, BBC, Reuters e outras agências de notícia pedem que o governo israelense acabe com o bloqueio e autorize a chegada de comida a população e aos jornalistas na Faixa de Gaza.

Ameaça de Trump a Hamas

Em meio a situação alarmante em Gaza, Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (25), que a não adesão de um plano de cessar-fogo da parte do Hamas é um sinal para que o grupo terrorista palestino seja aniquilado. “Eu acho que eles querem morrer, e isso é muito, muito ruim”, declarou o presidente americano.


Presidente americano Donald Trump (Foto: reprodução/Anna Moneymaker/Getty Images Embed)

Se as Forças Armadas israelenses seguirem a ideia de Trump, o conflito constante na região será intensificado e agravará ainda mais as condições de vida dos que estão em Gaza, sofrendo com deslocamentos forçados e fome desde outubro de 2023, ano em que o conflito entre Israel e Palestina começou.

Laudo confirma abcesso cerebral como causa da morte de Millena Brandão

Um laudo da Polícia Técnica-Científica de São Paulo revelou um abcesso cerebral como causador da morte de Millena Brandão, atriz mirim de 11 anos que faleceu no início de maio. Segundo informações da CNN, que teve acesso ao documento da polícia, a perícia não aponta como a atriz desenvolveu a enfermidade.

Abcesso cerebral e morte da atriz

A doença informada no laudo como responsável pela morte de Millena se trata de uma infecção na região do cérebro que pode gerar pus. Alguns dos sintomas iniciais desta infecção são dores na cabeça e febre intermitente, uma febre que vai e vem. De acordo com o depoimento do pai da atriz, Luiz Rodrigo Brandão, a menina apresentava, além das dores de cabeças, dores nas pernas e cansaço extremo.

Após um desmaio, Millena foi levada ao UPA Maria Antonieta em São Paulo, onde a atriz foi diagnosticada com infecção urinária. Horas depois da entrada na unidade médica, a atriz teve um infarto e precisou ser transferida para o Hospital Geral do Grajaú, na Zona Sul da cidade, onde através de exames foi identificado uma mancha no cérebro da menina.


Exame que aponta uma mancha, tumor no cérebro (Foto: reprodução/Boston Globe/Getty Images Embed)

Em estado grave, Millena foi entubada e após mais algumas paradas cardíacas e, segundo o pai da menina, falta de neurologistas, a atriz não resistiu e veio a óbito na tarde de sexta, o2 de maio, por morte cerebral, dano irreversível na região cerebral. As secretarias do Município e do Estado de São Paulo investigam se ocorreu erro ou negligência no atendimento a Millena e caso alguma falha seja descoberta, o advogado da família da atriz declarou que pode recorrer à justiça.

Sobre Millena Brandão

Millena Brandão era uma atriz mirim de 11 anos que participou como figurante nas novelas infanto-juvenis do SBT “A Infância de Romeu e Julieta” ; “A Caverna Encantada” e também esteve na série bem sucedida da Netflix, “Sintonia”.


Millena Brandão no SBT (Foto: reprodução/Instagram/@nanarude)

A atriz também fazia trabalhos como modelo e como criadora de conteúdo em suas redes, onde possuía mais de 100 mil seguidores. Antes de sua internação, a menina buscava entrar no mundo do teatro musical e era integrante da Cia Artítica Em’Cena.

Erik Menendez é internado e diagnosticado com condição grave

Erik Menedez, um dos irmãos Menendez, condenados por assassinar seus pais em 20 de agosto de 1989, foi hospitalizado na última sexta-feira (18) e apresenta “condições razoáveis”, segundo o Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia. O ocorrido foi confirmado pelo advogado dos irmãos nesta quarta-feira (23), que preferiu não dar mais informações sobre o estado de saúde de Menendez, mas afirmou que Erik descobriu uma “condição médica grave”.

Mesmo não confirmando a causa da internação, segundo o tabloide americano TMZ, Erik foi diagnosticado com pedra nos rins e está em tratamento. O site ainda diz que o governo da Califórnia analisa a possibilidade da dar uma licença prisional ao detento no período de recuperação.

Redução da pena

Em maio deste ano, a justiça reduziu a pena dos irmãos Menendez, condenados à prisão perpétua em 1996, para pelo menos 50 anos. Agora, os irmãos poderão pedir liberdade condicional, já que na Califórnia, jovens de até 26 anos que cometeram crimes são favorecidos pela lei.


Registro recente de Lyle, à esquerda, e Erik, à direita (Foto: reprodução/Departamento Prisional da Califórnia)

Os depoimentos de familiares, que afirmaram terem perdoado a Erik e Lyle, e o bom comportamento dos irmãos na prisão foram decisivos para decisão do juiz. Outra audiência marcada para o final de agosto irá decidir se os Menendez terão direito a liberdade condicional.

Sobre o crime

Erik e Lyle Menendez assassinaram seus pais, José Menendez e Kiity Menendez, a tiros em sua casa em Beverly Hills, Los Angeles, em 1989. Após investigações e depoimentos, os irmãos foram pegos após a confissão de Erik. Como justificativa para o crime, os irmãos afirmaram que eram abusados pelo pai, e que sua mãe era conivente com a situação.


Erik, à esquerda, e Lyle, à direita, em seu pré-julgamento em 1992, antes da confissão de Erik  (Foto: reprodução/Vince Bucci/Getty Images Embed)

No julgamento, a equipe de defesa de Erik e Lyle, que tinham 21 e 18 anos, respectivamente, alegou que o crime cometido pelos irmãos foi em legítima defesa por estarem correndo risco de vida. A acusação contra os pais não foi comprovada e os irmãos foram condenados a prisão perpétua em 1996, quase dez anos após o crime.

Eduardo Bolsonaro revela participação em reuniões e sanções dos EUA contra autoridades brasileiras

Nesta terça-feira (22), Eduardo Bolsonaro declarou em live com o jornalista Paulo Figueiredo que os dois participaram de algumas conversas entre governantes dos EUA pouco antes do anúncio da taxação sobre produtos brasileiros. Segundo Paulo, o jornalista e Eduardo teriam se reunido com Trump e sugerido aplicação de sanções contra autoridades brasileiras, mas que o presidente americano teria preferido o “tarifaço”.

Sanções a Alexandre de Moraes e outros governantes

Ainda na live, o jornalista disse que as reuniões nos Estados Unidos teriam começado há três anos, após as eleições de meio de mandato e ascensão do partido de Donald Trump na Câmara.

Quando Paulo citou os encontros com o presidente americano, afirmou que no início das discussões ele e Eduardo teriam levantado a ideia de sanções sobre governantes brasileiros, mas que Trump preferiu o aumento de tarifas sobre exportações do Brasil, entendida por Paulo e o deputado licenciado como não sendo a melhor escolha.


Jornalista Paulo Figueiredo (Foto: reprodução/Mandel Ngan/Getty Images Embed)

“Nós não determinamos o que o governo americano faz. Na nossa opinião, esta medida não era a melhor medida a ser aplicada nesse momento. Nós advogamos na direção de sanções direcionadas aos agentes principais da ditadura. Essa era a nossa opinião”, declarou o jornalista.

Sobre as sanções, Eduardo Bolsonaro ainda disse que uma de suas principais proposta eram medidas individuais a Alexandre de Moraes, ministro do STF, e também afirmou que caso a sanção não tivesse repercussão, estenderia a penalidade a outras autoridades.


Eduardo Bolsonaro e o presidente americano Donald Trump (Foto: reprodução/Joyce N. Boghosian/Casa Branca)

“Depois, caso isso daí não surtisse efeito, seguir adiante em todas as demais autoridades que dão suporte para esse regime, porque o Alexandre de Mores, ele não age sozinho, ele age com o amparo de outras autoridades brasileiras., disse Eduardo.

Tarifas sobre o Brasil

Mesmo afirmando que o “tarifaço” não fosse a “melhor arma” contra os supostos abusos de poder por parte do Supremo Tribunal Federal inicialmente, em suas redes sociais e em entrevista à TV Globo na última quarta-feira (16), o deputado licenciado concordou com a medida adotada pelo presidente americano,  e declarou que, em sua visão, a taxação em mais de 40 % sobre exportações brasileiras seria uma alavanca para outras medidas de retaliação contra as determinações do ministro Alexandre de Moraes.