Sobre Danilo Castro

Jornalista na editoria Tech, gosto de escrever matérias que condizem com as necessidades e interesse da sociedade além das perspectivas comuns. Amante da black music, também escrevo roteiros audiovisuais e cuidar de animais.

Fórmula 1 passará por mudanças sustentáveis a partir de 2026

Os chefes da Fórmula 1 confirmaram que o MGU-H será retirado das unidades de potência a partir de 2026 como parte de uma nova mudança nas regras. A tecnologia complicada, que gera energia elétrica a partir do calor do escapamento, provou ser cara e complexa, uma vez que fazia parte das novas regras do turbo híbrido que foram introduzidas em 2014.

A Fórmula 1 terá um foco maior na energia elétrica a partir de 2026, quando um novo motor, mais barato e ecologicamente correto, for introduzido, afirmou a Federação Internacional de Automobilismo​

A entidade delineou os principais objetivos e uma estrutura para os regulamentos em um comunicado após reunião em Paris. Os quatro pilares principais listados foram: manter o motor V6 de 1,6 litro, aumentar a potência elétrica para 350 kW, eliminar o componente MGU-H que gera energia a partir do calor e introduzir um limite de custo para o motor.

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A FIA disse que deseja enviar uma mensagem ambiental poderosa, com combustível 100% sustentável e “mudança de foco para energia elétrica”. Também quer possibilitar que novos fabricantes de motores ingressem no esporte em um nível competitivo.

A Fórmula 1 atualmente tem apenas Mercedes, Ferrari e Renault como fabricantes de motores, enquanto a Red Bull está assumindo a tecnologia da Honda após a saída da fabricante japonesa no final deste ano. O Grupo Volkswagen, dono da Audi e da Porsche, teria discutido a possibilidade de entrar na Fórmula 1, aguardando decisão sobre se o esporte vai seguir os planos de mudar para combustíveis sintéticos até 2026.


Aston Martin AMR21. (Foto: Reprodução/Mark sutton/Motorsport Images)


As críticas sobre a dificuldade de inovações sustentáveis pelo evento esportivo não são recentes. Sebastian Vettel, piloto da Aston Martin, e defensor de categorias ‘mais verdes’ na F1, criticou o regulamento da categoria de mobilidade.

A F1 não é verde“, afirmou Vettel. “Vivemos em uma época em que temos inovações e possibilidades de, indiscutivelmente, torná-la sustentável também e não perder nada do espetáculo, da velocidade, do desafio, da paixão. Temos tantas pessoas inteligentes e poder de engenharia aqui que poderíamos encontrar soluções.”

A próxima grande mudança técnica da categoria ocorrerá em 2026, visando maior sustentabilidade na mobilidade.

 

Foto Destaque: Fórmula 1.   Reprodução/Liberty Media

Sua profissão pode ser substituída por robôs até 2030

O avanço tecnológico atinge a sociedade com diversas reações, de acordo com o avanço das novas tecnologias que trazem para os setores do mercado novas funcionalidades e métodos práticos sem a necessidade de um trabalho manual. Ao se tratar desses avanços no ambiente de trabalho, essas tecnologias são recebidas de diferentes formas, e a razão é: elas estão substituindo o trabalho manual, e consequentemente, gerando menos empregos.

E no cenário pós-covid, onde muitas empresas precisaram se reinventar, as máquinas tomaram cada vez mais espaço no ambiente de trabalho, dividindo funções antes manuseadas por pessoas comuns. De acordo com o The Future of Jobs Report, de outubro de 2020, cerca de 97 milhões de funções realizadas por pessoas poderão ser criadas com a revolução robótica. A tendência é ainda de que com ela, diversas profissões sejam também substituídas por máquinas e robôs.

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Profissões como operador de telemarketing e agentes de viagens já passaram a gradualmente desaparecer, enquanto contam com sistemas virtuais e de ‘voicebotque operam metade do serviço sem contar com a ajuda de um profissional.

De acordo ainda com um estudo do Laboratório de Aprendizado de Máquina em Finanças e Organizações da Universidade de Brasília, outras profissões também correm o risco de se tornarem raras até 2030. O taquígrafo lidera a lista com 99,55% de probabilidade de desaparecer até a data estimada. Logo em seguida, o torrador de café (99,52%), o cobrador de transportes coletivos (exceto trem) (99,36%) e o recepcionista de hotel com 99,36%.


Substituição de profissionais por robôs. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)


Auxiliar de garçom (98,11%), gerente de almoxarifado (93,40%) e coletor de lixo domiciliar (89,32%) entram também na lista. Com o avanço tecnológico, algumas profissões acabam se tornando desnecessárias.

Ainda segundo a lista, as três profissões com menos chances de serem substituídas por máquinas são: engenheiro de telecomunicações (0,38%), psicanalista (0,39%) e engenheiro de sistemas operacionais em computação (0,47%).

Foto Destaque: Futuro com robôs virtuais. Reprodução/Getty Images/iStock

Serviço de táxi sem motorista tem mais de 10 mil usuários em fila de espera

O serviço de transporte de passageiros passou por grandes mudanças nos últimos anos. De aguardar a sorte de encontrar um táxi na rua, a tecnologia possibilitou o cliente de solicitar o serviço através do aplicativo do celular. Para a Waymo – empresa pertencente ao grupo Alphabet, também dona da Google – não é o maior avanço tecnológico que o serviço terá.

Imagina entrar num carro com câmeras e sensores especiais do lado de fora, um monitor no banco da frente com uma visão semelhante a do Google Maps que identifica na rua pedestres e passageiros, e por último, uma automação sem motorista. É o que a Waymo vem oferecendo como o primeiro e único serviço de táxi totalmente sem motoristas dos Estados Unidos.


Waymo One. (Foto: Divulgação/Waymo) 


Direção autônoma do veículo. (Foto: Divulgação/Wayme)


A companhia que iniciou os testes em São Francisco em agosto já transportou centenas de pessoas, e agora mais de 10 mil pessoas aguardam na fila de espera para utilizar o serviço e terem a experiência, segundo a co-presidente da empresa, Tekedra Mawakana, na conferência da Reuters Next.

Os testes, que iniciaram em agosto, tiveram um número limitado de pessoas em São Francisco em seus veículos autônomos, que contam com motoristas de segurança. A empresa tem selecionado deliberadamente diversas pessoas para testarem o serviço, para garantir o feedback principalmente de grupos que sofrem de segurança nos serviços comuns, como mulheres, que são metade das passageiras transportadas em São Francisco.

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Em São Francisco, estávamos muito focados em garantir que houvesse diversidade de gênero porque segurança e transporte são um grande problema. Não apenas segurança nas estradas, mas também segurança física”, disse a executiva.

Embora tenha conduzido testes em algumas das cidades populosas dos Estados Unidos, como São Francisco, Michigan e Los Angeles, a Waymo não possui previsões para atender demandas do serviço em outras grandes metrópoles norte-americanas e do mundo – que as colocariam em competição direta com plataformas como a Uber.

Foto Destaque: Waymo One. Divulgação/Waymo

Arcane se torna um fenômeno global da Netflix

“/League Of Legends”/ é um dos maiores jogos da atualidade, colecionando cerca de 115 milhões de usuários ativos mensalmente. Com seu universo cada vez maior em cada atualização, a Riot Games se viu em 2019 no desafio de expandir o fenômeno global para uma adaptação fora do mundo dos jogos: no formato de uma série animada com cerca de 7 horas totais de duração.

Com o atraso de um ano, em consequência da pandemia da Covid-19 que levou à paralisação da produção do projeto animado, Arcane estreou dois anos depois de seu anúncio trazendo histórias multiculturais para o universo de League of Legends. Arcane estreou em novembro se tornando um fenômeno visual instantâneo na Netflix e nas redes sociais, se tornando a mais assistida da plataforma de streaming em ao menos 38 países.

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Para Priscila Queiroz, head de publishing da Riot Games no Brasil, o desafio se encontrava em trazer personagens com comportamentos e atitudes familiarizados pelo público dos jogos, também para o público geral. “O nosso maior esforço foi encontrar o momento ideal da história que pudesse entreter e atender a dois tipos de audiência: os fãs e jogadores, já imersos no universo do game e envolvidos com seus personagens, e um público consumidor de entretenimento que não conhece o jogo”.


Arcane foi a série mais assistida da Netflix em mais de 30 países. (Foto: Reprodução/Netflix)


Os co-criadores da série animada da Netflix, Alex Lee e Christian Linke, também trabalham no jogo. Para eles, transformar League of Legends em uma série de televisão é um “sonho ambicioso” de levar a “fundo nas histórias desses personagens”.

Ainda após o sucesso global dos nove episódios de Arcane, os fãs não precisarão esperar muito por uma nova remessa de conteúdo da série animada da Riot Game: os campões terão suas histórias aprofundadas na segunda temporada estreará em 2022 na Netflix, tendo sua renovação confirmada pelo serviço de streaming.

 

Foto Destaque: Arcane. Reprodução/Netflix

Whatsapp lança editor de figurinhas personalizadas

As figurinhas personalizadas criaram uma grande popularidade com a sua chegada, tornando- se uma das ferramentas favoritas dos usuários, mas para serem feitas, era necessário um esforço maior. Desde seu lançamento, era preciso baixar aplicativos de outros desenvolvedores para criar e salvar um pacote customizado de figurinhas. Mas isso agora é passado, ao menos para os usuários da versão Web e Desktop.

A novidade foi lançada na última quarta-feira (24) para o Whatsapp Web, enquanto a versão Desktop receberá a atualização na próxima semana. A nova ferramenta do aplicativo permite aos usuários criarem suas próprias figurinhas. Ainda não há previsões de lançamento para os celulares Android e iOS.

 

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Como usar

Para criar uma figurinha no Whatsapp Web, os passos são bem simples, com o procedimento similar ao do editor de imagens do próprio aplicativo. Abra o um chat, selecione a opção “anexar” (ícone do clipe de papel) e clique em “figurinha”. O próximo passo é escolher uma imagem que esteja salva no computador. Entre os recursos da ferramenta, é possível recortar, adicionar emojis, adicionar uma figurinha antiga disponível na galeria do aplicativo, escrever, redimensionar e girar a tela.


Ferramenta de figurinhas. (Foto: Divulgação/Whatsapp)


 

Com as alterações feitas, clique em enviar. No entanto, para salvar a figurinha, será necessário o uso do celular: apenas brindo o Whatsapp, clicando na figurinha e adicionando-a na pasta de favoritos.

Apesar do lançamento ter criado euforia entre os usuários, a nova ferramenta ainda possui diversas limitações. A principal, é que a função de criar figurinhas só salva adesivos estáticos. Isso significa que não será possível criar gifs e memes animados dentro do aplicativo.

Outras atualizações no aplicativo

Recurso já disponível no Instagram e no Messenger, o Whatsapp permitirá que o usuário reaja a uma mensagem na conversa. Ainda sem muitas informações, o o futuro novo recurso está em fase de desenvolvimento, podendo ser lançado em breve para os usuários da versão beta do Whatsapp, que experimentam as novas atualizações do aplicativo antes de todo mundo.

Foto Destaque: Whatsapp. Reprodução/Wikimedia Commons

iFood e Tembici expandem parceria de ciclocentregas

A parceria iniciada há um ano entre a startup de micromobilidade Tembici e o iFood inicia uma nova fase de expansão das ‘cicloentregas’ após contabilizar cerca de um milhão de entregas por meio de bikes elétricas. Além de Rio de Janeiro e São Paulo, o Pedal chegará, em 2022, às cidades de Salvador, Recife, Brasília e Porto Alegre com cerca de 2,5 mil ecobikes.

A escolha das cidades foi decidida com base em pesquisas, e demandas dos entregadores que sofrem com a precarização e encarecimento do transporte. É previsto que sejam disponibilizados ainda equipamentos de proteção, como capacetes, e pontos de apoio equipados de água, banheiros, mesas e postos de recarga de celular e espaço de descanso. Os entregadores do aplicativo continuarão contando ainda com o Pedal Responsa, curso digital de conteúdo formativo.



Bike e equipamentos oferecidos por iFood Pedal. (Foto: Midori de Lucca/Reprodução)


 

Como ter acesso ao iFood Pedal

Disponível por enquanto somente para Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), para realizar entregas com o iFood Pedal, é preciso acessar a seção ‘iFood Pedal’ no aplicativo do serviço de entregas para entregador. Em seguida, será necessário realizar um cadastro e escolher um plano, onde o mensal custa R$ 34,90 e o plano semanal R$ 9,90, podendo pagar por meio de cartão de débito, crédito ou em dinheiro. O recurso é exclusivo para o entregadores.

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Como surgiu a iniciativa

O iFood Pedal surgiu, segundo Tomás Martins, CEO da startup Tembici, da alta demanda de entregas no delivery, onde a sustentabilidade ecológica precisa ser ampliada. “Entendemos que a pandemia acelerou um movimento que só tem a crescer no Brasil e no mundo. Exemplo disso é que, em um ano, mais de 13 mil entregadores se cadastraram. A tendência de cicloentrega se consolida e nossa expectativa é de que haja cada vez mais expansão na utilização desses serviços”, explicou o CEO em entrevista para a Forbes.

Segundo a startup de micromobilidade ainda, o Pedal evitou, somando as entregas feitas durante esse período, cerca de 271 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. A companhia oferece 16 mil bicicletas na América Latina e estima expandir o número para 26 mil em 2022, investindo cada vez mais na sustentabilidade urbana.


Foto Destaque: iFood Pedal. Reprodução/
Midori de Lucca

Nike e grifes de moda miram no metaverso

O metaverso, que avança no mercado tecnológico para além das redes sociais Facebook, Instagram e Whatsapp, vem causando interesse em empresas que vão além da tecnologia. Na última terça-feira (2), a Nike solicitou um registro de patente para uso da marca em ativos virtuais.
A companhia vem buscando métodos para proteger a sua marca na categoria de bens virtuais para download, segundo o Escritório de Marcas e Patentes dos EUA. A Nike solicitou o serviço para objetos como bolsas, mochilas, óculos e bonés da marca, que inclui as coleções Jordan e o slogan Just do it. O anúncio atual é a continuação de uma ideia e um projeto de médio e longo prazo e não algo sem propósito. Com isso, a Nike mostra, claramente, que os colecionáveis digitais chegaram para ficar.” explica Leonardo Cohen, fundador da Block4, empresa de blockchain. “Não temos como voltar no tempo e sermos uma Nike, mas ainda temos tempo de observar e agir e evitar ficarmos para trás. Isso é só começo, mas ainda há espaço para todos, mesmo que apenas como seguidores.


Metaverso terá suporte para NFTs. (Foto: Facebook/Reprodução)


A tecnologia virtual tem se tornado cada vez mais frequente em todos os setores comerciais e no movimento da moda, enquanto começa-se a se formar oportunidades de inserção de itens digitais nos ambientes virtuais, como os NFTs. Além da Nike, outras grifes de moda vêm buscando utilizar o conceito de metaverso para explorar as possibilidades, como a Gucci, que vendeu em junho no jogo Roblox, o modelo de uma bolsa de aproximadamente R$ 22 mil, por um preço acima do valor comercializado fisicamente. Balenciaga, Moschino, Louis Vuitton e Vans formam a lista, investindo cada vez mais nesse tipo de tecnologia.

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A Balenciaga apostou ainda em uma parceria recente com o Fortnite para levar itens de suas novas coleções e oferecê-las como skins e acessórios para os usuários, parceria parecida com a da grife Moschino com o jogo The Sims 4, que resultou em uma coleção digital de roupas e acessórios.

Foto Destaque: Nike Just do it. Reprodução/Nike/Epic Games/Alex Brooks

Netflix entra oficialmente na indústria de games

Com o crescimento da popularidade do Fortnite, com mais de 500 milhões de usuários registrados, a indústria do entretenimento em diferentes segmentos passou a disputar pelo tempo do consumidor. É o caso da Netflix, que com a entrada da HBO, Disney e Amazon no universo do streaming, ainda precisa lidar com um de seus principais concorrentes: o Fortnite.

Mirando no mundo dos jogos, a Netflix lançou na última terça-feira (2) seu novo catálogo de games mobile, disponível inicialmente para celulares ou tablets com sistema do Android, disponibilizando o acesso para os usuários brasileiros na quarta-feira (3). A companhia não revelou quando o catálogo de jogos ficará disponível para iPhones e iPads, do sistema operacional iOS, da Apple.


Catálogo de jogos está disponível para usuários Android. (Foto: Divulgação/Netflix)


Para ter acesso ao jogo, é necessário ter uma assinatura da Netflix e não haverá taxas adicionais ou compras no aplicativo. A estratégia da companhia para as plataformas de jogos foi anunciada em julho, que repercutiu nas mídias sociais com os jogos mobile da série Stranger Things, como “Strange Things: 1984”, “Stranger Things 3: The Game” e os jogos “Card Blast”, “Teeter Up” e “Shooting Hoops”, que foram liberados para testes em setembro para assinantes da Netflix na Espanha, Itália e Polônia.

Queremos começar a construir uma biblioteca de jogos que ofereça algo para todos“, anunciou a Netflix em um comunicado.

Em setembro, a Netflix comprou a desenvolvedora Night School Studio para entrar de vez no mercado de jogos, estimado para movimentar até 2030, mais de US$ 80 bilhões dos US$ 300 bilhões de toda a indústria.


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A estratégia foi anunciada em meio a uma forte desaceleração em novos clientes com a expansão de serviços como HBO Max e Disney +, que surgiram após o aumento de assinantes da Netflix alimentado pela pandemia da Covid-19, em 2020

Foto Destaque: Netlix Games. (Divulgação/Netflix)

Facebook muda nome para “/Meta”/ após escândalos envolvendo a companhia

O Facebook anunciou na última quinta-feira (28), durante o evento Connect, que o nome da nova marca institucional da empresa passará a se chamar Meta, substituindo o Facebook Inc. O novo nome será usado para se referir à companhia responsável pelas redes sociais Facebook, Instagram e Whatsapp.“Somos uma companhia que desenvolve tecnologia para conectar e, juntos, podemos colocar as pessoas no centro dessa tecnologia e desbloquear uma economia de criadores mundo afora”, afirmou o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg durante o evento. 

 

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A mudança no nome da companhia ocorre em meio a uma série de escândalos da companhia de tirar vantagem do detrimento da segurança de dados, saúde mental e segurança dos usuários, que tiveram uma série de documentos internos da empresa vazados durante a semana do ‘apagão’, onde a ex-funcionário Frances Haugen afirmou que a rede social “escolheu o lucro em vez da segurança do usuário”. “Acredito que os produtos do Facebook prejudicam as crianças, intensificam a divisão e enfraquecem a nossa democracia”, ressaltou Haugen. “É preciso que o Congresso aja. Essa crise não será resolvida sem a sua ajuda”.


 

Mark Zuckerberg durante apresentação do novo nome. (Foto: Reprodução/Facebook)


Para Zuckerberg, a nova marca não abrange totalmente todo o ecossistema que o Facebook entrega “Neste momento, Meta está ligada a um produto em especial, que é nossa aposta no metaverso, mas, aos poucos, esperamos ser vistos como uma empresa com foco em várias soluções desse universo”, afirmou. O meta terá como objetivo ser visto como uma empresa de “metaverso” em vez de uma companhia de mídia social, expandido para outros papéis na tecnologia, onde a companhia já faz uma série de investimentos. “Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa de metaverso e quero ancorar nosso trabalho e identidade na direção do que estamos construindo”, disse o executivo.
Os aplicativos Facebook, Messenger, Instagram e Whatsapp seguirão com o mesmo nome, integrando apenas como ‘empresas filhas’ do Meta.

 

Foto Destaque: Mark Zuckerberg. Reprodução/Facebook Reality Labs

Instagram libera função de link nos Stories para todos usuários

Se você é um usuário do Instagram, provavelmente já desejou ter a ferramenta “arrasta para cima”, recurso antes exclusivo aos usuários que possuíam uma marca acima de dez mil seguidores na rede social. Após entrar em testes para alguns usuários, o Instagram substituiu a ferramenta oficialmente na última quarta-feira (27), com uma nova figurinha que permite que todos os usuários compartilhem um link através da ferramenta de Stories.

A novidade tem como proposta, incentivar os criadores de conteúdo e marcas a compartilharem seus produtos fora das redes sociais. “Tomamos a decisão com base no feedback que ouvimos da comunidade sobre o quão impactante seria para criadores e empresas de todos os tamanhos”, afirmou a rede social em um comunicado.


 

Novo recurso foi lançado na última quarta-feira (27). (Foto: Reprodução/ Pexels)


Entretanto, o adesivo ficará limitado às postagens nos Stories, indisponíveis para serem inseridos no feed ou em qualquer outro ambiente da plataforma.

Entretanto, se houver violações das políticas da plataforma no uso do novo recurso, como direcionar o link para páginas de spam ou com conteúdo de desinformação, o usuário poderá perder acesso ao adesivo.

Como adicionar links nos Stories do Instagram?

1- Adicione uma foto ou vídeo no Stories do Instagram;

2- Selecione a opção de figurinhas no canto superior direito;

3- Busque pela opção “/Link”/ e clique nela;

4- Digite o link que você quer direcionar o usuário e clique em “/Concluir”/;

5- Feito! Agora é só colocar o adesivo na posição desejada na foto ou no vídeo, e clicar nele para escolher a cor da figura. 

 


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O Instagram vem anunciando uma série de novas ferramentas para incentivar os novos criadores de conteúdo a compartilharem sua criatividade, como a ferramenta Collabs, que permite aos criadores assinarem a autoria de um conteúdo junto de outra pessoa.

“Queremos ajudar os aspirantes a criadores, pois entendemos que eles são a nova geração de pequenas e médias empresas”, afirmou o diretor de parcerias do Instagram para a América Latina, Gonzalo Arauz. 

 

 

 

Foto Destaque: Instagram. Reprodução/Narapirom/Shuttercock